Considerações sobre RR


Em resposta enviada a mim, e publicada nesse blog, Rodrigo Romo disse que os meus cálculos estão equivocados, pois ele não trabalha nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, e nem ministra tantos cursos assim.

O referido palestrante também demonstrou muito desconforto e chateação quanto ao artigo(leia-o abaixo) sobre o seu trabalho, ameaçando, inclusive, me processar, caso eu não desse "uma maneirada" nas minhas palavras. Além disso, ele considerou que eu estou querendo fazer o meu nome atirando pedras nos outros; no caso, ele.

Consultei o meu professor de Direito Penal e este me disse que eu não estava caluniando ninguém, tampouco ofendendo ou difamando. Apenas sendo duro nas palavras enquanto consumidor de um serviço prestado, o que no tribunal seria facilmente caracterizado.

Deixei bem claro para o chileno, Sr. RR, que eu não tenho nada contra ele, mas sim contra o seu trabalho. E não preciso atacá-lo para me promover, segundo o que ele diz em seus emails nada pacíficos.


Aconselho-o a receber um "Orixá Reiki magnificado" e a se submeter a uma "Cura Quântica Estelar", com upgrade. Ou quem sabe, passar por um "Desdobramento Multidimensional". Isso poderá ajudá-lo a liberar/aliviar as suas tensões.

Modifiquei (em 03/07/2012) algumas expressões e frases, antes publicadas no artigo, a fim de demonstrar que não tenho interesse em macular a imagem desse chileno radicado no Brasil. Muito embora eu goste de ser contundente nas minhas opiniões; principalmente quando estou pagando. Como diz "Lady Katie", personagem do programa Zorra Total, da Rede Globo: "tô pagaaaando".

Não fiz tais modificações com receio de ser processado por ele, até porque, modestamente, de leis eu entendo um pouquinho e teria o maior prazer em guerrear contra esse senhor no tribunal. No entanto, esse não é o meu foco. Tenho coisas mais importantes para fazer e me preocupar.

Vejo que o referido cidadão não observou o meu perfil profissional publicado aqui, para compreender que eu não preciso, e nem quero, fazer o meu nome nesse "mercado" (como ele mesmo denomina o segmento) de cursos, palestras e publicações esotérico-espiritualistas. Minha fonte de renda sempre foi a sala de aula.

Termino dizendo a esse proselitista o seguinte: faça o seu trabalho que eu faço o meu. Sou professor e você é palestrante. Ganho por hora/aula que dou na universidade ou no colégio, e você ganha por curso que ministra aos seus “seguidores”. Sou assalariado; e você, não. Tenho uma conta bancária magrinha; e a sua, gordinha. Como se pode observar, não temos nada em comum. Portanto, cada um no seu quadrado. Agora, daí a fazer outro curso com você... jamais!


Autor: Gesiel Albuquerque

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