terça-feira, 26 de julho de 2011

Bases subterrâneas nas infradimensões

Há milhares de bases subterrâneas instaladas no mundo astral simétrico ao plano 3D (a Terra física). Quando os seres dessas bases decidem seqüestrar os corpos astrais dos humanos durante o sono, eles utilizam elevadores que descem a profundidades incríveis e assumem rotas verticais ou horizontais.

O objetivo dos seres malignos ao construírem estas bases em grandes profundidades é dificultar, ao máximo, serem descobertos pela polícia interdimensional ou pelos protetores das suas vítimas. Lá embaixo, as entidades seqüestradas costumam receber implantes, sofrer torturas psíquicas ou clonagem do seu cordão prateado, ou ainda, receber programações de lavagem cerebral. Quando voltam ao corpo (ou à superfície), não lembram de nada, mas passam a sentir os sintomas das “coisas” instaladas em seus corpos.

Os moradores dessas regiões são, geralmente, magos negros e alienígenas renegados em seus mundos, os quais vivem no astral do planeta Terra há milhares de anos. Nestes locais há cultos secretos, corporações militares e construções que mais parecem os edifícios militares construídos na realidade física. Desses lugares, partem inúmeros solados do mal em busca de almas incautas (a maioria) que possam lhes servir de fonte de energia e de controle mental.

Muitos dos seres advindos dessas regiões subterrâneas se encontram encarnados entre nós. São demônios, dragões ou répteis que voltaram ao corpo físico para executarem missões específicas como causar medo, dor, pânico, insegurança, sofrimento e desilusão nas outras pessoas. Sempre que dormem, estes seres se deslocam para os seus mundos subterrâneos a fim de prestar contas do que estão a desenvolver no mundo físico.

Autor: Gesiel Albuquerque

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Físico de Hong Kong prova que viajar no tempo é impossível

Sabe aquela cena de viajar no tempo e no espaço? Ela ainda ficará restrita às histórias de ficção científica. Na vida real, um físico de Hong Kong provou que nada pode viajar mais rápido do que a velocidade da luz --teoria formulada por Albert Einstein.

A possibilidade de se viajar no tempo surgiu cerca de dez anos atrás, quando cientistas descobriram a propagação superluminal (mais rápida que a luz) de pulsos óticos em alguns meios específicos.

Posteriormente ficou provado que o fato era na verdade um fenômeno visual, mas os pesquisadores ainda defenderam que um único fóton poderia superar a velocidade da luz.
O professor assistente de física Du Shengwang, da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, decidiu encerrar a discussão acadêmica e provar que as conclusões de Einstein estavam corretas medindo a velocidade de um único fóton.

"O estudo mostrou que um único fóton também obedece ao limite de velocidade como as ondas eletromagnéticas", disse ele.
"Ao provar que os fótons não podem viajar mais rápido do que a velocidade da luz, nossos resultados encerram o debate sobre a verdadeira velocidade de informação transportada por um único fóton", escreveu.
O estudo foi publicado na revista científica "Physical Review Letters".

DA FRANCE PRESSE

No site: http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2011/07/25/fisico-de-hong-kong-prova-que-viajar-no-tempo-e-impossivel.jhtm

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O invisível existe

Iniciados não têm qualquer interesse em “provar” a existência do Invisível: eles não seriam iniciados se não tivessem tido experiência pessoal da experiência dos planos sutis, e daquelas partes da consciência humana que são da mesma gama vibratória que essas esferas de energia que a ciência oficial está começando finalmente a estudar.

Nós sabemos que o Invisível existe. Portanto, quando um caso de extrusão indevida das forças sutis no mundo material nos é anunciado, nós procuramos investigar a situação com a maior objetividade possível. A solução de um pretenso caso de ataque mágico não deve ser procurada em nossos preconceitos, e sim na evidência disponível.

O primeiro passo, em todo caso, é chamar o médico ou o psiquiatra em nosso auxílio. Se os fenômenos não podem ser curados em termos de doenças do sistema nervoso ou glandular, ou explicados em termos de repressão anormal dos instintos naturais do animal humano, então é tempo de considerarmos a nossa experiência e aplicarmos nos nossos testes especializados.

É claro que há mais no homem que apenas corpo e mente. Somos seres espirituais manifestados sobre este plano, e corpo e mente são apenas as vestimentas de um viajor que atravessa uma terra estranha.

Autor: Marcelo Motta
do livro: Sintomas de ataques ocultos

terça-feira, 5 de julho de 2011

Proteção individual

Quando você pensar que já sabe de tudo, perceberá que não sabe nem o ínfimo de uma parte de tudo aquilo que nos influencia e nos controla a partir das outras dimensões. O problema não é conhecer, e sim, entender todo o processo ardiloso utilizado pelos milhares de seres interessados no projeto humanóide.

Não é a toa que os seres humanos vivem “cegos” para essa realidade, embora, a maioria busque a sua proteção individual para enfrentar os desafios da sobrevivência. Por causa dessas buscas, muitos pactos, acordos, votos e contratos se estabelecem entre os seres multidimensionais e os encarnados na Terra.

A matriz de controle é muito poderosa. Não será fácil se libertar dela, até porque os seus mantenedores entendem que se você não está com eles, está contra eles. E o tratamento deles dispensado aos inimigos, isto é, os que tentam retirar o véu, é muito duro, indizível para os padrões humanos. Isso porque os recursos utilizados por estas instituições do astral são milhões de anos-luz mais avançados do que os conhecidos e aplicados pela humanidade.

Autor: Gesiel Albuquerque

domingo, 3 de julho de 2011

Onde ela malha?

Considere a musculação - Getty Images

Foto: reprodução

Teoria da relatividade X Física Quântica

A teoria da relatividade em si, embora tenha conseqüências importantes no modo como se faz uma parte da física, provavelmente não levará a uma nova visão de mundo. Embora uma leitura errônea de Einstein tenha sido animadora para a tendência a favor do "relativismo", para certas correntes históricas e antropológicas a teoria da relatividade em si trata da física das altas velocidades e enormes distâncias. Ela se consuma numa escala cosmológica e não tem virtualmente nenhuma aplicação em nosso cotidiano, em nosso mundo de pés na terra. Assim, ainda que qualquer colegial saiba que o espaço é curvo e o tempo, da forma como o conhecemos, não passa de uma mera ilusão, é muito improvável que as pessoas comuns cheguem a uma compreensão da realidade diária sob as luzes da obra de Einstein.

A física quântica é diferente. Sendo a física desse minúsculo micromundo dentro dos átomos, ela descreve o funcionamento interno de tudo o que vemos e ao menos fisicamente somos.

Todo o mundo da matéria, incluindo nossos próprios corpos, é feito de átomos e seus componentes ainda menores, e as leis que governam esses pequenos pedacinhos de realidade básica transbordam para nossa vida diária. Um único fóton, ou "partícula" de luz, afeta a sensibilidade do nervo ótico. O princípio da incerteza que governa o comportamento dos elétrons desempenha um papel na estrutura dos acidentes genéticos que contribuem para o processo de envelhecimento e para a evolução de certos tipos de câncer, sendo que o próprio processo evolutivo talvez seja afetado de maneira semelhante.

Autora: Danah Zohar
Do livro: "o ser quântico"

sábado, 2 de julho de 2011

Itamar Franco

                                                                  Foto: reprodução

 Grande homem, grande político, grande presidente! Descanse em paz!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Visão metafórica sobre o amor

"O amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que doi e não se sente..."(.) Com esta frase extraída do texto de Luis Vaz de Camões (1524-1580), pretendo falar sobre a importância desse sentimento para todos nós. Obviamente, muito do que for dito aqui, será do seu conhecimento porque a temática amorosa é uma constante em todas as escolas humanas.

A citação acima é o começo de um poema cuja preocupação é demonstrar as incongruências de um sentimento tido pelo poeta como avassalador, o qual costuma se tornar uma doença da própria alma de quem o vivencia, agindo como uma droga que, apesar de fazer mal, não consegue ser rejeitada. Não é atoa que, na composição deste poema, o autor se refere ao amor como um "contentamento descontente". Em si, você já pode perceber quão incoerente é esse contentamento sem contentamento. Isto é, como é que alguém pode dizer-se contente, estando descontente? Esta é uma das façanhas do impretadas pelo amor camoniano.

Há muitas modalidades de amor, adaptadas ao gosto do seu "manifestante". Muitos, entretanto, confundem apego excessivo com esse sentimento incomensurável, impalpável, imaterial e abarcador dos desejos, ilusões, fantasias, viagens conscienciais e desterramento, quase completo, da sistemática real. O amor é isso: é tudo, é todo, é tido como tal.

Vem-me agora à lembrança as frases do apóstolo Paulo sobre a importância do amor na sua vida. Não apenas como algo sentido, mas como forma de fortalecer a razão das suas ações perante o mundo com base numa percepção metafísica da natureza humana. Através desse sentimento, Paulo demonstra ter conseguido uma façanha realizada por poucos: ele conseguiu se encontrar. Ou seja, descobriu e experimentou a sua verdadeira essência que, na sua nomenclatura, era o amor. Paulo percebeu quem era, do que era feito e qual era a origem da sua composição. Entendeu que sem o amor, o amor de Deus, ele não era nada.

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine". Com esta constatação, o apóstolo Paulo assumia que a essência da existência estava em vivenciar o amor sincero, verdadeiro, transformador e supra-humano. Para ele não adiantava falar a língua dos seres celestiais, porque ela não produziria efeito milagroso sem o poder mágico desse sentimento.

Paulo instala o conceito de essência para as ações, posturas e valores na vida das pessoas. Claro que ele não falava de um desejo carnal ou de uma atração física. E sim, de um sentimento cuja exigência para ser manifestado deveria ser a verdade da alma no auditório da consciência, sem rodeios, invenções ou máscaras.

O apóstolo ainda profetiza a impossibilidade de o amor falhar. Significando dizer que, se essa energia se faz presente no coração e no espírito de alguém, de modo singularmente verdeiro, nunca haverá falhas no seu poder de transformação universal. O indivíduo estará tão inundado pelo sagrado poder desse quantum cósmico afetivo que tudo em sua volta, e dentro de si, funcionará perfeitamente, mesmo que, aos olhos profanos, não pareça.

Vinícius de Moraes (1913-1980) diz o seguinte: "Encontrei em você a razão de viver e de amar em paz e não sofrer mais, nunca mais. Porque o amor é a coisa mais triste quando se desfaz". Essa visão sensorial sobre o amor é quase uma marca registrada do nosso poeta, que não poupa palavras e nem expressões sinestésicas para demonstrar o quão intenso era vivenciar o prazer da emoção saída dos olhos, da crane, dos poros e das vibrações celulares nos organismos. Vínicius era intenso e muito cônscio das suas necessidades, digamos, amorosas.

Num de seus poemas, o poeta carioca determina: "Eu possa me dizer do amor (que tive): que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure". Talvez essa tenha sido uma das constatações mais próximas da forma como ele encarava o amor. É possível que Vinícius nunca tenha se interessado pela eternidade de coisa alguma, mas sim, pela intensidade das experimentações, e quanto mais intensas, mais eternas (lembradas) elas seriam.

Amor cósmico, intenso, eterno ou finito. Não importa os limites que se imponham ao amor, e nem as formas como o compreendemos ou venhamos a exteriorizá-lo. O importante é perceber a força que move os seres humanos em direção a uma eternidade desconhecida, porém, intuída por todos como o ponto de chegada dos caminhantes dessa jornada universal. A essa força, podem ser comparadas quaisquer outras, como as classificadas por Saulo de Tarso (Paulo), em suas epístolas divinamente produzidas.

Falar de amor verdadeiro seria ilusão descritiva, por se tratar de algo pouco acessível aos seres da Terra, já que estes se encontram num padrão vibracional tão densificado pela matriz holográfica dos sentidos e das percepções sensoriais que não conseguiriam captar as sutilezas mágicas desse sentimento divino universal, característico da nossa verdadeira essência quântica.

Numa analogia simples, seria o mesmo que não conseguir entrar num salão limpo porque os pés estariam muito sujos. Ou seja, primeiramente, ter-se-ia que limpá-los, e bem, para ter a permissão de adentrar ao salão. Isso não impede, no entanto, de mesmo do lado de fora, declamarmos axiomas como os do poeta Isaias Medeiros, que diz: "amor é provar que, por dois pontos quaisquer de um plano do destino, passam inúmeras retas, mas apenas uma permanece unindo-os, enquanto ninguém conseguir provar o contrário".

Para finalizar, acrescento a minha visão metafórica sobre o amor ao dizer que ele é a serpente do éden e a luz sobre a minha semente! É o todo distorcido, em frangalhos, suprimido, este amor que não se vê, arde e sente, é amor patrono e total, quase indecente. O amor é tópico frasal sem explicação. É ferida sentida e, aberta, admoesta o coração. É produto da soma dos quadrados (a² + b²), é a hipotenusa (h²) da minha solicitude desmedida. Ele complica, enobrece e resolve a minha vida; e sem ele, eu nada seria.


Autor: Gesiel Albuquerque