segunda-feira, 21 de abril de 2014

Qual é a verdade? (Matrix)


“What truth?”
“That you are a slave, Neo”.

Qual é a verdade?
Que você é um escravo, Neo.


 
Com esta resposta, produzida pelo texto de Matrix, o filme, inicio este post para mostrar aos meus leitores que, infelizmente, mas infelizmente mesmo, somos escravos.

Somos escravos das nossas (?) crenças, culpas, medos, inseguranças e do mundo. Já nascemos escravizados desde épocas muito remotas. Pensamos ser livres, mas, na verdade não o somos.
 
De onde viemos e por quem fomos, digamos, produzidos em outros mundos, demonstra com clareza a nossa ação neste planeta. Servimos a forças poderosas que agem sem que percebamos.  E esta relação é, na maioria das vezes simbiótica, bilateral e interdependente. Isso não tem nada a ver com o bem e o mal, que não existem.
 
Lamento, essa não é uma boa notícia. Porém, infelizmente tenho que divulgá-la. Somos escravos, e seremos eternamente, e nem percebemos isso. Tem gente que insiste em acreditar que é livre. "Sabe de nada inocente".

Sem essa de evolução, de mudanças; somos o que somos, e pronto. Não estamos sozinhos na criação e ninguém seria louco de nos deixar sozinhos. Somos experimentos para alguns, massa de manobra para outros e servimos de alimento para uma boa parte dos maiorais da Criação.

Nossa energia é agradável para os controladores. Somos centelhas carregadas de energia emocional, mental, sexual e cósmica. Por isso somos tão desejados pelos Maiorais, assim como desejamos a carne bovina, caprina, ou até os vegetais para nos alimentarem.

Fazemos parte de um sistema e dele não sairemos jamais. Enganamo-nos, somos enganados e nos deixamos enganar. E assim segue a obra da Criação.

Autor: Gesiel Albuquerque

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Alma, essência de luz.


Alma é um termo que deriva do latim anǐma, este se refere ao princípio que dá movimento ao que é vivo, o que é animado ou o que faz mover. Os sentimentos são capazes de nos mover ou paralisar. Se conseguirmos baixar nosso julgamento que é inflado pelo próprio "EU" podemos ter novos aprendizados.
O "EU" ou "Ego" é aquele que nos deixa em dúvida, que julga, que nos limita, que precisa ver para crer, que não nos deixa concluir planos e nem atingir nossos sonhos. Mas a Alma é muito mais que o Ego, ela movimenta todos os nossos sentimentos de insegurança, de ansiedade, de perda e nos mobiliza para a realização. Nada mais será igual quando você aprender se conhecer e buscar a plenitude.
Todas as pessoas que se apresentam plenas foram observadas que estão em um grau de alerta e sintonia consciente com tudo que as cercam, tornando-as mais produtivas e satisfeitas consigo e com o mundo. Contudo é possível também observar que seus valores como gentileza, respeito, empatia, amor próprio e ao próximo fazem parte de seu comportamento no dia a dia, além do aumento da percepção e intuição.
O despertar é algo interno e intrínseco que pode ser acessado somente com a chave do autoconhecimento quando nos permitimos vivenciar cada situação proposta em nossas vidas transformamos conhecimento em comportamento.
Para facilitar o entendimento utilizo a Janela de Johari que por meio da comunicação interpessoal, é possível conceituar o processo de percepção de um indivíduo em relação a si mesmo e aos outros; partindo do princípio de que cada um de nós tem (ou pode ter) quatro imagens distintas.
           O Eu aberto é aquele que expomos plenamente; nós somos assim e todos sabem que somos assim. É uma espécie de retrato onde nos identificamos imediatamente e todos são capazes de nos identificar.
          O Eu secreto é de difícil percepção pelos demais, seja em razão do nosso propósito em escondê-lo.
          O Eu cego é aquele que traduz o lado desconhecido por nós mesmos, mas de fácil percepção pelos outros.
          O Eu desconhecido é a mais complexa de todas, visto que nem nós e nem os outros têm acesso a ela dentro dos padrões convencionais de comunicação interpessoal.
          A ignorância é uma prisão que limita nossa alma de alcançar a plenitude em todas as áreas de nossas vidas deixando-as em desarmonia.
Autor: Paulo Henrique Paiva
 

domingo, 13 de abril de 2014

Markuze quer ser famoso



Assista. Uma peça dos alunos do curso de Direito sobre CONTRADO DE CONSIGNAÇÃO.

Sobre o sentimento de culpa

Quando nos sentimos culpados, de forma inconsciente, vamos buscar maneiras de punir a nós mesmos através de processos de autossabotagem. O castigo parace que vem de fora. Parece "karma", azar, coincidência, ou resultado da praga da mãe e do ex. Mas, na verdade, é a própria pessoa, de forma inconsciente, agindo de uma forma que leva as coisas a darem errado.

Além de agirmos de forma sabotadora, também atrairemos situações negativas ao guardamos maus sentimentos. O castigo só acaba quando há uma dissolução total da culpa e atingimos um estado de auto perdão.

Enquanto essas emoções ficam guardadas no nosso inconsciente, nossos comportamentos são afetados. As vezes conseguimos enxergar comportamentos destrutivos, mas, mesmo assim, não conseguimos agir diferente. É a força emocional agindo por trás, mais forte do que a parte racional. Em outros casos, sutilmente agimos e fazemos escolhas que levam a resultados negativos e não percebemos.

Fica muito óbvio que acumular sentimentos de culpa é extremamente prejudicial. A tortura de guardar esse sentimento já faz parte do processo de auto punição. Muitas pessoas se sentem tão culpadas que não se permitem curar a culpa por achar que precisam guardar esse sofrimento para pagar pelo que fizeram. Elas deixam de buscar ajuda ou podem abandonar um trabalho terapêutico que tenha o poder de libertá-las. Essa auto punição pode durar uma vida inteira.
 
Autor: André Lima