segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Karma é uma palhaçada


Nos últimos 40 anos, tem se difundido no ocidente uma ideia importada do oriente, mais precisamente da Índia, através do budismo, do induísmo e outras religiões, sobre as causas dos sofrimentos humanos. Trata-se do Karma. O lema desse pensamento é enfatizar que, ao sofrermos adversidades na vida, estamos pagando pelos erros/crimes/pecados que cometemos em outras.

Essa ideia também é defendida pelo Espiritismo, religião codificada em 1857 pelo professor francês Allan Kardec. O ponto de vista dessas religiões é o mesmo. Ou seja, tudo o que sofremos é resultado do que fizemos.

O meu ponto de vista sobre o karma é que isso tudo é uma tremenda palhaçada instituída para dar um certo consolo àqueles inconformados com os seus desgostos. Dessa forma, o pobre se sente confortado porque sabe que a sua pobreza é um castigo, o rico entende que já foi pobre e na vida atual é a vez de usufruir; o doente mental, o paralítico e os enfermos perenes também se consolariam com tudo o que passam até o fim, com resignação e paciência.

O que muita gente não percebe é que o karma é uma invenção das forças das trevas para iludir os incautos, limitando-os às barreiras impostas mental ou fisicamente para que não se expandam em luz e força. E para justificar essa manipulação, muitos teóricos do karma invocam a constatação da 3ª lei de Newton sobre a movimentação dos corpos: o princípio da ação e reação. Ou seja, bateu, levou.

Pare pra pensar e veja o seguinte: já que estamos sob o poder da lei do karma, significa dizer que a humanidade deveria estar toda amarrada, porque não se salva um. Todos cometemos, em algum nível e em situações diferentes, atitudes perversas, covardes e hediondas contra pessoas ou lugares. Ninguém nesse universo é santo, ninguém. Muitas vezes, aqueles que mais falam em amor, paz e harmonia são os mais perversos quando têm os seus interesses atingidos.

Outra questão a levantar é a seguinte: se sofremos porque merecemos, quem então tem o merecimento de nos infringir sofrimento? E por que alguns podem fazer outros sofrerem, ao seu bel prazer, sem que nada lhes aconteça? Por que Deus praticaria tal injustiça conosco? Por que seríamos tão burros para escolhermos passar por sofrimentos enquanto os outros, também pecadores, viveriam no bem-bom? Se todos queremos o melhor, por que nessa situação escolheríamos o pior? Faz sentido? 

Veja que, a considerar tal situação, temos o seguinte: fizemos alguém sofrer no passado e agora esse alguém nos faz sofrer no presente. E depois? Esse alguém vai pagar pelos crimes que cometeu contra nós? E quais seriam os limites desse castigo? E será que ele/ela seria santinho ao ponto de merecer castigar sem ser castigado? Ou seja, será que não cometeu crimes contra outros seres? E por ser "limpo" poderia ser perverso? Que justiça divina é essa?

Observe que a justificativa para a existência do karma seria o amor de Deus, o qual daria à humanidade a oportunidade de se redimir dos seus erros. No entanto, ninguém parou para perceber que karma é o exercício disfarçado da vingança. E todos sabem que a vigança é oposta ao amor de Deus. Alguém discorda disso?

Segundo a bíblia, foi Moisés quem instituiu a vingança abertamente, ao pregar: "olho por olho, dente por dente". Jesus veio depois e disse: "retribuir o mal com o bem". Ou seja, não se vingar. Qual é então a justificativa para essa palhaçada chamada karma?

Penso que nenhuma das duas visões está certa. Para mim, o correto é a máxima: o seu direito termina quando começa o meu. Se você não mexe comigo, eu não mexo com você. Pois eu tenho o direito e o dever sagrado de me defender.
Envie comentários.

Autor: Gesiel Albuquerque

 

domingo, 27 de janeiro de 2013

ETs astronautas

Existe uma classe de Ets muito influente em nosso mundo, os quais conseguem acessar as matrizes psicoenergéticas dos seres humanos e dos animais. Parece que têm o mapa genético de cada ser da criação e dessa forma podem manipular todas as forças imanentes em nós com o objetivo de controlar mentes, emoções e sugar energias.

Esses Ets já estiveram fisicamente entre nós. E nessa época, usavam roupas de astronautas, pois seus corpos eram vulneráveis aos elementos físico-químicos do nosso planeta. Tinham a intenção de povoar a Terra e descobrir um jeito de lidar com os gases e éter cósmico dessa dimensão. 

O ambiente da Terra para eles é como o espaço sideral para nós. Ou seja, para irmos ao espaço precisamos usar escafandro (roupa de astronauta) para nos protegermos da radiação espacial. Eles também precisam usar essas roupas quando vêm aqui; ou então seriam destruídos.

Os aliens astronautas mantiveram contato direto com os humanos e transmitiram-lhes conhecimento e tecnologias no campo da construção civil, da saúde, aparelhos antigravitacionais, etc. São frios emocionalmente, calculistas, científicos e perversos.

Na atualidade, os Ets astronautas nos influenciam de forma invisível, a partir das dimensões temporais paralelas à nossa. Não podem ser vistos fisicamente, mas podem ser percebidos nos sonhos de muitos humanos.

Eles costumam flutuar a uma certa altura, observando situações ou pessoas específicas. Costumam também tirar fotos que disparam flashes que funcionam como scanners sobre o espírito em viagem astral. Com isso, eles obtêm todas as informações pretendidas a fim de estabelecer um plano de ataque.

Nos achados arqueológicos não faltam estatuetas e desenhos feitos por humanos que tiveram contato com esses seres. Como eram imaturos, os humanos achavam que esses aliens eram deuses bonzinhos aos quais deveriam obedecer. Em razão disso, entregaram-se de corpo e alma às suas experiências psicológicas e biogenéticas.
Autor: Gesiel Albuquerque

sábado, 26 de janeiro de 2013

Céu e Terra: muitos mistérios.


“Há mais mistérios entre o céu e a Terra do que imagina a nossa vã filosofia”. Quando William Shakespeare pronunciou esse axioma, possivelmente não imaginava que estava a revelar uma profunda verdade a respeito da existência das coisas. Parafraseando-o, digo que há tantos mistérios entre o mundo astral e o mundo físico que jamais imaginamos uma faísca de explicação a respeito.

Atrevo-me a dar pistas sobre alguns mistérios ligados à natureza das coisas, às interrelações humanas e ao sofrimento sobre qual todos reclamam por passar.

Nossa dimensão existencial é chamada de 3D porque as leis que regem a manifestação física de cada criatura, são limitadas aos sentidos físicos. Alguns animais possuem tais sentidos completamente, como é o caso do homem; e outros os possuem muito superficialmente.

Essa barreira vibracional impede o homem de perceber o que está por detrás do véu e o que se encontra do outro lado do muro.

O problema é que não temos acesso ao que está por detrás desse muro, mas quem vive lá tem total acesso às nossas vidas; e pode nos influenciar ou atacar quando quiserem. Talvez seja assim porque o muro deles (conhecimento e tecnologia) é bem mais alto que o nosso.

Existem, por exemplo, nesses mundos uma legião de soldados voltados a fazer o mal contra quem lhes for indicado. Trata-se dos “demolidores”: entidades não-humanas que recebem ordens para destruir vidas, projetos, causas ou sonhos de terceiros, sem o menor remorso ou culpa.

Infelizmente, o alvo desses tenebrosos é o homem, devido à sua fragilidade mental, à baixíssima inteligência emocional e aos compromissos que assume e não cumpre.

Os humanos são vistos pelos alienígenas negativos como animais de laboratório. Assim como consideramos os bichos como seres instintivos e irracionais (e não são), os magos negros também nos veem dessa forma. Portanto, eles não nos respeitam porque nos acham inferiores demais. E, por isso, seus objetivos são apenas de nos escravizar.

Os demolidores são serviçais de magos negros (aliens e cientistas das trevas) provenientes de outros mundos, que executam a destruição das vítimas dos seus chefes. Esses demolidores são adestrados na prática do mal e cumprem a missão com rapidez, eficiência e precisão.

Na Terra, há muita gente influenciada por esses soldados malignos. Basta ver como certas pessoas passam por um verdadeiro processo de destruição em questão de meses. Na maioria dos casos, essas pessoas tinham pactos, acordos e contratos com os magos das trevas, e por alguma razão, passaram a ser desafetos dos seus antigos líderes.
Autor: Gesiel Albuquerque

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Origem da humanidade

O homem perante a sua história

Há muito tempo, os seres humanos buscam explicações sobre a origem da vida. Na tentativa de encontrar respostas para as perguntas “de onde viemos” e “para onde vamos”, ou “o que estamos fazendo aqui”, muitas pessoas fazem as suas interpretações sobre a origem da vida nas experiências em religiões, no esoterismo e mesmo na explicações denominadas científicas.

A ciência nunca conseguiu encontrar uma explicação plausível para a presença do homem sobre a Terra. Na falta de algo mais convincente, resolveu-se instituir que somos fruto de uma explosão atômica denominada “The big bang”, da qual toda a vida, inclusive os planetas foram formados. Essa teoria já se mostrou falha tanto quanto aquela que diz que o homem é a evolução do macaco. O fato é que não se conseguiu explicar com autenticidade o surgimento da criatura humana.

Origem extraterrestre do homem

A Terra é uma espécie de zona neutra onde muitos alienígenas podem residir. O corpo físico abriga entidades conscienciais intergalácticas provenientes de mundos os mais diversos. Dessa forma, vivendo nos corpos humanóides, temos seres oriundos de planetas aquáticos, reptilianos, insectóides ou robóticos. O nosso planeta é um grande laboratório no qual se realizam experiências científicas através da encarnação.

E que experiências científicas são essas?

Bem, aqui vivem raças estelares de todas as características; dentre elas: seres pacíficos, guerreiros, escravos fugitivos, cientistas que destruíram seus sóis, entidades altamente sábias no uso da magia negra e branca, degredados, etc.

Dentre os objetivos científicos estão as pesquisas sobre a regeneração e readaptação dos seus corpos a mundos semelhantes ao nosso, reavaliar a necessidade da presença de seres gananciosos e perversos nesses lugares, melhorar a sua constituição genética a fim de resistirem às intempéries ambientais dessas galáxias, etc.

É como se aqui fosse um depósito no qual são jogadas cobaias de todas as constituições e intenções. Só que quando elas nascem aqui, assumem corpos humanóides. Porém, é perfeitamente possível perceber sua natureza, e até mesmo a sua constituição primária. Isto é, se são de origem insectóide, reptiliana, marinha, draconiana, etc.

E quem trouxe seres alienígenas para cá?

Quando não havia vida humana aqui, extraterrestres vieram com suas naves manipular os elementos físico-químicos que possibilitassem a vida. Muitos desses vistantes antigos usavam escafandros de astronautas, pois a radiação do nosso espaço sideral e os gases da nossa atmosfera podiam, e ainda podem, levá-los à destruição.

É importante frisar, entretanto, que o homem já chegou pronto na Terra. Aquela história de que surgimos do plâncton é uma dedução infantil para explicar o que não se consegue. Os primeiros homens e mulheres já vieram de outros planetas com a formação atual. Assim como os animais selvagens que conhecemos. Não houve, como acreditam alguns, uma geração espontânea. Houve, sim, um povoamento.

As pessoas se inquietam com essas dúvidas porque veem a vida a partir da experiência física, esquecendo-se que são entidades com consciência própria, viajantes de muitos universos e que se encontram, na fase atual, encarnadas nesse planeta, em um corpo humano. Porém, agem, sentem, desejam e possuem lembranças relativas às suas experiências em outros mundos.

Observe a formação da raça humana, com suas línguas diferentes, cultura, hábitos, temperamento, etc, e você entenderá o que estou a dizer. Em muitos planetas, os seres são absolutamente iguais em tudo. Aqui não. Por quê? É só refletir.

 Autor: Gesiel Albuquerque