domingo, 13 de abril de 2014

Markuze quer ser famoso



Assista. Uma peça dos alunos do curso de Direito sobre CONTRADO DE CONSIGNAÇÃO.

Sobre o sentimento de culpa

Quando nos sentimos culpados, de forma inconsciente, vamos buscar maneiras de punir a nós mesmos através de processos de autossabotagem. O castigo parace que vem de fora. Parece "karma", azar, coincidência, ou resultado da praga da mãe e do ex. Mas, na verdade, é a própria pessoa, de forma inconsciente, agindo de uma forma que leva as coisas a darem errado.

Além de agirmos de forma sabotadora, também atrairemos situações negativas ao guardamos maus sentimentos. O castigo só acaba quando há uma dissolução total da culpa e atingimos um estado de auto perdão.

Enquanto essas emoções ficam guardadas no nosso inconsciente, nossos comportamentos são afetados. As vezes conseguimos enxergar comportamentos destrutivos, mas, mesmo assim, não conseguimos agir diferente. É a força emocional agindo por trás, mais forte do que a parte racional. Em outros casos, sutilmente agimos e fazemos escolhas que levam a resultados negativos e não percebemos.

Fica muito óbvio que acumular sentimentos de culpa é extremamente prejudicial. A tortura de guardar esse sentimento já faz parte do processo de auto punição. Muitas pessoas se sentem tão culpadas que não se permitem curar a culpa por achar que precisam guardar esse sofrimento para pagar pelo que fizeram. Elas deixam de buscar ajuda ou podem abandonar um trabalho terapêutico que tenha o poder de libertá-las. Essa auto punição pode durar uma vida inteira.
 
Autor: André Lima