segunda-feira, 23 de maio de 2011

Vencido pelas conexões

Nossas conexões emocionais, sexuais e mentais nos ligam, na maioria das vezes, a mundos e submundos alimentados por baixas energias absorvidas por seres nada agradáveis. O incrível disso é que se trata de um processo incontrolável e quase involuntário. Sinceramente, às vezes tenho a impressão que isso faz parte da natureza dos seres e nunca vai acabar.
Não adianta tentar sufocar tais forças dentro de si porque essa reação acaba se voltando contra quem as sufoca. Isto é, numa metáfora simples, um dia, o rio transborda e não dará mais jeito.

O maior problema destas malfadadas conexões é que, em algum nível, precisamos delas para sobreviver e com elas precisamos conviver. Ninguém, de natureza humana, consegue eliminá-las ou sequer neutralizá-las verdadeiramente. Porém, muitos fingem conseguir tal intento. Por exemplo: os religiosos e celibatários. Deus sabe o que eles fazem para manter as aparências de santidade e pureza que abraçaram.

Na maior parte das vezes, essas pessoas entregam-se a um processo de mutilação e anulação da sua própria essência humana, para atender ao que elas entendem como desígnios divinos. Isso, a meu ver, é um crime contra a própria humanidade.

Quem tira vantagem de toda essa influência são as entidades perambulantes do mundo astral. Entre as quais estão os magos negros, os Ets zetas e seres de outros universos, os quais vivem induzindo as suas "vítimas/parceiras" a lhes "ofertar" energia sexual, emocional e mental para continuarem revigorados nas dimensões paralelas.



Não é à toa que tais entidades são encontradas, em grande quantidade, no ambiente astral dos prostíbulos, motéis, igrejas, domicílios, hospitais e prisões, estando a absorver os desprendimentos fluídicos das pessoas quando elas adoecem, fazem sexo, se masturbam, discutem, brigam, se envolvem em rituais, cultos, ou cometem crimes.

Autor: Gesiel Albuquerque

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Eu hein!!!

                                                    Foto: AP
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