sábado, 14 de julho de 2012

Sobre os Exus

Antes de iniciar este post, é preciso dizer que não tenho qualquer vínculo com os cultos africanos, nem afro-brasileiros. Faço questão de ressaltar essa informação porque alguém pode vir a pensar que sou “entendido” no assunto e me cobrar mais conteúdo nesse texto. Feito isso, passo a relatar-lhes o que observei recentemente em minhas viagens astrais, envolvendo entidades ligadas a esse campo de atuação.

Segundo o Candomblé, a entidade conhecida por “Exu” é um orixá da comunicação e do movimento. E trabalha no mundo astral protegendo as aldeias, cidades e casas das ações negativas do comportamento humano.
Quando se ouve falar em exus, logo se tem uma impressão errônea sobre a sua natureza e suas reais intenções para com a humanidade. Muitos pensam tratar-se necessariamente de uma entidade ruim, voltada a fazer o mal. Para ilustrar esse fato, lembro uma expressão popular muito usada quando alguém quer intimidar o outro dizendo que vai “colocar o seu nome no pé do exu”.
Em minhas viagens astrais, pude perceber que há muitas organizações espirituais especializadas em diversos setores da vida humana. Não significando obrigatoriamente um setor individual como finanças, amor, profissão, entre outros. Refiro-me aos aspectos coletivos de atuação. Por exemplo: ordem social, violência, doenças, paz ou progresso coletivo.
Tais entidades são agrupadas e coordenadas por avatares, mestres e comandantes, os quais lhes distribuem tarefas (dependendo da intenção de cada grupo) a fim viajar por vários mundos na tentativa de orientar ações, combater perigos iminentes; ou ainda, assumir por completo  o controle de alguns povos para escravizá-los e destruí-los.
O que os exus têm a ver com isso? Essas entidades fazem parte de grupos iguais a esses e se predispõem, em muitas situações, a orientar projetos em favor das civilizações espalhadas pelos mundos. Seus nomes são “exus”, porque isso remete a uma espécie de classificação dentro da qual atuam. Mas é o que menos interessa, já que eles são reconhecidos no mundo astral pela facção à qual pertecem.
Nessa modalidade, há, também, diversas subdivisões com propósitos bem diferentes umas das outras. Umas podem estar voltadas às boas intenções; e outras, alimentadas apenas pela lógica da destruição; ou seja, fazer o mal, custe o que custar. Por isso, não é difícil encontrar um exu do bem e outro que faz o mal, de acordo com o entendimento de quem lida com esses seres. Entende?
Aguardo a sua opinião.
Autor: Gesiel Albuquerque