segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Sua vida

Sua vida não poderia estar em melhores mãos, a não ser as suas. O nosso maior patrimônio é o poder de nos manifestarmos na 3D através do corpo físico e experimentarmos tudo o que os nossos sentidos, além da intuição, nos permitem.
Portanto, jamais deixe que alguém, encarnado ou desencarnado, controle a sua vida, não importando o pretexto ou a intenção. A vida é sua e quem deve gerenciá-la é você. Nada de guias, mentores, seres de luz ou demoníacos dizendo o que você deve ou não deve fazer. Aja por si só e tenha a noção de que para tudo o que fazemos existem as consequências. (sistema caótico).

Gesiel Albuquerque

sábado, 21 de janeiro de 2012

Disfarçar a dor

Muita gente costuma fingir um estado de tranquilidade para continuar a existência sem grandes confrontos. É enorme a quantidade de pessoas vivendo assim espalhadas por todo o globo terrestre. Os dramas individuais passam a ser disfarçados por representações de alegria que, se confrontada com o espelho das lembranças, será facilmente revelada como tristeza.

No fundo, há poucas pessoas verdadeiramente integradas com o universo de paz e tranquilidade; e isso é a regra, não é excessão. Todos os seres humanos possuem algum trauma, alguma insatisfação ou algum bloqueio. O ideal é que essas coisas não existissem, mas já que existem, o certo é, ao menos, saber conviver com elas.

Ninguém entra doente neste planeta e sai definitvamente curado. Não custa lembrar que, apesar de ser um "hospital", a Terra não faz milagres. Isso porque nossa história não se resume ao que acorre apenas aqui, e sim, ao que fazemos, deixamos de fazer ou fazem conosco nas diversas dimensões em que estamos manifestados. Se estamos aqui de forma bem resolvida, mas não temos bons antecedentes em outros mundos, os nossos algozes vão nos "caçar" e nos atingir pelo que somos e fazemos lá, não pelo que fazemos aqui. É por isso que tanta gente se pergunta porque é tão boa mas sofre tanto.

Chamo a atenção para o fato de este artigo corromper a visão tradicional espiritual-religiosa sobre a reencarnação e a consequente lei do carma. Não só acredito na simultaneidade das existências como eu sei que não temos apenas vidas no passado, mas também no futuro. Na verdade, passado e futuro não existem, o que existe é o agora eterno. Os espiritualistas que apelam tanto para ciência corroborar os seus pressupostos metafísicos hão de querer buscar comprovação para o que eu digo aqui. Sugiro, portanto, estudarem a parte quântica da Física, da Química e da Biologia para se convencerem desta situação.

Tenho percebido, ao longo desse tempo de estudo, muita gente preferir dar vazão a um convencimento psicológico de que as coisas estão bem, ou que já melhoraram, mesmo não sentindo verdadeiramente essa melhora. Alguns dias atrás, uma amiga me disse que tinha passado por problemas emocionais muito sérios e que ao iniciar-se no candomblé, sua vida havia melhorado totalmente. Porém, uma outra amiga em comum a desmentiu dizendo que mesmo depois da tal iniciação ela continuava tendo crises e chorando bastante.

Na Medicina, dá-se o nome a esse fenômeno de "efeito placebo". Por exemplo: um xarope para tosse pode aliviar a dor de quem acredite estar ingerindo um remédio para cólica. Por isso é que os cientistas, ao lançarem um medicamento, o administram em grupos de pessoas que tomarão somente o placebo (sem o princípio ativo da substância) enquanto as outras receberão o remédio contendo esse princípio. Justamente para evitar o efeito psicológico da falsa cura, e, com isso, promover cura real.

Aquelas pessoas, quase todas de boa fé, que vão às igrejas e decidem afrontar até recomendações médicas para atenderem ao pedido de pastores irresponsáveis que as fazem levantar de cadeiras ou fazer movimentos perigosos ao organismo, recebem uma cura realmente "milagrosa". É tão milagrosa que quando elas chegam em casa, os problemas todos retornam.

Voltando ao que mencionei no início desse texto, Muitos costumam fingir uma felicidade e tranqulidade que de fato não estão sentindo. O que impera em muitas almas é o medo, a insegurança, as obsessões, o complexo de inferioridade, bloqueios, entre outros. Felizmente, para tudo isso há um remédio. Porém, esse remédio é administrado na dose certa e no tempo apropriado para que os seus usuários recebam a cura profunda das suas dores. Refiro-me ao remédio do esclarecimento, do aprendizado, da determinação, do autoperdão, da tomada de novas decisões, da mudança de parâmetros e da quebra de pactos ou votos de fidelidade com associações e grupos dominadores presentes nos diverso mundos.

Estou falando de um processo duradouro de cura e ressarcimento. Nada que dure apenas um dia ou uma noite; mas sim, algo que vai exigir do "doente" muita disposição, coragem e vontade de mudar para melhor a sua vida. Quando essa mudança ocorre, a necessidade de fingir desaparece e a batalha interna se torna mais efetiva e menos desgastante.

Por enquanto, já que não alcançamos esse patamar de hábeis guerreiros, conscientes do que que realmente queremos e precisamos, é melhor continuar a disfarçar a dor. Não é o aconselhável, mas é o possível. Devemos lutar com as ferramentas que estão disponíveis e ao nosso alcance naquele momento, sempre buscando melhorar a nossa produtividade e os objetivos. Às vezes, o disfarce é o melhor remédio.


Autor: Gesiel Albuquerque

Existência e Relacionamento

A matéria do nível quântico, devemos ter em mente, não é muito "material", certamente não no sentido que seria reconhecido por Descartes ou Newton. No lugar das íntimas bolinhas de bilhar movidas por contato ou por forças, há apenas uns tantos padrões de relacionamento ativo, elétrons e fótons, mésons e núcleons que nos irritam com suas ardilosas vidas duplas; ora são posição, ora momento, ora partícula, ora onda, ora massa, ora energia — e todos reagindo entre si e com o ambiente.

Existência e relacionamento são um só emaranhado na esfera quântica, como na vida diária. São os dois lados da moeda quântica e são basicamente o que queremos dizer com a dualidade onda—partícula. Assim como a mente e o corpo são os dois lados da existência humana, aquele alerta, ou percepção de fundo não focalizado, e o pensamento concentrado são os dois lados de nossa vida mental.
[...]
Em qualquer sistema quântico de duas ou mais partículas, cada partícula tem igualmente "capacidade de ser" e "capacidade de se relacionar", a primeira devido a seu aspecto partícula, a segunda devido ao aspecto onda. Por força do aspecto onda e das coisas que ele permite que ocorram é que os sistemas quânticos apresentam uma espécie de relacionamento íntimo, definitivo entre seus membros constitutivos que não existe nos sistemas clássicos.
Se temos, por exemplo, um grupo de bolas de bilhar newtonianas saltando dentro de uma caixa, elas têm realmente um relacionamento umas com as outras. Elas colidem e alteram a posição e o momento umas das outras. Elas impedem que outra ocupe o mesmo lugar ao mesmo tempo. Elas se atraem devido à força da gravidade e, se eletricamente carregadas, poderão atrair-se ou repelir-se conforme o caso. Algumas, se maiores ou mais elásticas que as outras, poderão ser vistas como dominando as menores e menos elásticas.

Autora: Dana Zohar
Do livro: O ser Quântico

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Sintomas de ataques ocultos



Qualquer que seja a origem de um “ataque” oculto, um sentimento de medo sem causa consciente, e uma sensação de opressão e peso emocional ou moral são freqüentemente os primeiros sintomas. À medida que a situação progride, começa-se a sentir exaustão nervosa.
Em certos casos, os tecidos corporais gradualmente se desgastam até que a pessoa se torna praticamente pele e osso, e jaz de cama o tempo todo, sentindo-se demasiado fraca para se mover. Esta última fase é, felizmente, muito rara. Caso medidas apropriadas não sejam tomadas, a deterioração progride até a morte física. Quase sempre o ataque é perpetrado por um vampiro.
Citaremos exemplos mais adiante, e descreveremos os métodos de defesa. Mais comumente, esgotamento nervoso e perturbações mentais são os efeitos de um ataque mágico. A vítima tem pesadelos de que não se recorda ao acordar, mas que a deixam com receio de dormir. Às vezes, a perturbação nos planos sutis se reflete de formas especiais no corpo físico.
Um investigador conta ter visto a marca de Ataque e Defesa Astral um casco de animal, como se a pessoa tivesse levado um coice violento; outra, arranhões profundos marcados sob a epiderme, sem quebrar a superfície cutânea, parecendo como se a vítima tivesse estado nas garras de um gato gigantesco. Tais marcas passam pelos estágios normais das equimoses, e vão esmaecendo até se apagarem ao fim de alguns dias.
Odores desagradáveis, sem qualquer origem física perceptível, são também um possível sintoma de ataque oculto. O cheiro mais descrito é o de carne podre, que vem e vai de sopetão, mas enquanto se manifesta, não há dúvida quanto à sua presença: qualquer pessoa, seja sensível ou não, pode sentir o fedor.
Autor: Marcelo Ramos Motta
Do livro: Ataque e Defesa Astral

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Para sermos felizes

Sua luta tem sido em vão? Não esmoreça e nem se desespere por falta de resultados. Confie sempre no porvir, pois a dinâmica existencial se apresenta por facetas inesperadas e desafiadoras: ora estamos em desvantagem, ora superamos as adversidades e enxergamos a luz no fim do túnel.

Há sempre que dizer sobre a necessidade de nos conscientizarmos da nossa natureza ancestral e multidimensional, a qual se configura como arcabouço onde residem todas as experiências emocionais, psicológicas e situacionais, e nos fazem ser o que somos agora, nesta dimensão tridimensional.

Portanto, a resposta para os múltiplos questionamentos das razões de passarmos por isso, ou por aquilo, está justamente nesse registro de todos os acertos e desacertos existenciais. Isso não impede ninguém de lutar pela sua felicidade interior. Sentir-se imerecedor dessa felicidade é o que afasta qualquer pessoa do caminho espiritual que a levará a encontrar-se consigo em seus universos conscienciais de equilíbrio e paz.

Ser feliz não é algo intangível e tampouco inatingível para nenhum ser humano. É preciso, no entanto, estabelecer um equilíbrio entre todas as forças atuantes em nós, sem necessariamente, nos anularmos nisso ou naquilo.

Normalmente, as escolas iniciáticas buscam mostrar perpectivas bilaterais, exigindo do indivíduo uma escolha irremediável e irrenunciável. A lógica dessas escolas costuma ser: "ou você está do lado da luz, ou está do lado das trevas". Se tal postura não for um abuso intencional, será no mínimo uma prova de ignorância espiritual de todas as partes envolvidas.


Negar a nossa natureza humana siginifca tentar sufocar a essência divina que anima essa natureza. Somos os dois lados da mesma moeda, as cartas do mesmo baralho, os lados da mesma face. Somos o que devemos ser, e para o que fomos creados. Não temos o direito de nos anular e nem de anular o próxmo: ambos são crimes do mesmo grau. Ou seja, um verdadeiro atentado ao espírito.


A criação universal nos dá provas da completude das forças opostas atuantes nessa dimensão. Através dos nossos cinco sentidos, podemos perceber que o Sol imerge e se emerge das trevas, que a terra se alimenta da água, que o frio é o próprio calor diminuído, e que a vida se refaz na morte. Tudo, absolutamente tudo está integrado ao grande fluxo energético divino. E por que, então, não deveríamos estar?

Somos, e eternamente seremos, trevas e luz no mesmo recipiente consciencial. Negar um dos lados não vai nos fazer felizes no outro lado; pelo contrário, só vai promover o surgimento de bloqueios. Em síntese, para sermos felizes, é preciso estarmos inteiros e integrados.  

Autor: Gesiel Albuquerque

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O Relógio do Apocalipse

Relógio do Apocalipse é ajustado em 1 min e chega a 23h55
O Relógio do Apocalipse aproximou-se mais da meia-noite. Cientistas atômicos que atualizam seus ponteiros sempre que consideram que os riscos de uma catástrofe nuclear ou climática têm um impacto sobre o tempo de vida de nosso planeta o ajustaram para cinco minutos para a meia-noite. Em 2010, a previsão era mais otimista, e o relógio marcava seis minutos para a meia-noite.

Confira todos os avanços e atrasos no Relógio do Apocalipse

Esta última atualização pessimista foi anunciada nesta terça-feira, em Washington, pelo Bulletin of the Atomic Scientists (BAS), uma publicação organizada pelos maiores nomes do mundo da ciência atômica, incluindo o mais prestigiado físico da atualidade, o britânico Stephen Hawking.
Os cientistas baseiam a decisão de atrasar ou adiantar o Relógio do Apocalipse nas atuais situações políticas e climáticas globais. "A situação mundial piorou devido aos perigos de proliferação nuclear e mudança climática", afirmou Lawrence Krauss, astrofísico e cosmotólogo que é vice-presidente do BAS.

A maior preocupação dos cientistas são os impactos do desastre do qual foi vítima o Japão, em 2011 e a proliferação de programas nucleares. Eles também acreditam que a Coreia do Norte é motivo de preocupação e, assim como outros países que apresentam problemas para a comunidade global, é um sintoma de um problema na realidade maior e global e defendem que é necessário que tanto países com programas nucleares quanto as nações sem programas nucleares precisam agir imediatamente.
Em 2007, devido à ameaça representada pelos programas nucleares da Coreia do Norte e do Irã, além do renovado interesse dos EUA em usar armas nucleares, o relógio marcava cinco minutos para a meia-noite. Neste mesmo ano, os cientistas adicionaram o fator mudança climática ao cálculo para definir o Relógio do Apocalipse.

Os esforços da comunidade global para reduzir o arsenal nuclear e limitar as consequências negativas da mudança climática surtiram efeito e, em 2010, o relógio foi atrasado em um minuto, marcando seis minutos para a meia-noite. Mas agora, segundo os cientistas, a comunidade global teve um retrocesso devido a políticas que não parecem levar em conta o bem-estar do planeta.
Autora: Ligia Hougland
Disponível em: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5551643-EI8141,00-Relogio%20do%20Apocalipse%20e%20ajustado%20em%20min%20e%20chega%20a%20h.html

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

2012: o mundo vai acabar?

Desde 2010, essa tem sido a pergunta que não quer calar, feita por diversas pessoas e muitos espiritualistas, ávidos por entender o significado da previsão maia, na qual se baseia o anúncio de um possível extermínio da raça humana.

Alguns estudiosos do gênero acreditam piamente que 2012 será o nosso último momento aqui na Terra. Outros, mais sabiamente, preferem esperar por análises mais concretas e definitivas sobre o tão divulgado fim do mundo. Até filmes holiudianos se dedicaram a descrever como serão as possíveis formas de dizimação terráquea: choque com asteróide, chuva de meteoros, invasão alienígena e ondas gigantes avançando sobre a Terra.

O fato é que sempre há uma recorrência dessa temática em algumas previsões para a humanidade. Foi assim, por exemplo, e para não irmos muito longe, com a previsão que falava que o mundo acabaria no início do terceiro milênio, mais propriamente no ano 2000. No meio evangélico, alguns praticantes costumavam utilizar o jargão "a mil chegará, mas de dois mil não passará". O ano 2000 chegou e, felizmente, o mundo não acabou.

Você já se perguntou de onde vem toda essa preocupação e medo em relação ao fim dos homens? Bem, trata-se de algo não muito difícil de explicar, pois se nos enxergarmos como seres provenientes de vários mundos (estrelas, planetas e galáxias), perceberemos que essa sensação ruim advém de outras tantas vivenciadas por nós quando estávamos, ou ainda estamos, atuantes em outras civilizações do universo.

Eu diria que 98 por cento dos humanos já passaram por situações de fim do mundo em seus planetas de origem. E, como resultado, estão aqui, na Terra, enfrentando outros desafios; porém, com reminiscências de acontecimentos catastróficos em seus arquivos mentais galácticos.

Com certeza a Terra irá ter um fim e a humanidade, mais uma vez, terá de migrar para outros planetas a fim de encontrar novas possibilidades de sobrevivência. Não siginifica necessariamente que o nosso planeta desaparecerá dos cosmos; mas poderá sofrer transformações geológicas e climáticas que inviabilizem a permanência humana, cujas ações têm acelerado esse processo destrutivo. A Terra já dá sinais de não estar suportando tantas agressões ao seu organismo ambiental. Queira Deus que nunca apareça um maluco com poder de explodir bombas nucleares entre nós, pois dessa forma, o nosso extermínio seria rapidamente efetivado.

O ano de 2012, ao contrário do que preconizam alguns maus intérpretes místicos, deverá ser um ano em que as pessoas sejam "convocadas" a refletir mais sobre o seu papel neste mundo e o efeito das suas ações contra o mesmo, o qual está solto no cosmos e é tão desejado por seres de outras castas intergalácticas. 2012 tem de ser um ano em que as pessoas se preocupem mais com a vida e não com a morte; e busquem construir caminhos e alternativas para uma vida melhor, mais justa e perfeita.

Respondendo à pergunta do título. Não, o mundo não irá acabar em 2012. Porém, a sua existência está em nossas mãos; e se não cuidarmos dele, o mesmo pode acabar inclusive amanhã. Só depende de nós termos um mundo melhor; e neste ano que se inicia, não há oportunidade mais valiosa para convidar a todos para participarem da solidificação dessa proposta a cada dia e em todos os anos
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Autor: Gesiel Albuquerque