segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Xadrez: rei morto


Começo este artigo pela seguinte afirmação: nossa existência é semelhante ao que acontece num jogo de xadrez. Tal assertiva a mim me parece inexorável devido ao grau de similitude entre os eventos transcorridos no tabuleiro e aqueles recorrentes em nossa vida.

O xadrez é praticado por milhões de pessoas em torneios nos clubes, escolas ou pela internet. A partida é disputada em um tabuleiro de casas escuras e claras, na qual cada jogador manipula dezesseis peças com diferentes formas e características. O objetivo é alcançar o rei adversário e matá-lo.

Trata-se de um jogo considerado inteligente, que exige do enxadrista muita perícia, paciência, cautela e coragem. Qualquer distração pode levá-lo a se enroscar irreversivelmente entre as peças do seu inimigo e, de lá, não sair até ser derrotado.

Em nossas vidas, a exigência intelectual é igual à cobrada nas partidas xadrezeanas, embora a maioria das pessoas não as obedeça integralmente. Por isso, costumam cair em armadilhas na 3D, onde suas estratégias são destruídas, sendo desfalcadas e tendo minimizadas as suas possibilidades de vitória.

Como nas jogadas sobre a mesa quadriculada, temos a opção de deixar o jogo da vida. No primeiro caso, basta abandonarmos a partida e esta será encerrada. No segundo, a opção é o suicídio, que não é aceito pela maioria dos estudiosos e espiritualistas ocidentais, dos países dominados por dogmas religiosos cristãos. Entretanto, em países como Japão, Suíça e Suécia, esta prática é relativamente freqüente.

O tabuleiro do xadrez é comparado a um campo de batalha na vida real, onde homens, com seus cavalos e peões, apoiados por bispos, damas e rainhas, do alto das suas torres, lutam uns contra os outros dispondo, inicialmente, do mesmo número de combatentes que, aos poucos, vai diminuindo.

As regras desse jogo lembram o nosso plano existencial, com suas centelhas divinas se manifestando, buscando o confronto e o atrito. As regras desse jogo lembram o nosso plano existencial, com suas centelhas divinas se manifestando, buscando o confronto e o atrito. Na batalha real os soldados defendem o seu rei e tentam aniquilar o exército oponente, matando o seu líder maior ao final, o que se convencionou chamar, no xadrez, de xeque-mate: isto é, rei morto.

Na manifestação quântica existencial, o objetivo, em síntese, é também este: lutarmos em prol de alguma causa. Somos soldados mesmo sem usar fardas, já que estamos dispostos a defender o nosso rei; personificado em pai, mãe, filhos, emprego, amigos, bens materiais, a mulher amada, o prefeito, o governador, o presidente e tantos outros. Todas estas peças podem ser, em algum momento, parceiras da nossa luta, ou a força do reinado sobre nós.

Autor: Gesiel Albuquerque

Imagem copiada de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Xadrez

Infradimensões (magos negros e brancos)

O que chama a atenção nas infradimensões é a presença maciça de magos negros. Assim como existem os rituais que transformam uma pessoa em mago branco, existem também os rituais que desenvolvem o órgão kundartiguador fazendo nascer o mago negro, com poderes sobre os elementos da natureza igualmente ao mago branco. Quem é mais forte?

Os magos sempre estão em eterna luta, são travadas verdadeiras batalhas nos mundos astral e mental, o desenvolvimento espiritual (negro ou branco) de cada um deles, lhes dá a vitória ou a derrota em uma luta.

O mago branco possui uma espada flamígera, sim de fogo puro, que se desenvolve de acordo com o seu grau esotérico, estando este relacionado com o seu trabalho na magia sexual. O mago negro possui uma espada de madeira. Os magos negros, bruxas e zangões e aprendizes de tantrismo negro habitam as regiões inferiores da natureza, inclusive a região inferior da quarta dimensão. Assim uma bruxa (aquela mulher que trabalhou no tantrismo negro) pode submergir com corpo físico na quarta dimensão, viajar pelos ares e tudo o mais, elas não usam vassouras, mas é comum vê-las em seus feitiços utilizando o famoso caldeirão de cobre.

A junção de magos formam uma Loja. Existem duas: a Branca e a Negra, ambas possuem seus regulamentos e hierarquias. Os adeptos devem respeitar todas as ordens emanadas de seus superiores sob a pena de ser expulso da Loja. As hierarquias observam criteriosamente ao iniciante para ver se ele merece ou não participar da confraria. Em nosso sistema solar a hierarquia Branca de mais alto grau é o Venerável Logos Solar ou Cristo Jesus, e a negra é o Anjo Caído Lúcifer, que hoje se encontra involuindo (purgando) nos círculos dantesco.

Lúcifer deve permanecer ainda por muito tempo trancafiado nas infradimensões, o termo trancafiado significa que ele não tem permissão para reencarnar e a medida que ele se infiltra nas infradimensões seus corpos existenciais vão sendo destruídos até que por ultimo se dissolva no reino mineral. É muito difícil determinar o tempo que uma pessoa demora para sair do inferno, mas uma pessoa comum e corrente demora bem menos do que aquela que já possuindo o conhecimento esotérico e tenha criado seus corpos solares ou Existenciais do Ser, desista do Trabalho Intimo, estes ficarão por milhões e até mesmo trilhões de anos como habitantes dos referidos círculos. O comandante da Loja Negra hoje é o anjo caído Javé.

O mago branco possui uma espada flamígera, sim de fogo puro, que se desenvolve de acordo com o seu grau esotérico, estando este relacionado com o seu trabalho na magia sexual. O mago negro possui uma espada de madeira. Os magos negros, bruxas e zangões e aprendizes de tantrismo negro habitam as regiões inferiores da natureza, inclusive a região inferior da quarta dimensão. Assim uma bruxa (aquela mulher que trabalhou no tantrismo negro) pode submergir com corpo físico na quarta dimensão, viajar pelos ares e tudo o mais, elas não usam vassouras, mas é comum vê-las em seus feitiços utilizando o famoso caldeirão de cobre.

A junção de magos formam uma Loja. Existem duas: a Branca e a Negra, ambas possuem seus regulamentos e hierarquias. Os adeptos devem respeitar todas as ordens emanadas de seus superiores sob a pena de ser expulso da Loja. As hierarquias observam criteriosamente ao iniciante para ver se ele merece ou não participar da confraria. Em nosso sistema solar a hierarquia Branca de mais alto grau é o Venerável Logos Solar ou Cristo Jesus, e a negra é o Anjo Caído Lúcifer, que hoje se encontra involuindo (purgando) nos círculos dantesco. Lúcifer deve permanecer ainda por muito tempo trancafiado nas infradimensões, o termo trancafiado significa que ele não tem permissão para reencarnar e a medida que ele se infiltra nas infradimensões seus corpos existenciais vão sendo destruídos até que por ultimo se dissolva no reino mineral.

É muito difícil determinar o tempo que uma pessoa demora para sair do inferno, mas uma pessoa comum e corrente demora bem menos do que aquela que já possuindo o conhecimento esotérico e tenha criado seus corpos solares ou Existenciais do Ser, desista do Trabalho Intimo, estes ficarão por milhões e até mesmo trilhões de anos como habitantes dos referidos círculos. O comandante da Loja Negra hoje é o anjo caído Javé.


Fonte: http://www.caminhodonirvana.net/