sábado, 9 de junho de 2012

Tudo isso é Pacto

O planeta Terra possui 7 bilhões de pessoas encarnadas. Dizem alguns esotéricos que do “lado de fora” existem mais 50 bilhões de almas esperando a sua vez para entrar no corpo físico. Informo a todos que isso é uma grande balela. Mas esse não é o foco do meu post por enquanto.

Ao escrever esse texto, quero falar algo muito importante que é esquecido por estudiosos dos assuntos espirituais. Trata-se dos pactos. Caros amigos, ninguém está encarnado nesse planeta sem ter estabelecido algum tipo de pacto. Repito. Ninguém.

Importante salientar que fazer pactos não é uma coisa obrigatoriamente ruim. Tudo em nossa existência física começa com um pacto. Porém, a ele é dado outro nome, por exemplo: acordo, contrato, juramento, trato ou união. Tudo isso é pacto. O problema não é o pacto, mas sim a sua natureza e o seu propósito.

Muitos indivíduos assumem contratos positivos com influência sobre o planeta e sobre os demais seres. Outros formalizam contratos negativos, cujo não cumprimento implica em dívidas cruéis com seres de fraternidades perversas do astral. Minha constatação e intuição me dizem que a maioria de nós assume ligações tenebrosas para sobreviver nesse planeta. Esses pactos ficam dentro de nós, guardados e atuantes, inconfessáveis, aparentemente esquecidos.

Ao contrário do que muitos pensam, não importa a condição social, pessoal, emocional ou econômica dos indivíduos que estabeleceram pactos negativos. Não pensem que os ricos, intelectuais ou pessoas de poder estão necessariamente pactuados com forças malignas.

Há muitos pobres, mendigos ou religiosos a serviço de poderosas organizações criminosas do mundo astral. E na Terra se fazem de pobres coitados, necessitados de amor e misericórdia. Eles são soldados de organizações que visam ao controle mental e amocional dos humanos. Quem cai em seus apelos se dá muito mal.

Os propósitos desses seres são: eternizar o sofrimento, a miséria espiritual, manter falsas crenças, gerar conflitos, ampliar a violência, entre outros.

Autor: Gesiel Albuquerque

Anjos, deuses e equívocos

Outro equívoco muito comum é contatar um representante angélico que obedece ou segue as normas do seu coordenador e acharmos que estamos interagindo diretamente com o coordenador-chefe. Por exemplo, se um anjo vem em nosso auxílio na cor azul e portar um instrumento de corte de cordões energéticos na forma que podemos relacionar a uma espada por visão interna, não quer dizer que estamos lidando diretamente com o Arcanjo Miguel.

A diferença será apenas na vaidade e orgulho quando afirmarmos isto para nós mesmos ou para outros, porque o efeito do auxílio aconteceu exatamente como deveria ter acontecido por intermédio de anjos “mais simples”, mas sob o comando real (apesar de “distante”) de Miguel. Exemplo claro disto tive quando desci às Trevas Totais e depois “visualizei” uma “espada azul” tênue cortando vínculos com aquelas regiões.

Certa vez, há muitos anos atrás, fui convidada a participar de uma reunião espiritualista na qual o centro das atenções seria um médium muito conhecido. Eu não estava nem um pouco preocupada com este encontro, mas meus Instrutores sim. Então, durante a tarde que precedeu a reunião, fui levada ao “mundo dos anjos” e de lá saí com quatro anjos protetores (estes portavam escudos e se posicionaram ao meu redor de acordo com as Quatro Direções Cardeais) e um bem maior que se investiu na minha aura (não era o meu Eu Anjo). Ele se mostrou para mim na cor azul e carregava uma “espada azul”.  

O fato é que tive conhecimento de que várias mulheres que participaram daquela reunião foram perseguidas no Astral posteriormente por aquele médium; algumas até correram risco de vida por meio de magias escusas, por não terem cedido às vontades daquele ser. Na 3D, ele parecia uma pessoa respeitadora e “inofensiva”; no Astral, mostrava suas ligações explícitas com as Trevas. Só então fui compreender a proteção extra que tinha recebido pelos guardiões angélicos e por “Miguel” (ou, como algumas pessoas gostam de dizer: “São Miguel Arcanjo”).

Autora Wyliah
Trecho retirado do livro: “Luz e Treva: Compreendendo a Dualidade”
Disponível em:
http://www.umanovaera.com/uma_nova_era/anjos_deuses_e_equivocos.htm