sábado, 25 de fevereiro de 2012

Partícula mais rápida que a luz era falsa, diz revista


Medição errada foi provocado por má conexão entre GPS e computador.

Em setembro do ano passado, um grupo de pesquisadores deixou a comunidade científica em suspense ao revelar partículas subatômicas chamadas “neutrinos” com velocidade superior a da luz.

O fato sacudiu o mundo científico porque colocava em xeque as respeitadas teorias de Albert Einstein sobre as leis do universo.

Muitos especialistas, no entanto, insinuaram a possibilidade de um possível erro do laboratório responsável pelo estudo, afirmando que a medição de neutrinos é uma tarefa extremamente difícil de ser realizada.

Agora, uma notícia publicada pelo site da revista "Science", nesta quarta-feira (22) mostrou que, no fim das contas, os críticos estavam certos.

Segundo a publicação, fontes ligadas à experiência afirmaram que uma má conexão entre o GPS utilizado para corrigir o momento da chegada dos neutrinos e um computador é a origem do erro.

Os experimentos, realizados ao longo de três anos, mostravam que neutrinos haviam percorrido os 730 km entre o laboratório Cern, em Genebra, na Suiça, até Gran Sasso, na Itália, a 300.006 km/seg, ou seja, 60 nanossegundos mais rápido do que a luz.

De acordo com as fontes, os 60 nanossegundos de vantagem registrados pelos neutrinos sobre a velocidade da luz foram resultado dessa má conexão entre um GPS e um computador.

Se os resultados tivessem sido confirmados como verdadeiros, todo o conceito sobre o Universo teria que ser revisto e ideias como viagens no tempo se tornariam teoricamente possíveis. Agora, novos estudos serão necessários para confirmar a origem do erro.

Fonte: Science

http://tecnologia.br.msn.com/noticias/partícula-mais-rápida-que-a-luz-era-falsa-diz-revista

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Físico prevê o fim dos computadores


O físico teórico Michio Kaku, professor da Universidade de Nova York e co-criador da "Teoria das Cordas", afirmou que o computador como o conhecemos hoje terá desaparecido em 2020. “No futuro, eles estarão em todos os lugares e em lugar nenhum”, disse o cientista durante palestra realizada na Campus Party em 11 de fevereiro.

Na ocasião, Kaku fez um exercício de futurologia mostrando como será o mundo nos próximos 30 anos. Segundo ele, tanto os computadores como a internet serão como a eletricidade é hoje. “Ambos estarão presentes nos tetos, no subsolo, nas paredes e nos aparelhos”, afirmou.

O professor da Universidade de Nova York foi além e disse que a internet estará nos óculos e nas lentes de contato das pessoas. “Você será capaz de ver todas as informações biográficas de um individuo só olhando para ele. Encontrar sua alma gêmea será tarefa fácil”, brincou.

Outra revolução que está a caminho é na área da medicina. Kaku afirmou que, em um futuro próximo, a tecnologia levará o homem a um estado perfeito de saúde. Segundo ele, o câncer irá desaparecer. "Escrevam isso: a palavra tumor não mais existirá na nossa língua".

Na visão do físico, as pílulas terão chips e microcâmeras que escanearão o corpo humano por dentro. Uma vez localizada a ameaça, nano-robôs serão introduzidos para combater o câncer célula por célula sem a necessidade de cirurgias ou intervenção direta dos médicos.

Autor: Pedro Sirna
Disponível em: http://tecnologia.br.msn.com/noticias/físico-prevê-o-fim-dos-computadores

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Sobre os pactos


Fazer pactos é uma prática muito comum entre nós humanos. Na verdade, tudo começa com um pacto: o casamento é um pacto, o emprego é um pacto, e por aí vai. Desde que o homem existe aqui, ou nas diversas interdimensões, ele tem realizado pactos com forças, às vezes, desconhecidas com a intenção principal de obter proteção. Com o passar do tempo essa intenção foi se ampliando para a aquisição de bens materiais, poder, reconhecimento, etc.

O que não se tem observado, no entanto, é a pesadíssima cobrança desses pactos por parte de quem os oferece. Isto é, quem dá proteção, dinheiro, mulheres, poder ao seu pactuado, também quer algo muito valioso em troca. E garanto a vocês que não se trata de obter a alma da vítima em sacrifício.

Os pactuadores querem muito mais do que a alma da pessoa. Eles querem extrair dela todas as suas energias vitais, para lhes servir de alimento e de controle sobre o pactuado. Dessa forma, uma vez firmado um pacto qualquer que seja, a cobrança será muito pesada. Se a pessoa resolver não pagá-lo, aí sim é que o sofrimento aumenta, pois os ofertantes farão de tudo para retirar tudo o que deram e buscarão destruir por completo a vida do pactuado inadimplente.

É preciso ter muito cuidado ao fazer esses pactos sombrios, pois no momento da troca, eles parecem ser inofensivos; porém não passam de embustes dos seres tenebrosos que vivem cooptando almas por todo o universo com vistas a continuarem vivos e fortalecidos, roubando a energia, a vontade e a vida das outras criaturas.

Autor: Gesiel Albuquerque

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Histrionismo

O Transtorno de Personalidade Histriônica ou Histérica (TPH) é uma desordem de personalidade (incluída no grupo B "dramáticos, imprevisíveis ou irregulares" - Borderline, Histriônica, Anti-Social e Narcisista), representada por pessoas dramáticas, exageradas, sedutoras, que tendem a chamar atenção para si mesmas e controlam pessoas e circunstâncias para conseguirem o que querem - manipuladores.

É um distúrbio de personalidade que pode ocorrer concomitante ao Transtorno de Personalidade Limítrofe (Borderline) e, por isso, compartilham várias características em comum. Além disso, histriônicos têm uma probabilidade maior de adquirir depressão do que a maioria das pessoas.

Muitas das pessoas desejam ter admiração de outros, mas pessoas com personalidade histriônica têm uma necessidade doentia e constante de atenção, engajando-se sempre em comportamentos excessivos para atrair atenção para si, com frequente dependência de aprovação e elogios de outros para se sentirem bem. Sua relação com o sexo oposto com frequência é caracterizada pela necessidade de sedução, sobretudo nas relações afetivas autênticas. Erotizam suas relações sociais, mesmo as inapropriadas; eles têm sempre uma imensa vontade de seduzir. Entretanto, histriônicos tendem a evitar relações afetivas autênticas, profundas e íntimas (ex.: namoro).

Pessoas histriônicas não conseguem viver sem atenção. Carentes, elas acreditam que só são felizes com pessoas dando atenção a elas a todo instante, e acham que outros irão dar atenção apenas se agirem por extremos caminhos. Eles se consideram um "nada", caso fiquem sem atenção. Esses indivíduos têm profundos sentimentos de aborrecimento e tristeza caso se sintam ignorados, excluídos, rejeitados ou abandonados e ficam mal humorados facilmente se percebem que as pessoas não o responderam positivamente.

Autor: Manoel Brandão Neto
Site: http://doutordaalma.blogspot.com/2011/02/histrionismo-vontade-exagerada-de-ser.html

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Vicios e viciados

Muita gente se vê apegada a vícios orgânicos de difícil tratamento. Como exemplo, temos o vício da gula, o vício do jogo e o das drogas, entre outros. Entretanto, mais do que combater as fraquezas do corpo carnal, é necessário que se combatam as fraquezas da alma; pois são elas as geradoras e mantenedoras dos vícios que se exteriorizam no ser humano.

Muitos indivíduos nem se dão conta, por exemplo, que fazer fofocas incomensuravelmente, ou não querer viver sem uma determinada pessoa, ao ponto de matá-la, são também formas de vícios que demonstram o quanto o espírito está aleijado pela maledicência e pelo desejo de controlar a vida alheia.

O processo de tratamento de qualquer vício começa com a identificação daquilo que nos prendem emocional e espiritualmente ao objeto viciado. Não adianta tratar apenas o corpo, pois os efeitos serão pequenos e, quase sempre, as causas retornam com maior força.

Convém dizer também que a cura está verdadeiramente dentro de cada um. Os que estão lá fora, só poderão ajudar em parte; eu diria em até 10%. Os outros 90% ficam por nossa conta e a vontade de assumir novamente os rumos da nossa existência.

Autor: Gesiel Albuquerque