segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Sobre as vidas passadas

Ao contrário do que muitas seitas pregam a respeito das vidas supostamente passadas, este blog informa que não há somente vidas no passado, mas, vidas simultâneas e futuras ocorrendo neste momento. Significa dizer que neste exato momento em que você está lendo este artigo, outros EUs seus, assim como os meus, estão em plena manifestação em outros mundos e realidades dimensionais.

É preciso que você saiba que muito do que sofre física e espiritualmente, nem sempre, está ligado a uma vida passada ou ao que você faz na 3D; e sim, ao que você faz ou estão fazendo contra sua consciênica em outros mundos. Às vezes, o indivíduo é um “santo” na Terra, mas em outros mundos há partes suas extremamente perversas; e quando capturado por seus inimigos, sofre as maiores atrocidades, o que acaba se refletindo no seu Eu encarnado aqui.

Há também casos em que os trabalhadores do universo-luz, quando são capturados pelos seres do universo-trevas, sofrem torturas, roubos de energia, e implantações de objetos em seus corpos astrais. Feito isso, os tenebrosos buscam implementar as mais perversas técnicas de magia negra contra os trabalhadores da luz, na intenção de aniquilá-los totalmente onde quer que eles estejam dentro dos universos. Todo esse processo, não importa a dimensão ou o período em que ocorra, se reflete diretamente sobre o indivíduo, quando encarnado aqui.

Os terapeutas regressivos poderiam tentar esta experiência: levar o seu paciente ao futuro ou a dimensões paralelas, a fim de buscar as causas das suas aflições desta existência. Garanto que o resultado será surpreendente. Só precisa haver boa vontade e crença nesta possibilidade. Detalhe: o paciente não precisa saber a qual tempo ele estará sendo conduzido. Um terapeuta habilidoso fará isso com maesteia e pouco incômodo.

Autor: Gesiel Albuquerque

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Astrônomo católico: “Não há contradição entre a religião e vida extraterrestre”

Padre José Gabriel Funes, diretor do Observatório de Astronomia do Vaticano, conversou com o iG sobre ETs, Deus e a origem do Universo.

Beatriz Merched, iG Rio de Janeiro | 18/08/2011 16:33

O padre argentino José Gabriel Funes não gosta de polêmicas, embora seu nome sempre seja citado quando o assunto envolve vida extraterrestre e a crença na religião católica. Astrônomo e diretor do Observatório de Astronomia do Vaticano, o religioso, que já declarou acreditar na possibilidade de Deus ter criado vidas em outros planetas, garante que não vive em conflito com a Igreja Católica. “Não existem contradições e oposições. O interesse científico é o que me motiva. Busco Deus em tudo o que faço e o encontro em minhas pesquisas também”.
O interesse pelas estrelas começou cedo. Mais precisamente quando o primeiro astronauta pousou na Lua e ele tinha apenas 6 anos. E sua ordenação como membro da ordem jesuíta só aconteceu na fase adulta. Hoje, aos 48 anos, o padre se orgulha de poder participar de palestras e seminários de estudo sobre a formação das galáxias. “Encontro todo o apoio possível do Santo Padre às minhas pesquisas”, afirma, referindo-se ao Papa Bento XVI.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/astronomo+catolico+nao+ha+contradicao+entre+a+religiao+e+vida+extraterrestre/n1597162899874.html

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Ovóides

Os obsessores desencarnados utilizam-se dos ovóides para intensificar o cerco às suas vítimas. Imantando-as (como sanguessuga agarrada à sua vítima, sugando o sangue que serve de alimento) nos pontos energéticos (chakras) do nosso corpo físico, como no chakra genésico, no chakra coronário e no chakra esplênico, alimentando-se das energias humanas para sentir o gosto, o cheiro e o sabor da vida material e dos prazeres mundanos deixados pela morte do corpo físico. Com este assédio, a estrutura espiritual do ser vai ficando enfraquecida.
Instala-se então o chamado parasitismo espiritual, através do qual o obsediado passa a viver o clima criado pelos obsessores e agravado pelas ondas mentais altamente perturbadoras dos ovoides. É uma subjugação gravíssima que pode lesar o cérebro ou outros órgãos que estejam sendo visados. Mesmo depois da retirada destes ovoides do corpo astral, pela equipe socorrista, danos podem ser causados às tecelagens sutis do corpo físico, contaminando as células do organismo.

E não é só a forma que importa, mas, também, a concentração dos princípios vitais, como no ovo das aves, dos répteis, etc. Os espíritos ovóides são os mais comuns no mundo invisível que nos cerca. Eles enxergam e ouvem, num raio de dois metros em torno deles. Sua capacidade de aderência é espantosa. Por invisíveis mecanismo de ódio, eles aderem ao encarnado, e provocam os mais variados sintomas de moléstias, em sua maioria de ordem convulsiva.

A esses seres se devem doenças como labirintite, meningite, deformações da coluna, disritmia e inúmeras formas de distúrbios mentais e neurológicos.

Sua aderência se faz de duas maneiras: por compressão e por vampirismo. Atuam como corpos estranhos no organismo e, ao mesmo tempo, como sanguessugas, alimentando-se de nutrientes nobres do organismo, como hormônios e plasmas sutis. (...)

O afastamento só existe quando se completa o equilíbrio, quando há o refazimento total do prejuízo sofrido pelo espírito cobrador.

Na verdade, no caso dos ovóides, o problema é de difícil solução mediúnica. Para que haja completa solução na obsessão ovoidiana, é necessário a capacidade mediúnica astral, isto é, médiuns que tragam o contato efetivo dos Médicos Espirituais ao paciente.

Fontes de pesquisa:

http://www.obstumaran.com.br/doutrina/15-o/549-ovoide.html e
Tia Neiva – “Sob os Olhos da Clarividente"

http://www.oconsolador.com.br/ano3/112/eduardo_augusto.html 
EDUARDO AUGUSTO LOURENÇO

eduardoalourenco@hotmail.com
Americana, São Paulo (Brasil)


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Cachorros e gatos

Somente os mais extremos defensores do caráter único do homem negariam a vida consciente dos mamíferos domésticos como gatos e cachorros. Eles evidentemente não estão anestesiados (insensíveis) — o critério mais elementar para a determinação de se algo é consciente. Eles se movimentam envolvendo-se em atividades espontâneas e propositadas, têm uma capacidade indubitável de sentir prazer ou dor, aprendem de seu ambiente e adaptam-se a ele e, ao menos até certo ponto, são dotados de livre-arbítrio — eles são capazes de fazer e de fato fazem escolhas. O senso comum associa todas essas coisas à consciência, no caso dos seres humanos. Se os gatos e cães também desfrutam de uma "vida interior" como nós, ou se possuem um senso do "eu", é algo sem resposta por parte dos defensores de ambas as teses, mas em geral não temos dificuldade para perceber que são também criaturas conscientes.

Autora: Danah Zoar
Do livro: "O ser Quântico"