sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Sobre os implantes astrais

Implantes astrais são aparelhos e dispositivos instalados na pessoa, com finalidades escusas, administrados por consciências muito inteligentes e hábeis na arte de controlar e fazer sofrer. Implante é uma tecnologia avançada proveniente de outros planetas, dos quais os seus inventores foram expulsos, ou os destruíram com os seus experimentos.
 
A humanidade está aqui há milhares de anos e fomos trazidos por seres poderosos e co-criadores de mundos. Digo co-criadores porque o nosso planeta foi elaborado e delineado para atender as nossas necessidades físicas, fisiológicas energéticas, além dos interesses daqueles que nos criaram.

As razões para a nossa existência são misteriosas, e quem diga ou busque dar uma resposta a este fenômeno, estará deliberadamente buscando enganar. É fato, no entanto, que servimos de “alimento” para as consciências astrais que nos controlam. De nós, eles sugam (roubam), ou recebem de bom grado, a energiamental, emocional e sexual que produzimos. Somos fonte de energia que os agrada por demais. E desta energia, eles (ETs, magos negros, elementais, etc.) se nutrem com muito gosto.
 
Uma das formas de impedir que o “rebanho” se disperse, ou ainda, que algum indivíduo se insurja contra a matriz de controle, ocorre através dos implantes. Com eles, é possível monitorar as mentes, controlar impulsos, vontades e desejos das consciências e perceber quando um “espertinho” resolve fugir. Ou ainda, quando estes maiorais resolvem elevar ou destruir a vida de alguém, ou outras tantas ações belicosas.
 
Formato dos implantes
 
Os implantes possuem formas e conteúdos variados. Podem ser colocados em qualquer parte do corpo físico ou dos corpos astrais, podem ser palpáveis ou etéreos. Ao contrário do que muita gente pensa, a maioria dos implantes é etérea, por uma razão muito simples: para não serem detectados pelos aparelhos terráqueos.
 
Os implantes são colocados durante o sono, em qualquer fase da vida. São substituídos quando perdem a validade ou quando sofrem alguma avaria, podem ser ajustados a qualquer tempo. Tudo durante o sono. E a pessoa nunca percebe.
 
Tipos de implantes
 
Aparelhos controlados à distância, dispositivos auto-iniciáveis, entidades hipnotizadas, chips, código de barras, insetos bio-artificiais, agulhas, bolhas macabras, ovóides, cristais geométricos, ferramentas, eletrodos, placas semelhantes às de computador, entre outros tantos. Alguns destes objetos são instalados em clones, que refletem toda a sua programação nos indivíduos-alvo.  Por isso é que as equipes de ajuda procuram e não encontram.
 
Locais preferidos dos implantadores
 
Os locais mais comuns onde se fixam os implantes são na coluna vertebral (do corpo astral) no pescoço (nuca), nastêmporas, no estômago e nas partes genitais. Algumas destas peças, com o passar do tempo, se adaptam de tal forma ao corpo energético do indivíduo, que somente equipes muito avançadas tecnologicamente, podem detectá-los e retirá-los. De outra forma, eles se tornam imperceptíveis.
 
Relato
 
Já presenciei a colocação de implantes e confesso que não é algo agradável de se ver. Os objetos são parafusados e se projetam holograficamente em todos os corpos energéticos do indivíduo. É algo muito negativo e de resultados destruidores. Estranhamente, há quem aceite ter estas coisas fixadas em si (Normalmente, fruto de pactos). Quando percebem a bobagem que fizeram já é tarde, o estrago já está feito. A cura (recuperação), quando se dá, é lenta e dolorosa.
 
Se temos implantes?
 
Todos temos implantes. Eu disse todos, ninguém escapa. Existem por aí alguns tratamentos cretinos vendendo a retirada destas coisas através de orações, “luz de Saint German”, geometria sagrada (?), decretos, quebra de pactos, etc.. Tudo bobagem. Implantes não saem com oração ou coisas do gênero, eles só são retirados através de cirurgia. Ou seja, é preciso invadir o corpo astral, cortar ou desparafusar estes dispositivos, ou ainda desintegrá-los com uma radiação específica que só as equipes muito preparadas possuem.
 
O que acontece em muitos “tratamentos” é que as pessoas são induzidas a achar que foram limpas destes objetos. Alguns tratamentos surtem algum resultado, porém, temporário. Isto é, eles retiram apenas aqueles implantes bobos, superficiais; enquanto os mais perigosos estão alojados em camadas profundas dos corpos, ou até em clones aprisionados em outras dimensões (escondidas) conectadas ao indivíduo.
 
Autor: Gesiel Albuquerque

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

França, 2015: somos todos um

Quanto aos atentados ocorridos na França em Janeiro deste ano, o mundo ficou chocado com a brutalidade cometida pelos terroristas islâmicos que, na ânsia de vingar o profeta Maomé, não pouparam tiros contra os alvos e alguns inocentes. O fato realmente foi trágico e chocou a opinião pública mundial.

Je ne suis pas Charles Hebdo!

Líderes políticos, religiosos e a sociedade organizada se mobilizaram contra tais crimes e em favor da liberdade de expressão. Há muito tempo, a humanidade vem brigando por garantias à sua liberdade de não só se locomover, mas também expressar o que pensa e sente. Mas..., tem um quê nisso tudo.

Em que pese a perversidade dos atos e o ataque à dita liberdade de expressão, e também a mobilização de milhões de pessoas em favor da vida, não posso deixar de registrar a covardia de quase todos envolvidos nestas mobilizações por não criticarem também as atitudes dos cartunistas mortos.

Foi uma barbárie, isso é fato. Mas eles (os cartunistas) já vinham provocando a religião islâmica e seu símbolo maior (o profeta Maomé) há tempos. As minhas perguntas são: a troco de quê? Qual lado, de fato, é o intolerante, o dos cartunistas ou o islâmico?

Busquei entender (e não consegui) a razão de um jornal publicar em suas páginas desenhos do profeta Maomé, ajoelhado, de quatro, com os testículos à mostra, ou fazendo sexo anal em Deus (supostamente), com um triângulo enfiado no ânus; ou ainda beijando outro homem. Volto a me perguntar: a troco de quê? O que buscavam os cartunistas com estas ações? Por que mexer com símbolos sagrados de uma religião? Ainda não encontrei resposta.

Je ne suis pas Charles Hebdo!

A mídia tem divulgado, com tanta ênfase, a importância do respeito ao direito de se expressar. Mas expressar-se desta forma? É isto que significa exercer a liberdade de expressão? Atingir conteúdos e símbolos considerados intocáveis, para os seguidores de uma religião, é a opção mais inteligente? E alguns acham que foram covardemente atingidos na sua lntegridade? Tenho minhas dúvidas.

Sou totalmente contrário aos atos terroristas, principalmente pelas mortes dos inocentes. Mas acho que os cartunistascutucaram a onça com a vara curta, e não deveriam tê-lo feito. Mexeram em um vespeiro quando não precisavam disso. Mesmo que não suportassem a religião islâmica, seus métodos e crenças, eles deveriam tê-la respeitado e mantido uma distância saudável em relação aos seus seguidores. Porém, fizeram o oposto. E pagaram caro por isso.

Mesmo sensível à dor que o mundo inteiro passa neste momento, não posso deixar de registrar a falta de consideração dos cartunistas mortos, sob o pretexto de usarem a sua liberdade para expressar o que pensavam e o que sentiam, inclusive os seus preconceitos e intolerâncias.

Para aumentar a confusão, uma semana após esta tragédia, o jornal Charlie Hebdo divulga outras charges com o profeta Maomé. É no mínimo uma afronta ao Islamismo e um desrespeito aos que se posicionaram a favor deste jornal. Vejo isso como um convite a novos atentados para os quais os seguidores de Maomé só irão esperar a poeira abaixar.

Ter consideração pelas religiões alheias é bom, conserva os dentes e a vida. Podemos emitir as nossas opiniões com respeito às diferenças, e nunca com desdém. Isso significa exercer a liberdade de expressão. Afinal, se as chargesfossem contra o Cristianismo não haveria reação semelhante? Aqui no Brasil na haveria mortes, porque os cristãos daqui são mais pacíficos. Mas em países como Irlanda, Escócia e Suécia, a coisa seria muito diferente. Repito, respeito é bom e conserva os dentes. Porque, no final das contas, somos todos um.

Je ne suis pas Charles Hebdo!

Autor: Gesiel Albuquerque

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Verdade seja dita

Esta história antiga e repetida sobre a luta entre o bem e o mal já não convence alguns indivíduos mais questionadores e estudiosos. Basta uma análise mais criteriosa, e com base em preceitos científico-quânticos, que perceberemos algo pouco consistente no conjunto das chamadas verdades universais.
Não sou cético, e aviso logo, antes que alguém deturpe as minhas palavras e pense que estou querendo derrocar as bases das crenças religiosas. Aliás, pelas religiões tenho respeito. Mas não aceito muitos conteúdos e dogmas que elas professam.
Voltando ao assunto “guerra entre o bem e o mal”, quero dizer que bem e mal, enquanto forças contrárias, ou energias dissonantes, não existem. O que vale, de fato, são as intenções de cada consciência. Ou seja, o que conta é a mola propulsora da sua caminhada na Grande Obra. E isso em nada tem a ver com crenças, fé ou rituais.
Somos essência única e, do ponto de vista energético, os trabalhadores do bem não se diferenciam dos trabalhadores do mal. Quero dizer, a fonte é a mesma e a energia pulsante é igual. O que muda são as verdadeiras e recônditas intenções que habitam os nossos corações. Os que têm intenções construtivas, ocupam-se da missão de sempre contribuir. Já os que acham que a destruição é a melhor forma para construir, se ocuparão da demolição dos projetos.
Como eu disse, bem e mal não são forças contrárias. A verdade é a seguinte: o fluxo energético funciona como um termômetro que mede os graus de calor ou de frio. Importante: A Física tradicional, através da Termodinâmica, comprovou que não existe o frio, e sim uma condição de menos calor. Isto é, quando você pensa que está fazendo frio, na verdade está fazendo menos calor. Portanto, frio e calor não são temperaturas contrárias; mas sim, a diminuição ou o aumento da mesma temperatura. 

Já se perguntou por que começamos a tremer quando estamos com frio? Porque o corpo precisa gerar calor através da agitação. Assim, num ambiente de baixa temperatura, nosso corpo, involuntariamente, passa a se agitar com muita intensidade, a fim de elevar o calor e não permitir a ocorrência da hipotermia. Com a energia animadora das entidades não é diferente. Em sendo assim, o ponteiro do nosso termômetro irá pender para (+) bem e (–) bem; ou (+) mal e (–) mal, dependendo do que objetivamos fazer e da ecologia do sistema no qual estamos inseridos. E neste contexto, as dissimulações não têm qualquer valor. Ou seja, vale o que somos, e não o que fingimos ser.   
               Digamos, então, que os chamados espíritos superiores estão na extremidade da régua termométrica, ocupando o grau elevado da energia + bem, e consequentemente - Mal. Enquanto isso, os chamados espíritos inferiores (que de inferiores não têm nada, pois são muito inteligentes para destruir), ocupam a extremidade oposta da régua, na condição + mal, e por sequência, - Bem. Reparem que não tem essa lenda de inferiores e superiores. Todos estão em algum nível da régua e são poderosos tanto uns quanto os outros. O que os diferenciam, repito, são as suas verdadeiras intenções.

Se esta não fosse a real condição das consciências neste universo, não haveria qualquer possibilidade de regeneração moral (?) dos mesmos, pois o indivíduo não poderia mudar a fonte da sua energia criadora. Pela visão tradicional, existem seres maldosos e perversos, os quais hasteiam a bandeira do mal. Na visão quântica, estes seres fazem parte do mesmo arcabouço energético em que estão os seres do bem, mas ambos possuem propósitos diferentes.
Isso significa, também, que tanto os seres maldosos podem fazer o bem, quantos os bondosos podem fazer o mal. E eu não estou levando em consideração o contexto de cada realidade. Senão, teríamos que questionar para quem, ou o quê, serviria o bem; e para quem, ou o quê, serviria o mal. Significaria dizer que o mal/bem para uma consciência teria um valor, enquanto para outra, não teria. 
Concluo, então, dizendo que todos temos a força dentro nós. E todos temos os lados sombra e luz, se assim quiserem chamar. Ninguém é totalmente santo e ninguém é totalmente demônio. Esta constatação dependerá das escolhas, das intenções, do contexto, o qual sempre permite mudanças. Porém mudar de intenções sai muito, muito caro; tanto para um lado quanto para o outro. 
Mas não se enganem, um dia o indivíduo cansa de ser bom ou cansa de ser mal. Acredito, entretanto, que mudanças sejam a exceção neste processo. A nossa visão maniqueísta da realidade só nos permite enxergar os dois lados supostamente diferentes: luz e trevas. Mas a realidade é outra: não existe luz sem as trevas e não existem trevas sem a luz, está tudo no mesmo fluxo, e cada uma tem o seu papel na Criação. Verdade seja dita, cabe a nós, consciências, aprendermos a equilibrar estas forças.

Autor: Gesiel Albuquerque

sábado, 3 de janeiro de 2015

Nossas Múltiplas vidas

A existência, ao contrário do que muitos espiritualistas divulgam, não é linear, começando de baixo para cima ou do zero ao infinito. A existência, ou melhor: as existências são múltiplas e simultâneas. Isso mesmo! Vivemos aqui e em outros espaços e dimensões ao mesmo tempo. 

A ciência já cansou de provar que o tempo é uno e não se divide em passado, presente e futuro. Tal divisão é meramente didática e objetiva dar certa noção de continuidade às nossas mentes viciadas em uma visão tridimensional da realidade: inicio (altura), meio (largura) e fim (profundidade).

Se aceitarmos esta concepção simultânea da realidade, defendida pela ciência quântica, poderemos ter um entendimento ampliado do que significa a existência humana neste planeta e nesta região do espaço sideral. Com isso, passaremos a relativizar, isto é, a aceitar a relativização desta mesma realidade na qual estamos inseridos.

Ao aplicarmos a relatividade observacional nas nossas análises, perceberemos algumas respostas às tantas perguntas que não têm respostas e que nos inquietam tanto. Percebam que estamos presos a uma compreensão de bem e mal,certo e errado, pecado e perdão, felicidade e sofrimento atrelada à dualidade mental que internalizamos desde o nascimento.

É por isso que muita gente tem receio de sair desta dualidade. Pois se darão conta de que muitas coisas nas quais acreditam e têm como verdades inexoráveis, não passam de construções psicológicas pouco consistentes, quando confrontadas com a noção de espaço, tempo e gravidade. Certos conceitos e crenças milenares cairiam por terra. E aí? O que fariam depois, sabendo que nada do que aprenderam, ou em quem acreditavam, se confirmara perante a grande existência cósmica?

A partir desta observação relativista, é possível compreender o nosso caminho existencial e perceber que somos projeções de nós mesmo em diversos mundos e dimensões paralelas, e que estamos cumprindo scripts arquitetados pela Grande Mente Criadora: Deus. Em síntese, cada um tem o seu papel e o cumpre impreterivelmente.

É possível compreender também o porquê dos sofrimentos, das dores e alegrias que vivenciamos. Existem consciências (e não são poucas) muito atentas ao nosso projeto existencial e ao que representamos perante a Grande Obra. Alertas a isso, farão de tudo para nos interromper e nos anular, a fim de, mexendo no futuro (?) alterarem o nosso presente, e vice-versa.

Ao relativizarmos a nossa compreensão de vida permite-nos perceber o quão frágil é a conceituação de karma,segundo a opinião ocidental, que estranhamente atrela-o à Terceira Lei da Mecânica de Isaac Newton (1643-1727): “Se um corpo A aplicar uma força sobre um corpo B receberá deste uma força de mesma intensidade, mesma direção e de sentido contrário”. |FA-B| = |FB-A|. Princípio da ação e reação. 

Antes de Newton nascer, a noção de Karma já existia entre os povos budistas, hinduístas, janistas e outros. E não tinha esta concepção mecanicista e vingativa. Ainda assim, os conceitos de superação ou vingança relativizam-se quando confrontados com as forças que agem sobre nós, embora não sejam visíveis. Para tanto, é preciso escapar da dualidade e enxergar o tempo como de fato ele é: único, e sempre no agora.

Ao aceitarmos que somos um aglomerado de EUs atuando em vários tempos, espaços, situações e lugares, e que a ação de um desses EUs interfere diretamente na reação dos outros EUs em nós. (Não estou falando das outras pessoas. Estou falando de nós mesmos). Aí entenderemos que estamos todos interconectados e vivenciando exatamente aquilo que estamos programados para vivenciar. E isso não tem a ver com religião, crença ou fé.

Imaginemos a seguinte situação: João está no planeta Terra e passa por estranhos acontecimentos em sua existência. E isso lhe faz sofrer com perdas, inimigos atuais e antigos, insucessos pessoais, humilhações etc. Ele não entende porque passa por isso, já que é um cidadão de bem, cumpridor dos seus deveres  e até religioso. 

João procura ajuda que o alivia, mas não faz cessar a sua dor. Ele é informado que sofre porque praticou muito o mal em outras vidas, e acredita. Mal sabe ele que neste exato momento, suas partículas conscienciais homólogas estão a sofrer castigos em outros mundos (do futuro), porque descobriram que o seu projeto existencial estará sempre em oposição aos interesses dos maiorais do universo-verso, ou do universo-anverso. Em síntese, João estaria "pagando" um karma.

Observa-se, desta forma, que o tal karma dos erros do passado não passa de uma interpretação equivocada da realidade. Conclusão para o caso de João: nos comprometemos com tudo o que fazemos simultaneamente, no eterno agora. E isso não significa necesariamente um karma a pagar. Se fosse assim, este planeta não existiria, pois nele só tem devedores; e a cada dia chega mais.

Parece inverossímil e difícil de aceitar. Porém, basta percebermos que os propósitos da Grande Mente estão muitíssimo além do que imaginamos. E que somos oriundos da mesma fonte criadora. Em sendo assim, a noção de bem ou mal, certo ou e errado, culpa ou perdão, se perde no emaranhado das contextualizações atinentes a cada mundo ou dimensão. Isto é, cada lado faz as suas leis. E assim prosseguimos na Grande Obra, com as nossas múltiplas vidas, e executando os nossos scripts.
 

 Autor: Gesiel Albuquerque