domingo, 23 de novembro de 2014

O Poder da Palavra


A palavra tem força. Isso, todos sabemos. O que pouca gente sabe, ou esquece, é que a palavra cura. Aliás, a palavra também adoece. Com base nesta constatação, precisamos saber usá-la para que ela não produza o mal.


Refiro-me à palavra dita e sentida, ou pronunciada simplesmente. Portanto, todo o cuidado é pouco em relação ao que proferimos. Através dela, emitimos energia de desejo, que pode ser negativo ou positivo, dependendo das nossas reais intenções. Mesmo aquilo que é falado de forma irônica ou "sem maldade" pode plasmar no universo forças para torná-lo realidade.



Muita gente gosta de esbravejar e outras estão viciadas em vocábulos de baixo calão. Se elas vissem a cor, a textura e as formas que saem da sua boca, delineadas pelo seu pensamento e sentimento, certamente refletiriam melhor antes de proferir coisas imundas. Mas a palavra tem a cor, a forma e o cheiro que existem em nós. Ou seja, ela só reflete aquilo que realmente pensamos e sentimos.



No entanto, e por milagre de Deus, da mesma boca que saem coisas sujas, saem também coisas boas, quando estão impregnadas de sentimentos puros. É difícil ver isso em gente que só vibra na dor, na inveja, no ódio, no desprezo, na maldade, ainda que dissimulada. Infelizmente, muitos indivíduos vibram nesta energia ruim. Mas, como eu disse, num lapso de generosidade, eles mudam o seu padrão negativo. 



Através da palavra, podemos emitir energias puras de carinho, respeito, admiração, amor, força, solidariedade, etc. Também, através dela, podemos amaldiçoar, caluniar, denegrir, destruir, humilhar, produzir doenças, machucar ou conspirar. Tudo depende da energia que habita em nós. 



Somos o que somos porque a palavra nos moldou assim. A criação do mundo surgiu do verbo, nossas vidas estão como estão (bem ou mal) porque o verbo que proferimos (ou melhor, produzimos) reforça no éter universal a plasticidade doentia ou sadia das nossas emoções. Muita gente, adoecida psicologicamente, diz assim: "eu não consigo, sou incapaz/incompetente", "Deus/o mundo não gosta de mim", "Tudo dá errado pra mim", "Ninguém me respeita/gosta de mim", "Vivo para sofrer", "Fulano(a) é mais feliz do que eu", e outros tantos mantras alimentados pela psicologia adoecida das nossas razões.



Estas pessoas não sabem, ou não se tocam, que estão, continuamente, fazendo mal para si, pois reforçam perante o Universo a realidade que vivenciam. E estranhamente, acreditem, desenvolvem um prazer mórbido em viver assim, ainda que neguem inexoravelmente. Como resultado, torna-se mínima a possibilidade de mudança. Ou seja, a oportunidade de vivenciarem o oposto daquilo que acham merecer.



É difícil encontrar alguém que sinta, pense e deseje viver bem, ainda que não tenha ou não usufrua de tudo o que deseja. Que fale coisas positivas para si ou para os outros de forma sincera, no sentido de não estragar os fatos já prejudicados. Que perceba algo de bom naquilo que parece mal e que aproveite as experiências, supostamente ruins, como um aprendizado de vida e de luz. Mas que sempre esteja com o pensamento firme no bem que pode fazer a si e no mal que pode evitar. No geral, diante do aperto, as pessoas degringolam.



Não se deve confundir, entretanto, o uso negativo da força da palavra com o sagrado direito de se indignar, de criticar, de expor opiniões discordantes, de dizer o que pensa a quem merece ouvir, de expressar desconforto, chateação ou inconformismo com determinadas situações. Usar a força do verbo não siginifica expressar o que os outros querem ouvir. Significa falar aquilo que sentimos, porém, sabendo que, por se tratar de uma energia poderosa, deve ser bem empregada.



Vale dizer ainda que não adianta proferir coisas auditivamente positivas, no entanto, vazias de energia semelhante. É preciso que ao desejarmos algo, o nossoEu produza, também, um fluxo capaz de impregnar o que falamos. Só assim o Universo (interno e externo) nos mostrará outra realidade. Sem perceber, as pessoas materializam o seu mundo de forma oposta ao que desejam (princípio da incongruência), e, por isso, não conseguem mudar a frequência das suas intenções.



Para finalizar, sou estudioso do quantum existente nos seres, mas deixo aqui uma passagem da Bíblia que merece reflexão sobre o poder da palavra. Os grifos e negritos são meus. (João1:1-5) "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio (e está agora) com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele (verbo), e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele (verbo) estava a vida, e a vida era a luz (quanta) dos homens.

Autor: Gesiel Albuquerque


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Astronautas: de onde veio a humanidade?

As especulações sobre a origem da humanidade são constantes e nunca terminaram. Haja vista a enorme incógnita quanto às respostas que esclareçam como os seres vivos surgiram (ou vieram parar) neste planeta. 

A meu ver, as respostas estão (e sempre estiveram) aqui, bem perto de nós, bastando para isso, observar o planeta Terra e como ele se encontra no universo, girando em torno de si, e em torno da estrela maior, nos proporcionando condições de vida.

Não tenho a resposta para a pergunta: “De onde viemos?”. E ninguém tem. No entanto, minhas análises destoam completamente das explicações científicas (?) pueris que apontam o plâncton como nosso embrião ancestral, ou as cianobactérias sobreviventes ao holocausto do Oxigênio. Tais teorias são aceitas porque não existem outras mais pueris.

Em face dos meus estudos e observações a respeito do surgimento da humanidade, tenho convicção de que fomos trazidos para este planeta por uma casta estelar conhecida como “astronautas”. Sim, eles existem. Refiro-me aos seres oriundos de outros planetas e dimensões (aliens, portanto), que colocaram a espécie hominídea, os vegetais e animais irracionais aqui na Terra.

A comunidade científica (biólogos, físicos, matemáticos, astrônomos e  astrofísicos) considera a "teoria dos antigos astronautas" sem fundamentação, por estrita carência de provas. Mas isso não é verdade, pois as construções megalíticas, pinturas, artefatos produzidos por povos primitivas, ou os monumentos escondidos nos oceanos estão aí para demonstrar que não havia conhecimento e tecnologia para tanto. 

Entretanto, as provas que os cientistas apresentam, a fim de consubstanciar as suas teorias, trazem constatações genéricas. Isto é, a partir delas, depreende-se que o homem pode ter surgido deste ou daquele meio. Em síntese, há um empate técnico entre elas. 

Todas as constatações são teses, e como tais, não representam prova cabal do que preconizam. Por isso utilizam o verbo no tempo do futuro do pretérito (teria  surgido). Trata-se de uma ação premeditada no sentido de não corromper os parâmetros conceituais em que se baseiam a nossa civilização. Isto é, admitir tais evidências iria demolir a estrutura sócio-cultural e econômica da comunidade mundial.

O primeiro pesquisador a defender esta tese foi Erich von Däniken, em seu livro "Eram os Deuses Astronautas?", publicado em 1968. Erich baseou-se na existência de artefatos e construções de origem desconhecida, cuja arquitetura, tecnologia e conhecimento ultrapassavam a capacidade dos povos da época. 

Zecharia Setchin, em seu livro "As crônicas sobre a Terra", também difundiiu esta teoria, interpretando textos antigos encontrados no Oriente Médio, com base nos quais afirmava que os Ets astronautas eram provenientes do planeta Nibiru. Segundo este autor, Nibiru orbita o Sol, numa rota que perfaz 3.600 anos para se completar. 

Outro adepto é Grahan Hancock, em seu livro, "As pegadas dos Deuses", no qual relata uma cultura-mãe, a qual teria obtido conhecimento e tecnologia de extraterrestres, para formar a civilização atual.

Além dos autores mencionados, há outros que apostam na tese que os seres humanos são criação de uma civilização extraterrestre avançada. Entre eles estão , Robert Charroux, Robert Duval, Giorgio A. Tsoukalos, Charles Fort, William Bramley, David Hatcher Childress e Robert Temple.


Os "astronautas" são chamados assim porque precisavam usar escafandros para permanecerem em nossa dimensão energética. Eles não têm corpo físico, mas precisam de roupas especiais fluídicas, devido à ação danosa das nossas psicosfera e atmosfera aos seus corpos. E a exposição a elas lhes causaria doenças.

Muita gente mantém contato com estes seres. E eles estão intrinsecamente ligados à nossa civilização, pois são também hominídeos, mas por alguma razão mais detalhada, não podem estar visíveis entre nós. São eles que nos intuem as tecnologias cibernéticas, medicinais, as crenças e filosofias, entre outras.

Logo no início da presença humana, eles passeavam por aqui ostensivamente. Depois, passaram a atuar a partir das quarta e infra dimensões. Mas a sua presença é sentida o tempo todo, em tudo. Basta prestar atenção aos sinais. Mas só vê estes sinais quem está disposto a enxergá-los.

Não são apenas os astronautas que estão entre nós (e dentro de muitos). O problema dos humanos é achar que os ETs só têm uma forma de se manifestarem aqui. Esquecem-se que estamos lidando com seres de altíssima tecnologia e conhecimento suficiente para não serem notados, e vistos, principalmente. O fato é que eles existem e nunca saíram de perto de nós. E mais, eles sempre nos dão pistas da sua existência.

Importante salientar o quão temerário é achar que os ETs são bonzinhos e nos ajudam na condição de seres de luz. Assim como há humanos construtores e destruidores, na obra da criação existem também seres nada aproximados da horizontalidade das relações. Ou seja, muitos têm o propósito de controlar, dominar, escravizar. E o fazem de forma tão esperta que os próprios escravizados não percebem que o são.

A Terra é lugar onde habitam diversas raças estelares alojadas em corpos de carne e osso; e em muitos casos, parafusados ao corpo astral dos humanos. Porém, faz-se necessária uma constatação: somos, no sentido lato da palavra, alienígenas, pois não nascemos aqui; mas sim, fomos trazidos e deixados aqui para construirmos outra civilização. É incontável o número de pessoas que se sentem alheias a este planeta, que sonham com outras vidas e mundos estranhos, que vivenciam experiências classificadas pelas religiões como ilusões, diabólicas, feitiçaria. Isso não é atoa.

Outra raça estelar altamente influente no plantea Terra é a dos insectóides. Foram eles que introduziram as crenças religiosas, científicas e modelos de comportamento variáveis de cultura para cultura. Na verdade, isso a que chamamos de cultura é o retrato dos conteúdos subconscientes internalizados por outras vivências, em outros mundos e outro tempo simultâneo, porém aflorados no plano objetivo da organização humana. 

Por fim, peço que observem com atenção os sinais e símbolos em todos os lugares! Com um pouco de reflexão crítica, perceberão que estas informações não são veleidades.

Autor: Gesiel Albuquerque

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

O exercício do auto-perdão

A existência é feita de ações que demonstram a nossa mobilidade dentro da dinâmica comportamental das consciências. Ainda que latentes, pois existimos, estamos a marcar presença na Creação, porque somos padrões pulsantes de energia e força universal.

Com as experiências adquiridas, mesmo inconscientemente, e devido aos contatos estabelecidos com as diferentes forças imanentes do universo, expressamos a nossa essência para nos apegarmos a algo ou alguém, no sentido de garantirmos a nossa sobrevivência. Tal processo é, digamos, o instinto de preservação internalizado em nós.

O mal e o bem, o certo ou errado são constructos humanizados de indivíduos-deuses que se preenchem destas "verdades" para se sentirem pertencentes a um ritmo de manifestação. As crenças formatam as nossas personalidades e sua materialização concretiza-se em nós antes mesmo de nascermos neste globo.

Precisamos das crenças para nos situarmos perante a Obra da Creação. Porém, mal assimiladas, elas podem nos servir de veneno letal, nos escravizar e nos fazer seguir um rumo superficial, alheio à conexão com a Grande Fonte.

Somos o que pensamos ser. Somos o que acreditamos ser. O perigo é não acreditarmos naquilo que realmente somos. Quando isso acontece, nos deslocamos da nossa essência profunda e o retorno a ela é árduo, demorado e sofrível.

Quase sempre, as mentes atentas as estas fragilidades da psique humana, se aproveitam e transformam as nossas crenças em venenos escravizantes e de difícil antídoto. Os mecanismos de desconexão são forjados pelos falsos saberes que nos afastam do Poder Superior latente em nós e nos enterram na lama do pântano escuro, que oblitera a nossa percepção sobre quem somos e do que somos capazes.
Um bom e eficaz antídoto contra tal veneno é o exercício do auto-perdão. Assim como nos culpamos, (e alguns são viciados nesta prática) precisamos aprender a nos desculpar; ou seja, a desfazer a culpa lapidada em nossas consciências, na maioria das vezes, por outros seres hábeis e ávidos pela escravização dos nossos sentidos, emoções e pensamentos. Aliás, culpa e medo caminham juntos. E a auto-punição é o resultado do indivíduo medroso e culpado. Por isso, perdoar a si é a chave para nos libertarmos das impurezas que nos travam e para compreendermos que a Creação é o que sempre foi, inclusive nós.

Os compromissos que assumimos com situações, pessoas e lugares, para também nos beneficiarmos em um determinado contexto, geram em nós uma profunda ligação, e uma quase simbiose, com outros organismos mais espertos e mais poderosos. Assim como buscamos as conquistas, eles também as buscam. E comumente somos dominados por eles, porque quase sempre estamos em desvantagem.

Exercitar o auto-perdão não significa limpar-se dos erros e voltar a cometê-los irresponsavelmente. Na verdade, representa uma profunda mudança de paradigma interno com o direcionamento oposto ao que fazíamos antes. Mas tal mudança só acontece quando a buscamos com profunda lealdade ao que desejamos. 


Quando asim se procede, passa a existir em nós a consciência de que a vida é um eterno aprendizado e que através dos erros podemos acertar o caminho que leva à harmonia, à paz e à plenitude. Até porque, a noção de erro e acerto depende do contexto no qual estamos inseridos. E esta fragilidade é manipulada engenhosamente por outras entidades. Convém alertar, no entanto, que ninguém é vítima ou algoz por obra do acaso.

Perdoar a si significa, dentre outros aspectos, não aceitar a imposição da culpa pelo outro que nos aponta e nos julga. Afinal, errar faz parte do processo e todos têm alguma razão para ser ou agir. Em síntese, ninguém ataca ou é atacado alheatoriamente. Para tudo há uma razão de ser. Prender-se à auto-punição, achando ser este o melhor caminho para o pagamento total da "dívida" é uma atitude pouco sábia e de consequências danosas.

Perdoar a si, neste contexto, representa, também, a libertação das memórias e sentimentos antigos, num processo de limpeza do cache informatizado onde estão os arquivos inúteis, que só impedem o bom funcionamento da máquina (neste caso, nós). Se a pessoa se sente culpada, todos a verão como a personificação da culpa. Culpa atrai culpa; perdão atrai perdão.

Portanto, antes de perdoar o mundo, perdoa a ti mesmo, conhece-te a ti mesmo. E fazes como aquela mulher a quem Jesus livrou do apedrejamento. Antes dela ir embora, Jesus a advertiu dizendo: "Onde estão os que te condenavam? Se ninguém te condenou, não serei eu quem irá te condenar. Vai e não peques mais!". Ou seja, vá e não cometa os mesmos erros. Liberte-se do passado, perdoa-te, ama a ti e queira-te bem, pois só poderemos acessar a Grande Fonte quando o coração estiver fortalecido pelo auto-perdão.

Autor: Gesiel Albuquerque

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Bloqueios na Autoestima


A qualidade da sua autoestima vai se refletir em todos os aspectos da sua vida: relacionamentos amorosos, vida social, parte profissional e financeira. É importante entender melhor esse tema pois normalmente a autoestima é vista de uma forma superficial.

Autoestima tem a ver com o quanto você se ama e se aceita de forma incondicional. É algo mais profundo que vai além da aparência física e do que você tem materialmente. Por isso, é plenamente possível alguém ser completamente fora dos padrões de beleza, ter muito pouco materialmente, e ainda assim, ter uma autoestima muito elevada.

Entretanto, como a maioria tem bloqueios na autoestima, e isso significa falta de amor e aceitação por si mesmo em algum nível, acabamos por precisar da aparência, de coisas e de pessoas para nos sentirmos mais confiantes. Mais adiante eu vou explicar de onde vem esses bloqueios.

Quando alguém fala que melhorou a autoestima por que fez uma cirurgia, conseguiu um emprego novo, emagreceu, ou entrou em um relacionamento, isso, na verdade, é apenas uma melhora da confiança baseada em condições externas.

A autoestima verdadeira não depende de condições externas, por que o seu nível de amor incondicional por si mesmo e autoaceitação é algo totalmente interno e ninguém pode tirar de você. Já as condições externas podem mudar a qualquer momento.

Autor: André Lima
http://somostodosum.ig.com.br/clube/c.asp?id=38684

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Todos têm a marca

Ninguém neste planeta está sozinho, do ponto de vista espiritual. Isso parece óbvio, mas é mais profundo do que parece. Quando me refiro a não estar sozinho, falo sobre as conexões mais profundas com os seres e organizações nas quais fomos “fabricados”. Digamos, “cultivados”.
Todos os humanos carregam uma marca, um selo, uma identificação em seus corpos astrais. E isto demonstra que a humanidade tem "dono". Serve também para demonstrar aos que por aqui chegarem, desavisadamente, ou aos selados que tentarem se insurgir, que neste universo, e nestas dimensões, existem controladores. Os que tentarem burlar as regras dos sistemas criados por eles receberão os piores castigos.
Os selos gravados nos humanos é semelhante a um código de barras, ou a uma marca de gado. Sem esta marca, ninguém pode se manifestar neste mundo.
Só podemos nascer, crescer, casar, ter filhos, sofrer ou sentir alegria; comprar, vender, errar ou acertar; ou fazer qualquer outra coisa, se tivermos a permissão dos chefes maiores, que nos colocaram tais marcas (selos), e com os quais estamos intrinsecamente conectados. 
Entretanto, há os que perdem este selo; e há alguns entre nós, e não são poucos. Por isso sofrem os piores e indizíveis castigos.


Autor: Gesiel Albuquerque