quinta-feira, 30 de junho de 2011

Quanto prazer!!!

Maria Sharapova, na semifinal de Wimbledon 2011.
Foto: Reuters

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A fraternidade do dragão

Um dos grupos alienígenas mais influentes e intervenientes da humanidade chama-se "fraternidade do dragão". Estes seres são oriundos de uma região muito distante do universo e emprestaram seu DNA para a formação da genética humanóide. É preciso que todos saibam que em uma simples molécula desoxirribonucleica existem pentose, radicais fosfatos e bases nitrogenadas oriundas de outros seres da criação, alguns inimaginados pela mente humana.


Os dragões pertencem à matriz reptiliana de algumas civilizações hibridizadas voluntária ou forçadamente. Muitos deles tiveram de fugir de seus planetas de origem para não serem capturados e utilizados em testes laboratoriais por outros dragões mais poderosos e sequiosos pelo domínio das raças. Dessas experiências genéticas, foram surgindo novos elementos de adenina, guanina, citosina e tamina (conhecidos por nós desta maneira) que alimentaram outras composições matriciais para que surgisse o homem.

É importante salientar que no DNA humano existem outras composições genéticas semelhantes às que são encontradas em alguns animais selvagens como o cão, o leão, o inseto, entre outros. Entretanto, a maioria dos cientistas não descobriu esse amalgamento molecular, enquanto outros sabem disso, mas não revelam nem sob tortuta.

Voltando à fraternidade do dragão (ou dracons), trata-se de uma organização muito grande que abarca a maior parte dos seres da 3D e, por isso, tem grande poder de influência sobre as mentes e emoções. Os dragões formataram a nossa cultura, hábitos e religiões e, por serem detentores de habilidades hipnóticas, podem insuflar modos de vida, crenças, costumes, construir, ou destruir, preconceitos quando bem entenderem.

Os seres draconianos se acham donos da nossa raça porque sabem que em nossa constituição molecular, tanto física quanto espiritual, existe a sua patente réptil animando as nossas células. Eles não estão errados totalmente sobre isso. O equívoco deles é achar que somos suas crias. Na verdade, somos os primos pobres das raças estelares. Numa comparação chula, seríamos os filhos bastardos do rei. Ou seja, temos a marca do poder, mas não sabemos, e nem podemos, exercê-lo. Já os dragões sabem muito bem como aplicar o poder.

Há muitos aliens da raça dragoniana encarnados entre nós. Há, também, muitos humanos controlados totalmente pelas estratégias matriciais holográficas dos dracons. O pior é que ninguém desconfia, nem de longe e nem de perto, que são vítimas de controle mental, emocional e espiritual. Por isso, nunca se apoquentam com tal situação, já que suas vidas estão muito bem, obrigado. Penso que seja melhor deixá-las assim. Cada um acorda a seu tempo.

A fraternidade do dragão é muito antiga. Beira uns 8 trilhões de anos terrestres e nunca irá acabar, pois os seus integrantes vão encontrando um jeito de se perpertuarem através de métodos científicos desconhecidos de nós e, talvez, jamais revelados pelos seus aplicadores.
Uma forma muito eficiente de controle desenvolvida por eles foi a religião. Através dela, eles podem criar e implantar falsas crenças nos humanos para os desvirtuar da sua realidade e fazer com que acreditem e aceitem o que lhes for transmitido. Os dragões não querem, em hipótese alguma, que a humanidade se liberte dessa matriz holográfica ilusória, alimentada pelas percepções visuais e sensoriais. Por isso, eles reforçam nos humanos emoções e sentimentos podorosos de medo e insegurança pelo desconhecido.


Quanto mais insegurança a pessoa sentir e quanto mais medo tiver, mais desconectado da sua verdadeira essência a pessoa estará, permitindo inconscientemente, ou não, que os seus senhores manipulem os seus desejos, e escolhas, fazendo com que ela se "enrole" cada vez mais na teia armada para capturá-la. E quanto mais tentar sair, mais enrolada ficará.

Um ser draconiano graduado consegue maipular com extrema eficácia os mecanismos da culpa dentro de alguém. Isso o enfraquece, pois gera nela a sensação de dívida e, uma cobrança para trabalhar (sofrer), em qualquer nível ou sentido, na intenção de pagá-la. O curioso é que a criatura nunca consegue se libertar desse endividamento e acaba se permitindo à escravização por se achar merecedora do sofrimento a que se impôs ou que lhe foi exigido.

Este método de autoconvencimento imposto, aliado à magia negra, é extremamente eficiente para os seus aplicadores. Seria o mesmo que convencer alguém de que não merece a liberdade, e fazê-lo acreditar nisso através das falsas crenças e da repetição de fatos e palavras para que se convença de não ser merecedor da liberdade e se trancafie numa cela, jogando a chave fora. Dessa forma, mesmo que quisesse sair, não conseguiria. Numa analogia do dia-a-dia, é como ver um passarinho acostumado à prisão da gaiola. Num determinado momento, mesmo que você abra a porta, ele não fugirá.
É dessa forma que a ordem do dragão tem perpetuado o seu poder sobre a humanidade. Claro que existem outros tantos meios para a manutenção deste embrolho holográfico dentro da matrix existencial. No entanto, devido à semelhança molecular (física e espiritual) com eles, os humanos cedem com relativa facilidade aos seus embustes sem desconfiarem que estão sendo alvos de ataques tenebrosos.

Uma coisa importante a ser dita, também, é quanto a forma física dos dragões. Eu diria que 80 por cento deles possui imagem residual humanóide. Por sinal, em algumas dimensões, muitos estampam uma beleza incomensurável para os padrões humanos. Outras vezes, eles apresentam formas de anjos, serafins, querubins ou protetores espirituais, e quase todos os esotéricos caem iguais a patinhos na lagoa, enganando-se com a beleza e a inteligência dos dragões. Muitos até se empolgam com os seus supostos guias e se deixam controlar ardorosamente ao longo da vida, achando que estão a servir os propósitos da luz. Ledo engano!


Autor: Gesiel Albuquerque

domingo, 26 de junho de 2011

Aliens entre nós

Alienígenas mais conhecidos e muito frequentes entre os humanos.

Astronautas:

Trata-se de seres cujo magnetismo da nossa psicosfera não faz bem aos seus corpos, podendo desenvolver neles diversos tipos de doenças. Eles não conseguem absorver os gases presentes em nossa atmosfera (física e etérea). Por isso, precisam vestir escafandros (roupa de astronauta) para poderem respirar e não se contaminar com os elementos químicos do fluido universal. Estes astronautas vivem numa dimensão diferente da nossa e, quando precisam vir aqui, vestem os seus escafandros, sem os quais morreriam.

São entidades muito científicas e nada emocionais. Não têm caráter algum e estão pouco preocupadas com os rumos da nossa civilização. Destruiram os seus habitats originais através de experimentos bio-nucleares e passaram a ocupar uma das infradimensões do universo quântico.

Geralmente, eles não andam entre nós. Apenas ficam flutuando a uma distância segura para eles, tirando fotos, emitindo ondas alfa com aparelhos sofisticados, ou jogando sobre algumas pessoas uma determinada substância que as identifica em situações posteriores de abdução ou sequestro de corpos energéticos. Costumam aparecer, com frequência, nos sonhos dos humanos.

Ets-águia


São Ets altamente inteligentes e estreitamente ligados à humanidade. Eles ajudaram, na antiguidade, a construir (inspirando ou projetando diretamente) a maioria dos monumentos da nossa civilização. Entres estes monumentos estão as pirâmides, templos, muralhas; cidades como Atenas (Grécia), Roma (Itália), entre outras.

São fruto de experimentos genéticos realizados por cientistas aliens indizivelmente avançados, provenientes de outras civilizações do cosmos, os quais produziram moléculas de DNA contendo caracterísitsicas de animais e humanos. Daí, serem metade humanos e metade águia. Uma coisa que ninguém fala é que essas experiênciais nunca foram realizadas aqui na Terra. Já vieram de outras civilizações e passaram a ser testadas aqui. Mas, aparentemente, não deu certo.

Estes seres costumam andar rodeados por discos luminescentes flutuantes que, de longe, parecem bolas de fogo voadoras. Servem para alimentar os Águias energeticamente, protegê-los multidimensionalmente e realizar tarefas (sob comando mental) de observação, ataque, defesa e retirada dos seus protegidos.

A humanidade atual ainda é muito influenciada pelos Ets-águia nas descobertas científicas e nos projetos arquitetônicos espalhados pelo planeta. O forte destes seres é a arquitetura: são exímios construtores de cidades e até de planetas, acreditem. A cidade de Brasília (Brasil), por exemplo, é uma inspiração deles aos arquitetos Lúcio Costa e Oscar Niemayer.

Eles chegam até nós através de buracos dimensionais (conhecidos como buracos de minhoca), mas não sentem a necessidade de manter um contato mais ostensivo com os humanos, como no passado. Há diversas descrições sobre estes seres na bíblia. Há, também, muitos representantes deles entre nós, disfarçados de humanos.


Ets robôs


São seres cuja forma de andar e de agir lembra muito a de um robô: extremamente mecânica. Também, estes ets apresentam-se fisicamente com uma pele mais parecida com uma lataria bronzeada, dourada, ou prateada; a mais comum é a cor bronze. São seres altamente telepáticos e propositadamente científicos. Já mantive contato com alguns e não gostei do encontro, pois a preocupação deles é cumprir a programação que lhes foi imposta, haja o que houver.

Entre os ets robôs há alguns cuja programação não interfere em nada na dinâmica programática dos terráqueos. Outros, no entanto, estão voltados a dominar psiquicamente as outras criaturas, induzindo-as às ações mais diversas que vão desde o suicídio até a dominação de governos e civilizações. Eles não possuem a mais remota emoção, e por isso, não são dotados de compaixão, misericordia, apego, etc. Por causa disso, eles fazem o que são obrigados a fazer sem qualquer culpa ou remorso, sob comando de uma egrégora poderosa semelhante a um computador central.
Não percam! Essa lista vai continuar...

Autor: Gesiel Albuquerque

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A incerteza quântica

Ao contrário do que muito se teorizou a respeito da pouca busca pelas ditas "verdades universais", o homem vem aumentando o seu arcabouço de conhecimento ao longo de muitos anos de pesquisa e deliberadas tentativas científicas, a fim de encontrar respostas que expliquem a existência da vida no planeta Terra.

Contudo, os estudos sobre a mecanicidade da existência, nas suas diversas formas de manifestação, ainda não possibilitaram ao homem chegar a um denominador comum, e exclusivo, para determinar o resultado dessas divisões matemáticas, largamente equacionadas em milhares de operações físico-químicas e biológicas, que possa dar alguma plausibilidade às justificativas tradicionais.

Talvez, o grande mote da razão científica, pautada na busca pelas certezas dos parâmetros, seja identificar as incertezas que regem as leis quânticas da criação. Significa permitir-se aceitar quando alguma coisa que parecia ser, não é; e outra que não parecia ser, é.

O princípio da incerteza é uma constatação da física quântica, através das pesquisas do físico alemão Werner Heisenberg (1901-1976). Segundo ele, para prever a posição e velocidade futuras de uma partícula é necessário medir a sua posição e velocidade atuais. Para alguém observá-la, é preciso incidir sobre ela um raio de luz. Se o comprimento de onda do raio incidido for longo (menos intenso), influenciará menos o movimento dessa partícula, possibilitando observar, por exemplo, a sua provável velocidade. Proporcionalmente, quanto mais longo for o comprimento do raio de onda, maior será a distância e, também, a incerteza sobre a posição da partícula. Ocorrerá o oposto se o comprimento dessa onda for mais curto.

De forma aparentemente paradoxal, o princípio da incerteza traz modificações significativas na maneira como os fenômenos existenciais são analisados na sua previsibilidade. De acordo com os parâmetros tradicionais da física, é impossível prever acontecimentos com precisão, por não ser possível mensurar, com exatidão, o estado do universo.

Com o advento da mecânica quântica, no entanto, tem sido possível prever vários resultados de uma observação e sua respectiva probabilidade, tomando conhecimento das suas ocorrências em cada um dos futuros estados possíveis do universo. Tal verificação se concretiza através da aplicação da equação do fóton (E=h.v), da qual a constante de Planck (h = 6, 63×10-34J.s.) é parte fundamental.

O conceito da incerteza quântica estremece as bases da ciência cartesiana, pois os seus postulados se mostram compulsoriamente avançados em relação a alguns entendimentos sobre o comportamento dinâmico dos corpos em toda a criação. Em sendo assim, podemos estar inseridos neste contexto porque fazemos parte desse todo energético, tanto do ponto de vista físico (denso), quanto da constituição atômica da matéria (energia) e seus estados: sólido, líquido, gasoso e plasma.

Somos energia. Isso é uma constatação redundante, porém necessária de ser lembrada. Afirmo isso porque quando se pensa em corpos do universo, é comum imaginá-los fisicamente; porém, não se deve esquecer que a matéria física (como a vemos) é simplesmente energia condensada, e que a densidade é apenas um das características da matéria.

A natureza da criação é por si incerta. Nada está no lugar como parece, embora tudo esteja cumprindo a sua função regularmente, atendendo a uma programação maior a qual muitos chamam de deus; outros, mente cósmica ou mente infinita.

Não interessa a nomenclatura dada a esta força desconhecida, pois o mais importante é ter a noção do imenso poder de transformação propagado por esta mente criadora em cada canto do mundo. Seja no plâncton ou no éter cósmico, tudo está gravado e programado para funcionar mudando sempre. Tentar compreender esta maneira de agir do poder criacional é realmente a questão mais complexa e, talvez, impossível de ocorrer devido à incipiência dos nossos modelos quânticos de manifestação.

Se o universo e suas leis se comportam assim, os indivíduos, especificamente os humanos, não agiriam diferentemente. Na existência, tudo é provável, já que somos, também, compostos de matéria (partículas) cujo comportamento é amplamente incerto em todas as modificações e em qualquer estado. Entretanto, é possível intuir determinadas ocorrências a partir da catalização de outros comportamentos dentro do sistema pelo espectro luminoso, admoestado de maneira incerta. Isso vai de encontro, por exemplo, ao conceito cartesiano de carma.

O princípio esotérico do carma, aliás, se baseia na teoria newtoniana da ação e reação, fortalecida pelo heliocentrismo de Nicolau Copérnico (1473-1543). Segundo os estudiosos da "leis espirituais do sofrimento", para toda ação há uma reação proporcional. Isso é Ipsis literis o que decreta a terceira lei de Isaac Newton (1643-1727) que diz: "para toda força aplicada, existe outra de mesmo módulo, mesma direção e sentido oposto". No entanto, qualquer físico em início de carreira pode detectar o quão enraizada esta lei está na certeza da dinâmica dos corpos e na forças aplicadas sobre eles. Também, qualquer esotérico mais estudioso perceberá a fragilidade da teoria cármica.

É na incerteza da natureza das coisas, entretanto, que se pode analisar o comportamento dos corpos dentro de sistemas herméticos considerados caóticos. Desse pressuposto, pode-se depreender que (sem querer confundir) a razão da lógica seja, provavelmente, a não-lógica de tudo, ou a impermanencia do todo. Dessa forma, tudo o que se tentar explicar pela exatidão poderá estar, ainda, impreciso, porque o comportamento das partículas quânticas é misterioso. Talvez seja isso: tudo dependerá do que incidir sobre as micro e macro partículas da criação (animais, consciências, corpos celestes, humanos, seres microscópicos, moléculas, vegetais, etc.).

Somos consciências quânticas habitando receptáculos de matéria condensada. Se não fosse dessa forma, não poderíamos expressar a nossa presença nesta dimensão densificada. Entretanto, nosso potencial não está na densidade, mas sim, na sutileza da composição química, fisica e biológica dos nossos centros de força, os quais estão conectados a toda energia universal. Assim, devemos nos perceber como seres sutis, pois a nossa permanência na criação se dá por infinitos feixes de quanta gravados nas dimensões e infradimensões eternas.

Portanto, essa incerteza quântica nos permite perceber o quão interconectados estamos um ao outro e que não fazemos parte de um mundo apenas, mas estamos presentes em toda obra do criador. Isto é, temos porções de energia em vários universos (físicos ou não), as quais possuem velocidade e posições próprias no eterno agora, intrinsecamente dependentes das forças exercidas sobre a sua trajetória.

Autor: Gesiel Albuquerque

domingo, 19 de junho de 2011

Proteção do Meio Ambiente

Enquanto a proteção e preservação do meio ambiente continuarem a ser o um evento mais teórico do que uma prática cotidiana constante e individual, não teremos ações efetivas que combatam a degradação do planeta Terra.

Não adianta falar de preservação quando, na intimidade, as pessoas (supostamente) preocupadas com a vida jogam bitucas de cigarro ao chão, papel, plástico, garrafas pet, metais, alimentos, entre outros, diretamente no ambiente natural, sem a devida reciclagem ou o correto armazenamento.

Não adianta, também, falar de proteção à Natureza, quando aqueles que alardeiam suas boas intenções costumam matar animais por esporte e lazer, jogar lixo tóxico na atmosfera, poluir rios, mares e oceanos, destruir matas para a abertura de pastos gigantescos, cujo espaço nem sempre é totalmente utilizado.

Em síntese, é preciso ter coerência naquilo que se diz para que as práticas individuais e coletivas sejam menos hipócritas e mais efetivas em favor da vida

Autor: Gesiel Albuquerque

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O governo invisível

Dentre as várias teorias conspiratórias já conhecidas pela grande massa populacional, existe uma que fala sobre um suposto governo invisível o qual controla o nosso mundo por inteiro. No meio destas ideias estranhas, muitas são obras meramente da imaginação fértil. Porém, outras são merecedoras de crédito.

No meio dessas ideias, há aquelas cujos propósitos são sérios, embora pouco ortodoxos. Mas há também as que se aproveitam do medo e da insegurança de muitos humanos no tocante à sua sobrevivência em nosso planeta, e apresentam propostas muito bizarras.

Mas, sobre essas intenções ruins, falarei depois. O que eu quero chamar a atenção aqui é para o fato de existir, verdadeiramente, um governo invisível em nosso planeta. Aplicadamente, não se trata de um governo no sentido político da palavra, mas sim de membros de uma espécie de conselho-maior sob o qual estão diversos outros conselhos os quais coordenam tarefas como: desencarne e encarnação, mudanças climáticas, catástrofes, alterações políticas e ideológicas, entre outras.

Incrivelmente, cada ser pertencente ao planeta Terra tem uma missão específica que desempenha consciente ou inconscientemente. Desde a bactéria até o homem, todos os seres vivos, antes de existirem na 3D, recebem uma programação x ou y a ser desenvolvida. Neste caso, não importa se tal programação irá construir ou destruir (em nosso conceito) projetos, civilizações, culturas, comportamentos, saúde, etc. Isso, para os construtores, é o de menor importância. Pois tudo tem uma razão de ser, e o que significa construção para uns representará destruição para outros, e vice-versa.

Num de seus textos, William Shakespeare disse que havia mais mistérios entre o céu e a terra do que sonhava a vã filosofia. E ele não estava errado. Se as pessoas soubessem o que se esconde por detrás do véu de mistérios e segredos que fazem a humanidade ser o que é, ou fazer o que faz, talvez o nosso modelo existencial perdesse todo o sentido e eficácia para manter-nos encarnados.

O governo invisível que mencionei não interfere diretamente em nossos planos, pois tudo o que a humanidade é, e será, já está traçado há trilhões (ao infinito) de anos. Estes seres denominados humanos são experimentos para o GI e visa a buscar uma melhoria na sua forma de absorver e expandir energia. No momento, os humanos perdem mais energia do que produzem na dimensão intracelular. Numa análise simplória, é como se estivéssemos em fase de testes laboratoriais nos quais os cientistas pretendem atingir um patamar interativamente quantificado pelos propósitos dos senhores do Conselho Supremo.

Enquanto somos "esquecidos" pelos governantes invisíveis, recebemos visitas de seres de agências menores (provenientes de outros universos e galáxias), os quais vêem a humanidade como um excelente manancial na realização das suas experiências núcleo-atômicas, que buscam hibridizar a nossa composição matricial com a deles e, com isso, surgir outra modalidade de consciências em nossa galáxia (física e astral). Isso já ocorreu entre diversas entidades e continua a ocorrer em muitos mundos atacados/conquistados por seres diferentes.

Na Terra, temos os exemplos dos ETs - Águia (Egito), Gafanhotos e Reptilianos (Oriente Médio e Ocidente), ETs aquáticos (oceanos e mares) e astronautas e zetas (interdimensionais). O Grande Conselho sabe destas interferências e permite que isso ocorra para descobrirem aonde isso vai chegar. Isto é, o que vai surgir depois destas misturas e qual raça vai permanecer estruturalmente intacta.

Já li ou ouvi alguma coisa sobre o seguinte pensamento: "nem uma folha da árvore se move, se não for pelo poder de Deus". Esta afirmativa não está de todo errada e tem grande fundo de verdade. Vou tentar explicar, mais ou menos, como a coisa acontece.

O conselho supremo não se preocupa e nem autoriza a queda de uma folha, porque ele fez a planta para que dela caíssem folhas. Portanto, elas caem, impreterivelmente, aos montes. O grande conselho também não está preocupado com cada ato do ser humano, porque o GI sabe exatamente quem é quem, o que alguém faz ou pode vir a fazer em nível construtivo, ou destruidor, contra os parâmetros vibracionais desta dimensão.

Somos o que somos tanto física quanto energeticamente. Temos a porção da força divina em nós e isso nos faz programas instalados no grande computador central. Se, por alguma razão, tendemos a fugir da programação original, uma luzinha amarela acende lá em cima e os construtores se voltam para ela a fim de saberem o que está acontecendo e como poderão resolver tal alerta. Significa dizer que somos monitorados 24 horas por dia e temos todos os pensamentos e ações analisadas diuturnamente. Porém, por toda a eternidade, há pouca intervenção do Grande Conselho em nossas vidas.

Outra razão para os conselheiros não intervirem em nosso projeto principal está relacionada ao seu poder de fazer tudo voltar ao que era antes. Dessa forma, eles apenas estudam tais ações e percebem quando é chegada a hora de agir para inibir "desmandos insistentes". Isso pode levar bilhões ou trilhões de anos terrestres. Convém dizer que o projeto humanóide é relativamente jovem diante da eternidade do tempo.

Tudo o que foi dito aqui não é, e não deve ser surpresa para ninguém, já que estamos em constante contato com esta realidade, principalmente durante o sono, ou através dos nossos pensamentos, desejos, emoções e sentimentos do dia-a-dia. O que parece complexo entender é a maneira como tudo se processa em nossa vida, pois ela parece ser tão óbvia e objetiva em seus propósitos: nascer, crescer, reproduzir e morrer. A isso, eu acrescento: nascer, interagir, crescer, influenciar, intervir, subordinar-se, controlar e morrer.

Por mais óbvia que pareça a existência (para alguns), todos os seres cumprem o seu papel na imensa ação da mente de Deus. Todos contribuem para que este grande sistema funcione de acordo com as leis programadas pelos senhores invisíveis. Para estes senhores, a Terra é uma célula cheia de habitantes em seu fluxo, os quais dão vida a ela para que ela também dê vida ao organismo maior conhecido como corpo universal. Imagine o corpo físico e seus bilhões de células, cada uma com seus habitantes e organismos, e você entenderá o que estou a dizer.

Autor: Gesiel Albuquerque

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Coincidência?

Já percebeu que, quando pensamos em algo ou alguém, não demora muito para estarmos diante do fato pensado, ou da pessoa? Interessante isso, né. Pois bem, a mecânica quântica explica tal fato de maneira muito simples. Trata-se da mobilização atômica das energias do pensamento e da vontade, as quais geram uma conexão direta com o objeto imaginado.


Reflita sobre os vários fatos do dia a dia, tidos como obras do acaso, que de “a caso”, não possuem nada. É conexão direta entre a força da vontade transmitida pelo pensamento e as células cósmicas da criação. Quando agitadas, estas células se incumbem de realizar a vontade plastificada em seus núcleos e concretizar os fatos idealizados.

A coisa funciona mais ou menos assim: você quer encontrar alguém que não vê há muito tempo. Seu desejo é saber como aquela pessoa está, onde reside, ou com quem tem vivido. Seu subconsciente quântico assimila aquele desejo e começa a produzir energia simpática ao universo parassimpático para que este identifique a energia da pessoa-alvo das suas lembranças.

Em algum momento, essa pessoa é encontrada pela mente cósmica e tudo começa a conspirar para que vocês se cruzem em algum lugar, num determinado dia ou período. Um belo dia, você está passeando num shopping, totalmente distraído, olhando as vitrines das lojas, quando de repente, vê a pessoa do outro lado das galerias, dentro de outra loja, também distraída. Aí pensa! Olha que coincidência! Pensei nele(a) outro dia.

Coincidência? Nada disso! Isso é o resultado do que você movimentou na realidade quântica para conseguir realizar o seu desejo.

Autor: Gesiel Albuquerque

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Inimigos à parte

Os piores inimigos são os nossos amigos. Acho que você deve estar estranhando a minha afirmação. Mas saiba que ela é a pura verdade. Os nossos amigos nos conhecem, muitas vezes, mais do que nós próprios.

Se uma amizade se transforma em inimizade, os estragos para os dois lados são grandes, pois ambos conhecem a fraqueza um do outro, e podem agir com milimetria na elaboração de um projeto de destruição do seu (agora) oponente. Contrariamente, os nossos inimigos distantes nos temem (e até nos admiram) porque acham que possuímos determinados “poderes e inflências” as quais podem destruí-los.

A maioria dos casos de obsessão espiritual, por exemplo, é fruto de uma relação de inimizade mortal entre dois, ou mais, ex-grandes amigos (ou comparsas). Na maioria das vezes, um jurava defender o outro eternamente, ou então juravam fidelidade de princípios e de posturas um para o outro. Tais contratos, ao serem quebrados, se transformam em inimizade quanticamente destruidora.

Uma constatação sobre esse fato é a linha tênue que divide amizade e inimizade, amor e ódio. Alguém ama e odeia com a mesma intensidade; ou declara-se inimigo de outrem por razões, às vezes, extremamente banais.

Moral da história: negócios, negócios; inimigos à parte.

Autor: Gesiel Albuquerque

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Chamando os Filhos do Sol

Existem raças espirituais como existem raças físicas. Existem nações no mundo invisível como existem nações no mundo visível. Cada uma de tais raças e nações é simbolizada por um sinal, um símbolo, e as vezes, por vários símbolos. Tais símbolos são, por assim dizer, côtas de armas do astral.

Os antigos heraldos eram videntes que examinavam nos planos internos os símbolos correspondentes a natureza anímica de certos indivíduos e desenhavam uma côta de armas que simbolizasse as qualidades de seu dono. O brasão era transmitido de pai a filho porque era reconhecido que a semente espiritual do pai se transmitia magicamente de geração a geração, contanto que influências externas não se manifestassem.

Às vezes era necessário incluir alguma influência nova, combinar duas côtas, se por casamento, adoção ou outros meios, a natureza anímica de uma família nobre mudava. Esta ciência heráltica clarividente está hoje quase que completamente perdida.

É por causa dessa simbologia astral que, muita vez, certos símbolos são apresentados à consciência de um indivíduo que nunca teve contato com o que é chamado “ocultismo” ou “espiritualismo”, e no entanto o indivíduo reconhece os símbolos, sente um despertar de atividade em sua consciência, e percebe intuitivamente que ele pertence aos símbolos ou os símbolos pertencem a ele.

Os símbolos, tanto em desenhos quanto em imagens escritas, e as chaves apresentadas neste livro, representam outras tantas cotas de armas e pertencem a legião dos Filhos do Sol.

Autor: Marcelo Motta
Do livro: Chamando os Filhos do Sol

domingo, 5 de junho de 2011

Somos células de Deus

Não pense que você está isolado em seus pensamentos e emoções. Suas reações internas são o reflexo daquilo que está lhe conectando aos universos holográficos gravados em seu DNA energético. Numa analogia simplória, comparo o ser humano a um software de computador (consciência) instalado num disco rígido (corpo físico), através do qual se pode executar os comandos e registros armazenados em suas memórias (processador).

Se entendermos que a dinâmica existencial se processa dessa forma, poderemos perceber a nossa função dentro de um programa maior (consciência cósmica ou Deus), num plano mais avançado e deliberadamente projetado para criar colisões através das quais se desprenderão flocos energéticos capazes de mudar realidades e estabelecer parâmetros diferenciados do ponto de vista consciencial e das intenções de cada ser desta projeção.

O processo holográfico, conhecido por nós, ainda é embrionário e não pode oferecer os vários recursos para a humanidade estudar as camadas, sub-camadas e têmporas espaciais, interconectadas por passagens dimensionais, através das quais zilhões de (ao infinito) fluxos hipermagnetizados compostos de éter, plasma e antipartículas são transferidas para todos os corpos do universo.

Através do estudo holografiano destas partículas, poder-se-ia instaurar resoluções de vários problemas de ordem supracordais dentro de cada organela atômica, o que se refletiria na cura de doenças e fobias em todos os núveis. Em linhas gerais, a holografia permite a todos entenderem, em tamanho reduzido, como o universo e todos os seus componentes funcionam. Através desse produto oxireduzido, é possível encontrar mais facilmente a solução para os vários enígmas da criação.

Ao se estudar a holografia quântica do universo, será possível descobrir como, e de onde, se manifesta a energia cósmica celestial e perceber a sua atuação dentros das células matriciais e logarítimicas da equação exponencial, que pode dar uma noção sobre a inteligência da mente infinita de Deus. Surgimos dessa inteligência e nos insurgimos porque o nosso papel é caminhar independentemente, não precisando ser carregados.

A mente cósmica nos empurra ao (des)caminho para aprendermos a andar, e a voar, através de um esforço persistente, inexorável e eterno. Mesmo se perdermos a forma fisicamente prescrita e desenhada pelas células plastificadoras, jamais perderemos a nossa essência: nunca deixaremos de ser filhos do poder infinito porque somos energia da sua energia, liga da sua liga. A propósito, somos diferentes na arquitetura da prancha original, mas sempre pulsados pela magnetropia que anima as astes do corpus universal.

O que oblitera as percepções sobre a nossa realidade e os propósitos da existência são as crenças produzidas e reproduzidas em várias dimensões simultâneas, futuras e pretéritas às quais estamos compatibilizados. Não pense, entretanto, que são apenas as criaturas da 3D a serem iludidas por crenças diversas. Nas dimensões etéreas, há muitas entidades enganadas por suas, ou por outras mentes, ávidas pelo usufruto do seu espectro nicron, o gás nobre das moléculas do espírito.

Somos energia produzindo e perdendo quantum holo-térmico e cinético proveniente do centro das nossas vontades e daquilo que se convencionou chamar de pensamento, com o objetivo de alterar e refazer projetos macro existenciais. Sendo mais específico, somos as células de Deus em constante movimento e produção de energia, que será plasmada como realidade. Por isso, nunca estamos sozinhos na elaboração do projeto da criação.

A propulsão das nossas ações ocorre quando mobilizamos a intenção de "abrir caminhos" na dinâmica criacional, a qual está repleta de entidades concienciais amadurecidas pelas diversas vivências e "inter-vivências" ao longo de muitas vidas e enquadradas em milimétricos tempos, lugares e pessoas escolhidas. Parece complexo, mas não é.

Ao sair do patamar religioso medieval e adentrar as fórmulas consubstanciadas do espírito (ser etéreo), atendendo à noção de atemporalidade e situacionlaidade extemporâneas, o indivíduo pode projetar o entendimento sobre o seu conteúdo dinâmico e o que a sua força motriz representa nas diversas manifestações supra-constituídas, dentro do que se convencionou chamar de identidade consciencial ou manifestação individual no planeta.

Numa análise mais aplicativa, o processo existencial é mecanicamente bem simples. E de certo modo, são os seres vivos que danificam essa mecânica com suas expansões tecnomotivas e eminentemente desordenadas. Entretanto, o que aparentemente está em crise de ordenamento, na verdade, cumpre um propósito maior, organizadamente estipulado pelo Grande Arquiteto do Universo.


Autor: Gesiel Albuquerque