domingo, 5 de junho de 2011

Somos células de Deus

Não pense que você está isolado em seus pensamentos e emoções. Suas reações internas são o reflexo daquilo que está lhe conectando aos universos holográficos gravados em seu DNA energético. Numa analogia simplória, comparo o ser humano a um software de computador (consciência) instalado num disco rígido (corpo físico), através do qual se pode executar os comandos e registros armazenados em suas memórias (processador).

Se entendermos que a dinâmica existencial se processa dessa forma, poderemos perceber a nossa função dentro de um programa maior (consciência cósmica ou Deus), num plano mais avançado e deliberadamente projetado para criar colisões através das quais se desprenderão flocos energéticos capazes de mudar realidades e estabelecer parâmetros diferenciados do ponto de vista consciencial e das intenções de cada ser desta projeção.

O processo holográfico, conhecido por nós, ainda é embrionário e não pode oferecer os vários recursos para a humanidade estudar as camadas, sub-camadas e têmporas espaciais, interconectadas por passagens dimensionais, através das quais zilhões de (ao infinito) fluxos hipermagnetizados compostos de éter, plasma e antipartículas são transferidas para todos os corpos do universo.

Através do estudo holografiano destas partículas, poder-se-ia instaurar resoluções de vários problemas de ordem supracordais dentro de cada organela atômica, o que se refletiria na cura de doenças e fobias em todos os núveis. Em linhas gerais, a holografia permite a todos entenderem, em tamanho reduzido, como o universo e todos os seus componentes funcionam. Através desse produto oxireduzido, é possível encontrar mais facilmente a solução para os vários enígmas da criação.

Ao se estudar a holografia quântica do universo, será possível descobrir como, e de onde, se manifesta a energia cósmica celestial e perceber a sua atuação dentros das células matriciais e logarítimicas da equação exponencial, que pode dar uma noção sobre a inteligência da mente infinita de Deus. Surgimos dessa inteligência e nos insurgimos porque o nosso papel é caminhar independentemente, não precisando ser carregados.

A mente cósmica nos empurra ao (des)caminho para aprendermos a andar, e a voar, através de um esforço persistente, inexorável e eterno. Mesmo se perdermos a forma fisicamente prescrita e desenhada pelas células plastificadoras, jamais perderemos a nossa essência: nunca deixaremos de ser filhos do poder infinito porque somos energia da sua energia, liga da sua liga. A propósito, somos diferentes na arquitetura da prancha original, mas sempre pulsados pela magnetropia que anima as astes do corpus universal.

O que oblitera as percepções sobre a nossa realidade e os propósitos da existência são as crenças produzidas e reproduzidas em várias dimensões simultâneas, futuras e pretéritas às quais estamos compatibilizados. Não pense, entretanto, que são apenas as criaturas da 3D a serem iludidas por crenças diversas. Nas dimensões etéreas, há muitas entidades enganadas por suas, ou por outras mentes, ávidas pelo usufruto do seu espectro nicron, o gás nobre das moléculas do espírito.

Somos energia produzindo e perdendo quantum holo-térmico e cinético proveniente do centro das nossas vontades e daquilo que se convencionou chamar de pensamento, com o objetivo de alterar e refazer projetos macro existenciais. Sendo mais específico, somos as células de Deus em constante movimento e produção de energia, que será plasmada como realidade. Por isso, nunca estamos sozinhos na elaboração do projeto da criação.

A propulsão das nossas ações ocorre quando mobilizamos a intenção de "abrir caminhos" na dinâmica criacional, a qual está repleta de entidades concienciais amadurecidas pelas diversas vivências e "inter-vivências" ao longo de muitas vidas e enquadradas em milimétricos tempos, lugares e pessoas escolhidas. Parece complexo, mas não é.

Ao sair do patamar religioso medieval e adentrar as fórmulas consubstanciadas do espírito (ser etéreo), atendendo à noção de atemporalidade e situacionlaidade extemporâneas, o indivíduo pode projetar o entendimento sobre o seu conteúdo dinâmico e o que a sua força motriz representa nas diversas manifestações supra-constituídas, dentro do que se convencionou chamar de identidade consciencial ou manifestação individual no planeta.

Numa análise mais aplicativa, o processo existencial é mecanicamente bem simples. E de certo modo, são os seres vivos que danificam essa mecânica com suas expansões tecnomotivas e eminentemente desordenadas. Entretanto, o que aparentemente está em crise de ordenamento, na verdade, cumpre um propósito maior, organizadamente estipulado pelo Grande Arquiteto do Universo.


Autor: Gesiel Albuquerque