domingo, 27 de junho de 2010

Ezequiel, Cap. 1, Vs 4 a 28 (extraterrestres já nos visitavam naquela época)


Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do Norte, e uma grande nuvem, com um fogo a revolver-se, e um resplendor ao redor dela, e no meio uma coisa como de cor de âmbar, que saía dentre o fogo.

5 E, do meio dela, saía a semelhança de quatro animais; e esta era a sua aparência: tinham a semelhança de um homem.

6 E cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles, quatro asas.

7 E os seus pés eram pés direitos; e as plantas dos seus pés, como a planta do pé de uma bezerra, e luziam como a cor de cobre polido.

8 E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e assim todos quatro tinham seus rostos e suas asas.

9 Uniam-se as suas asas uma à outra; não se viravam quando andavam; cada qual andava diante do seu rosto.

10 E a semelhança do seu rosto era como o rosto de homem; e, à mão direita, todos os quatro tinham rosto de leão, e, à mão esquerda, todos os quatro tinham rosto de boi, e também rosto de águia, todos os quatro.

11 E o seu rosto e as suas asas eram separados em cima; cada qual tinha duas asas juntas uma à outra, e duas cobriam os corpos deles.

12 E cada qual andava diante do seu rosto; para onde o Espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam.

13 E, quanto à semelhança dos animais, o seu parecer era como brasas de fogo ardentes, como uma aparência de tochas; o fogo corria por entre os animais, e o fogo resplandecia, e do fogo saíam relâmpagos.

14 E os animais corriam e tornavam, à semelhança dos relâmpagos.

15 E vi os animais; e eis que havia uma roda na terra junto aos animais, para cada um dos seus quatro rostos.

16 O aspecto das rodas e a obra delas eram como cor de turquesa; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e o seu aspecto e a sua obra eram como se estivera uma roda no meio de outra roda.

17 Andando elas, andavam pelos quatro lados deles; não se viravam quando andavam.

18 Essas rodas eram tão altas, que metiam medo; e as quatro tinham as suas cambas cheias de olhos ao redor.

19 E, andando os animais, andavam as rodas ao pé deles; e, elevando-se os animais da terra, elevavam-se também as rodas.

20 Para onde o Espírito queria ir, iam; pois o Espírito os impelia; e as rodas se elevavam defronte deles, porque o Espírito da criatura vivente estava nas rodas.

21 Andando eles, andavam elas, e, parando eles, paravam elas, e, elevando-se eles da terra, elevavam-se também as rodas defronte deles, porque o Espírito dos animais estava nas rodas.

22 E, sobre a cabeça dos animais, havia uma semelhança de firmamentos, como um aspecto de cristal terrível, estendido por cima, sobre a sua cabeça.

23 E, debaixo do firmamento, estavam as suas asas direitas, uma em direção à outra; cada um tinha duas, que lhe cobriam o corpo de uma banda; e cada um tinha outras duas, que o cobriam da outra banda.

24 E, andando eles, ouvi o ruído das suas asas, como o ruído de muitas águas, como a voz do Onipotente, a voz de um estrondo, como o estrépito de um exército; parando eles, abaixavam as suas asas.

25 E ouviu-se uma voz por cima do firmamento, que estava por cima da sua cabeça; parando eles, abaixavam as suas asas.

26 E, por cima do firmamento, que estava por cima da sua cabeça, havia uma semelhança de trono como de uma safira; e, sobre a semelhança do trono, havia como que a semelhança de um homem, no alto, sobre ele.

27 E vi como a cor de âmbar, como o aspecto do fogo pelo interior dele, desde a semelhança dos seus lombos e daí para cima; e, desde a semelhança dos seus lombos e daí para baixo, vi como a semelhança de fogo e um resplendor ao redor dele.

28 Como o aspecto do arco que aparece na nuvem no dia da chuva, assim era o aspecto do resplendor em redor. Este era o aspecto da semelhança da glória do SENHOR; e, vendo isso, caí sobre o meu rosto e ouvi a voz de quem falava.

sábado, 26 de junho de 2010

A masturbação serve aos magos negros


É preciso denunciar o quanto somos vítimas dos engodos produzidos pelos seres astrais tenebrosos (ets negativos e magos negros) para que de doemos a eles a energia de que precisam.

Um excelente meio de roubarem a energia vital (ectoplasma e magnetismo) do ser humano é através da masturbação. Trata-se de um processo simplesmente artesanal; perdoem-me o duplo sentido da afirmação, mas é dessa forma que acontece.

Como se dá esse processo, então? Durante o dia, ou à noite, dormindo ou não, os tenebrosos enfiam agulhas na nuca da vítima. Essas famigeradas peças são implantes ativos no cérebro físico, no corpo astral e sobre a vontade do implantado, provocando-lhe fantasias eróticas e o desejo de se masturbar.

Quando o incauto começa a sua masturbação, as imagens produzidas em sua mente, transando com a pessoa desejada, provocam a liberação da energia animal/astral, a qual é absorvida pelos objetos colocados nele(a). Ou, ainda, pelas entidades coladas ao seu corpo fluídico.

Esta energia é enviada para receptáculos em naves espaciais ou para bolhas onde essa e outras tantas energias são armazenadas para servirem de alimento aos seres que as absorveram.

Portanto, tenham muito cuidado! Dificilmente você se masturba sozinho. Perdão, dessa vez, pela suposta piada. Existe sempre um ser tenebroso, junto a você, tentando roubar a sua energia vital que, para ele, vale ouro.

Há, no entanto, pessoas dispostas a cederem suas energias voluntariamente devido aos pactos e acordos estabelecidos com esses seres, quando estão fora do corpo.

Autor: Gesiel Albuquerque

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Alerta aos humanos!!!


Os seres tenebrosos (ETs e magos negros) possuem diversos meios de controle sobre as fracas mentes e emoções dos humanos. Dentre tantos artifícios há um que se destaca como mais eficiente para gerar no indivíduo medo, raiva, insegurança, inimizades, depressão, entre outras. Trata-se da colagem – nos corpos sutis da criatura escolhida - de seres astrais ou de espíritos programados, com a finalidade espúria de provocar toda a sorte de sofrimentos em suas vítimas.

Como isso funciona? É simples. Durante o sono, eles seqüestram o corpo astral da pessoa e o levam para suas bases malignas, ou às suas naves espaciais, nas dimensões etéreas. Chegando lá, o indivíduo recebe implantes contendo programações tenebrosas de controle mental (medo, culpa, remorso, depressão, complexos, etc) e de monitoramento (mental e espiritual). Depois disso, o implantado recebe em seu corpo astral uma entidade maldosa que vai produzir nele diversos desconfortos. O nível desses desconfortos varia de acordo com a fragilidade moral, mental e emocional da vítima; podendo, inclusive, levá-la à morte.

Quando você ouve por aí pessoas dizerem que ouvem vozes e comandos para fazerem algo, na maior parte das vezes ruim, não é mentira. Eles ouvem mesmo! Não é uma voz soante como a voz física, mas sim, uma voz que se repete no pensamento e na vontade do implantado, fazendo com que ele cometa atrocidades contra si ou contra outros, ou se anule na sua missão espiritual.
É preciso que a humanidade acorde para isso!

Lembre-se do sofrimento pelo qual passou o endemoniado gadareno. Dentro dele não havia uma entidade apenas; mas sim, uma legião que nele habitava há séculos, e também se alimentava do seus sentimentos e emoções negativas. A vontade daquele obsediado já não existia. Os demônios o controlavam sem o menor pudor. Foi preciso que Jesus expulsasse aqueles seres do seu corpo para que o homem pudesse voltar a viver.

Essa prática, repito, ainda é muito utilizada pelos tenebrosos. É um dos piores tipos de ataque astral, porque a vítima raramente se dá conta desse processo e fica a entrar e sair das existências corpóreas lotada de entidades tenebrosas dentro dela.

Mas qual seria a forma de combater isso? Bem, não existe uma fórmula para resolver essa questão. Porém, vou falar sobre algumas práticas e atitudes que podem, ao menos, minimizar o sofrimento das pessoas.

O primeiro passo é colocar em prática a máxima “vigiai e orai”. Através dela, a pessoa será alertada quando alguma coisa for mal. E assim, procurará providências para resolver a questão.

O segundo passo é exercitar técnicas de retirada desses seres através de hipnose, oração poderosa ou o auxílio direto de outros seres astrais, trabalhadores do bem. É necessário, também, policiar os pensamentos para saber quando eles são positivos ou negativos. Quanto a isso, só o discernimento e o livre arbítrio da pessoa atacada podem entrar em ação. As forças do bem não interferem nas decisões e nas opiniões dos terráqueos.

Autor: Gesiel Albuquerque

domingo, 13 de junho de 2010

Implantes Astrais e seus malefícios.

Os implantes são estudados no meio espírita, ufológico e científico.
O número desses hospedeiros tem aumentado muito e torna-se urgente seu estudo e também que seja ampliada sua divulgação de forma consciente e desmistificada.
Esses dispositivos são usados para potencializar algumas funções ou atividades que podem ser: monitoração, influenciação, subjugação, possessão e até a influência sobre a mediunidade, confundindo e iludindo os canais, caracterizando o mediunismo e a confusão, o que se torna cada vez mais comum, com a crescente interação com seres deste ou de outros orbes.
Este processo está acontecendo muito com os médiuns, trabalhadores da espiritualidade, o que é muito triste, pois apenas ocorre quando os egos e as mistificações estão presentes.

As informações coletadas até agora mostram que são três os tipos mais comuns de implantes:
Etéreo - que existe nas dimensões superiores.
Orgânico - que cresce no corpo junto com os órgãos.
Físico - como um chip de computador colocado em diversas partes do corpo

A ufologia relaciona vários casos de implantes a abduções. Essas abduções com colocação de implantes, ocorrem normalmente num lapso temporal de duas horas aproximadamente, em que o abduzido perde a memória e a noção de tempo.
Normalmente, ficam seqüelas físicas e/ou psíquicas que em hipnose podem aparecer como fragmentos de lembranças dolorosas.
Como em todo estudo paracientífico, há muita mistificação, mas o que se sabe ao certo, é que há 2 tipos:

- Em que os seres extraterrestres estão monitorando nossa evolução, como o que fazemos com cobaias em laboratórios, sem prejuízos do encarnado e que, de certa forma contribui para o despertar da Humanidade, pois também oferece dados aos abduzidos ou contatados, que não os teriam de outra forma.
- Extraterrestres ameaçados de extinção, que estariam nos usando, sem ética ou moral, buscando a clonagem e buscando a hibridização.

Nas religiões espiritualistas, como o Kardecismo, a Umbanda, etc... implantes estão relacionados a vampirismo, magia negra e obsessões de espíritos encarnados ou desencarnados, numa simbiose de ódio que se materializa, normalmente, no cérebro da pessoa.
No Kardecismo, encontramos obras como a do espírito Luís Sergio, que relata o emprego de aparelhos, pelas trevas, em decorrência do uso de drogas e álcool.
Essas forças conhecem partes do cérebro que são desconhecidas pela ciência atual e usam este conhecimento para instalar seus chips para fins de manipulação e destruição, como um vampirismo constante. Os seres trevosos atuam sobre áreas como a localizada perto do hipotálamo, que é a área do prazer (sexo, álcool, drogas, etc...). Normalmente, os dependentes químicos possuem aparelhos em sua mente, que levam a mais desequilíbrio. O que piora o quadro é que são os encarnados que atraem essas energias desqualificadas. É como dizem os Espíritas: obsidiado e obsessor possuem a mesma freqüência. As forças negativas atuam, sejam extraterrestres ou não, dominando as vontades, mas pelo consentimento, mesmo que inconsciente, da pessoa que fica com o cérebro cada vez mais tomado por essas energias.
Essa malha magnética negativa que vai se formando na mente, é responsável pelas imagens atordoantes que dominam o campo mental, trazendo recordações e pensamentos destrutivos e constantes, que podem levar à loucura física.

Uma técnica muito usada, é fixar o aparelho no crânio por meio de parafusos que fazem ligação por meio de finíssimos ligamentos ao sistema nervoso central e à medula.
A Apometria, é um dos métodos usados para perceber esses chips que se instalam no corpo astral, o duplo etérico que é semelhante ao corpo físico.
Muitas vezes, a própria pessoa fornece a energia para o funcionamento destes aparelhos que passam a atuar como parasitas.

Falando de implantes que ficam no físico, em 1995, o pesquisador Derril Sims, estudou dois abduzidos, que tiveram seus implantes retirados pelo Dr. Leir, no cérebro e na mão. Estes objetos apresentavam alto campo magnético. Normalmente, nas milhares de cirurgias que vem sendo efetuadas, principalmente nos EUA, não se encontram incisões e os objetos doem muito para serem retirados, mesmo com anestesia.
Esses objetos não nunca são rejeitados pelo organismo.
Através de contatos mediúnicos e telepáticos, tem se recebido informações de seres de outros sistemas, sobre diversos temas. Sobre implantes, dizem que são dispositivos físicos ou extrafísicos, que são fixados para monitoração e influenciação dos abduzidos.

Existem os implantes provisórios e os permanentes. Os chips negativos são colocados por Grays, Draconianos, Reptilianos, alguns provenientes de Órion e Sírius B, para transmitir informações sobre nossa estrutura genética.
Quando a Humanidade Terrestre entender que é interdimensional e que seu cristo interno é parte de Deus em ação, estes dispositivos perderão sua utilidade e os trevosos deverão procurar outras humanidades para fazer uso deles. Isto se dará, pois ao ir recobrando a consciência de nossa origem divina, de nossa função na Terra e da evolução cósmica, nossa vibração aumentará e a nossa freqüência será positiva, o que neutraliza esses instrumentos.
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=03334

terça-feira, 1 de junho de 2010

A História da Criação do Homem

Em nossa galáxia existem bilhões de Seres das Estrelas. As raças humanóides são a regra, não a exceção. Estas raças descendem de muitas formas de vida: répteis, insetos, dinossauros, pássaros e outras formas de vida que a humanidade nem consegue começar a imaginar.
Uma das mais antigas Raças das Estrelas neste setor do Universo é a reptiliana Ari-An, a qual descende dos ancestrais dinossauros no sistema de estrelas de Órion. Governados por rainhas, criaram o mais poderoso império da galáxia. Os guerreiros Ari-An eram inigualáveis em ferocidade e bravura, e o Império Ari-An insuperável em poder e tamanho.
Milhões de anos de incontáveis batalhas tinham permitido a esse Império desenvolver estratégias avançadas de guerra. Entre estas, os Ari-An praticavam “condicionamento” ou “reprogramação” para controlar populações conquistadas e fazer delas propriedades em vez de responsabilidades. Os inimigos tornavam-se servos obedientes do trono das rainhas reptilianas. Desta forma os Ari-Ans eliminavam a resistência.
Uma evolução inesperada de outra raça no Sistema Estelar de Sírius tornou-se uma ameaça ao Império Ari-An. Mesmo não tão antiga ou evoluída como a dos reptilianos, os guerreiros do Império Kanus, uma raça canina (similar aos lobos) preencheram suas falhas com sua ferocidade. Mesmo o mais disciplinado dos guerreiros Ari-An temia estes cruéis e bárbaros guerreiros Sirianos, que paravam para devorar a carne de seus inimigos no campo de batalha.
Um rápido avanço dos guerreiros Sirianos ameaçou a existência do Império Ari-An. Como resultado as rainhas procuraram os reis de Sírius para oferecer uma aliança. Um tratado foi acordado, de acordo com o qual ficou delineado quais setores da Galáxia deveriam ser regidos por cada império, e por algum tempo, os guerreiros de ambos os impérios lutaram lado a lado.
Com o nascimento de um novo sistema o Rei de Sírius foi rápido em reclamá-lo. Assim que os sirianos começaram a explorar seus recursos, este novo sistema tornou-se um posto avançado tanto para o Império Ari-An como para o Império Siriano, e o poder e a riqueza de ambos continuou a crescer. Mas eventualmente a guerra começou novamente, dessa vez entre Reis Sirianos rivais. No final, as forças Ari-An se juntaram ao Rei An. Mundos inteiros mantidos pela oposição foram totalmente destruídos, incluindo suas luas e colônias.
Muito mais tarde, o Rei An mandou seu filho, o Príncipe Ea e sua filha, a Princesa Nin-Hur-Sag (ambos cientistas geneticistas) para reconstruir o mundo destruído de Eridu, e mais uma vez explorar os recursos necessários e valiosos achados lá. Eles restauraram com sucesso a atmosfera; colocaram vida nos mares; recriaram plantas, árvores e flores; e hibridizaram diferentes tipos de seres. O planeta Eridu (Terra) renasceu.
Novas criaturas foram produzidas para habitar o planeta. Uma destas criaturas, Apa-Mus, era um híbrido macaco-besta cujo único propósito era o de servir e ser escravo nos campos e minas. Mas este animal era diferente dos outros, Ele podia entender ordens e podia se comunicar. A Princesa Nin-Hur-Sag tinha construído geneticamente o macaco-besta híbrido usando seu próprio DNA. A inteligência das bestas aumentou e começaram a se multiplicar rapidamente e a ensinar sua própria prole.
Quando outra espécie de trabalhadores criados geneticamente, os intraterrenos Sheti Lizards (Lagartos), revoltaram-se e tomaram o poder, os governantes dos Seres da Estrelas debandaram do planeta. Com a oposição fora do caminho, os Sheti usaram controle da mente e técnicas de programação que aprenderam de seus mestres para alterar as memórias dos descendentes remanescentes dos Seres das Estrelas. O conhecimento da raça humana sobre Seres das Estrelas foi substituído por mitos e lendas.
A dominância Sheti foi e continua a ser desafiada por muitas outras raças das estrelas tentando reconquistar o controle da Terra – e da raça Humana – para seus próprios propósitos. A luta pelo poder continua.

Fonte: http://www.umanovaera.com/reptilianos/A_Historia_Suprimida_do_Planeta_Terra.htm