sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Teoria da Transformação

Vivemos no Século XXI, em plena era da tecnologia avançada, mas sob a égide do pensamento evolucionista do século XIX, em si, inconsistente, improvável. Quero salientar, no entanto, que a minha concepção de existência é muito próxima da teoria científica publicada pelo químico francês Antoine Lavoisier (1743-1794), considerado o pai da química moderna, autor da lei da Conservação das Massas.

De acordo com essa lei, em qualquer sistema, físico ou químico, nunca se cria nem se elimina matéria, apenas é possível transformá-la de uma forma em outra. Portanto, não se pode criar algo do nada nem transformar algo em nada (Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma).

Numa linguagem mais popular, podemos dizer o seguinte: não se cria, e nem se pode criar uma planta de outra planta, mas sim, transformá-la em outra com características semelhantes. A segunda, porém, não será uma versão melhorada da primeira, apenas transformada.

Dessa forma, não se tem a certeza de que os seres gerados terão maior ou menor resistência físico-química, maior ou menor habilidade sensorial, mais ou menos inteligência; ou ainda, se dependerá de todos os órgãos e membros para sobreviver. Esse processo, em síntese, é transformação, e não evolução. Essa visão pode ser extendida a toda criação.

Autor: Gesiel Albuquerque
Site pesquisdado: http://pt.wikipedia.org/wiki/Conserva%C3%A7%C3%A3o_da_massa

A creação


Que a grande presença do Eu Sou irradie luz, amor e muita energia a todos os seres do Universo. Mesmo para as criaturas pertencentes ao time dos que não desejam obter a força diretamente da fonte original, preferindo roubá-la dos humanos.

Vivemos como se nada mais sério em nossa lida espiritual estivesse a acontecer. Mas, temos a consciência do turbilhão de conflitos, dúvidas e questionamentos internos a nos acompanharem por toda a manifestação na 3D (vida terrena).

A sensação a nos abarcar é a de incompletude, de vazio ou de impotência perante os mistérios da existência em todos os níveis. O que nos ilude são os prazeres terrenos, a família, os (supostos) amigos, o trabalho, o futebol, etc. Assim, passamos pela 3D sem muita dificuldade, porém, incompletos; e continuamos assim em outras dimensões.

Que a humanidade entenda o quanto está conectada aos dois lados: luz e trevas, em constante conflito. E como os humanos são subjugados por seres determinados a escravizar, sugar energias, deprimir a mente humana, iludir as emoções, etc.

Que a Grande Mente Cósmica ative em nossas células dimensionais o propósito divino das nossas realizações em toda a vida e nos possibilite entender os sagrados mecanismos dinâmicos da essência, em forma de existência, e das nossas verdadeiras conexões e centelhas creacionais.

Que o Grande Creador do Universo acenda em nós a vontade de questionar e de se inquietar com o sofrimento, com a tristeza, com a fraqueza, com as ilusões, com os medos, com as culpas, com os flagelos; para, desses aprisionamentos, nos libertarmos por todo o eterno agora.

A maioria das pessoas não está preparada para acordar e, por isso, não está disposta a recobrar os sentidos espirituais. Entretanto, é importante dizer que estamos imersos num oceano de ilusões, recheado de perigos suficientes para nos manter escravizados mental e espiritualmente por milhões de anos terrestres. Infelizmente, temos sido joguetes; infelizmente.

Autor: Gesiel Albuquerque

Obs.: segundo o filósofo Huberto Rohden(1893- 1981), creação, originalmente do latim, significa a manifestação da essência em forma de existência. Já o termo criação, uma variante de creação, quer dizer a transição de uma existência para outra existência