Postagens

Mostrando postagens de Fevereiro, 2010

Ovóides e clones astrais

Das profundezas extrafísicas do oceano, surge todo um sistema de vida que se opõe às obras da civilização e à política divina anunciada pelo Cordeiro. Cientistas das sombras desenvolvem verdadeiros criadouros de espíritos ovóides, que implantam em clones ou cascões astrais para intensificar o domínio sobre as consciências. Seu alvo? Aqueles que se expõem frente às multidões: governantes, políticos e líderes religiosos. Sua ambição? Promover o caos social e ecológico para, em meio às guerras e à poluição, criar condições de os senhores da escuridão emergirem da subcrosta e conduzirem o destino das nações. Os guardiões têm de impedi-los, mas não sem antes investigar detalhadamente a estratégia das trevas. Mensagens hipnóticas incentivam a liberação ilimitada dos desejos, implantes de vibriões desestruturam emoções, cascões forjam dublês de mentores e luminares da espiritualidade para enganar médiuns e sensitivos.
Autor: Robson Pinheiro

Mais informações sobre os magos negros

As projeções astrais ocorrem quando um ser humano consegue "sair do corpo físico" desfrutando livremente das faculdades do seu corpo astral ou duplo. Essa operação é chamada de PROJEÇÃO porque, na verdade, é a forma sutil do ser que se desloca enquanto o corpo material permanece em repouso.

Em suas práticas vampíricas, os magos negros se utilizam da projeção astral para assediar sua vítima em situação de extrema covardia, dentro de sua casa e quase sempre durante suas horas de sono. Mesmo desperta, a vítima não pode ver nem tocar seu algoz e portanto, se for um espírito fraco, estará indefesa.

O controle do corpo astral explica alguns dos poderes sobrenaturais atribuídos aos vampiros como a zoomorfose – quando o vampiro toma a aparência de animais como lobo, cão, gato ou morcego. Na verdade, seria o corpo astral, plasticamente mutável, que se torna visível na forma que o mago desejar.

Além de poder aparentar formas animais o mago que domina a o trânsito no pano astral pode prat…