sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Tchan

SEGURA O TCHAN!!!!

Karol Loren, dançarina do É o Tchan, na praia do Pepe, Rio de Janeiro.

Fonte: AgNews
http://fotos.noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/20110128_famosas-praia_album.jhtm?abrefoto=14

Portal 8:26-39


O título deste artigo remete ao livro do evangelista Lucas, em seu capítulo 8, versículos 26 a 39. O trecho relata a história de um homem atormentado por espíritos imundos e, por eles, possuído, servindo de portal das trevas, incapaz de se defender e se fechar aos ataques.

Vivia acorrentado nas cavernas, pois as pessoas do lugar não queriam tê-lo entre elas, devido ao perigo que representava a si e aos outros.

Jesus, estando de passagem por aquele local, soube do triste fato e mandou que as entidades libertassem o rapaz. Elas lhe responderam indignadas, cobrando uma outra “moradia”; afinal, para onde iriam?

Ao ver uma manada de porcos passeando pelas proximidades, o messias decide enviar os seres macabros para dentro daqueles animais que, em aflição, se precipitaram no abismo e morreram.

Todos conhecem este relato triste e, ao mesmo tempo, libertador da vida do homem gadareno. Há, no entanto, detalhes desta estória merecedores de maior atenção sobre como o filho de Deus era visto pela população e como os seus “poderes” assustavam a gente daquela época.

Quando souberam que o endemoniado, de tantos anos, havia sido libertado dos grilhões físicos e astrais, a população se apavorou com o Cristo e pediu-lhe que fosse embora dali. Vejam! Jesus acabara de fazer um bem a um ser humano, mas foi tratado com desprezo pelos moradores daquele lugar. Por que isso? Não tenho resposta; somente elucubrações.

A primeira inferência a fazer, e, a mim, me parece óbvia, diz respeito à compreensão dos gadarenos sobre o sofrimento do homem acorrentado: para eles, tratava-se de um castigo de Deus e, portanto, deveria continuar até que ele o quisesse. Ao libertá-lo, Jesus feriu esta crença e provocou a ira das pessoas.

Numa outra análise, é certo que a legião de entidades, associadas ao rapaz, se revoltou com a sua libertação e instigou a ira e o pavor do povo contra o galileu, exigindo a sua saída; ou então, suponho, seria morto. Ele assim o fez, sabiamente.

Moral da estória: só se enfrenta as forças das trevas com sabedoria.

Obs.: depois de ter sido limpo, o ex-possesso quis acompanhar Jesus nas suas andanças, mas este não o aceitou, preferindo que ele continuasse naquele lugar, convivendo com as testemunhas do seu sofrimento e humilhação, perdurados por muitos anos.
A intenção do nazareno era o homem divulgar a fonte da sua cura: Deus, o pai celestial. Tratava-se, no entanto, de um deus desconhecido daquela gente, pois eles adoravam vários deuses, por serem pagãos.


Autor: Gesiel Albuquerque

Imagem copiada de: http://acaogospel.com.br/portal/index.php/brasil/o-endemoninhado-gadareno.html

Ser feliz


Desejarmos e termos a prosperidade em nossas vidas, não é errado, muito menos "pecado" como erroneamente, muitas vezes, concluímos. Somos parte da Natureza e se a ela observarmos,verificaremos que, se não houver abusos ou negligência humana, haverá abundância em tudo.

Semeando na hora, e de uma forma correta, colheremos sempre muitos e bons frutos.

Se a pobreza e a falta de recursos fossem um caminho para a felicidade, como acreditam muitos, como ficaria o progresso, sem as verbas necessárias para estudos e pesquisas e suas conseqüentes inovações tecnológicas, voltadas para o bem estar e progresso geral do ser humano e de nosso planeta?

E a nossa família? Você não gostaria de pagar uma boa universidade para seus filhos, ou poder viajar e descansar junto com os seus, sem preocuparse com as despesas que terá ou as dívidas quando do seu regresso?

Muitos místicos, filósofos, religiosos e mestres do passado viveram sem muitos recursos, isso é uma verdade. Mas como será que viveriam hoje, com toda a tecnologia existente no planeta?

Fariam grandes viagens pelos continentes, a pé, como antes, ou aproveitariam o concurso de modernas e rápidas máquinas voadoras? Fariam palestras em praças públicas a reduzidos números de ouvintes ou utilizariam os modernos meios de comunicação, ampliando o poder de suas mensagens?

E para isso, não seria necessária alguma soma em dinheiro? E mesmo que esses trabalhos fossem patrocinados por grupos filantrópicos, também estes não necessitariam de recursos para tal empreendimento?

Os tempos mudaram, o mundo mudou e está mudando constantemente; mas, e os seus padrões e conceitos, também estão?

Autor: Humberto C. Pazian
Do livro: Prosperidade em 42 Dias, p. 2
Editora: Letras & Textos Editora

Imagem copiada de: http://fatimasoares-mestremorya.blogspot.com/2010/04/feng-shui-e-prosperidade.html