domingo, 27 de novembro de 2011

Oito atitudes que ajudam a viver melhor


Certas atitudes vitais ajudam o processo de crescimento humano
  1. Sinceridade: honestidade consigo próprio e com os demais, a sinceridade pode ser doce apesar de adversa e recebida pelo outro como uma contribuição ao seu crescimento.
  2. Humildade: desfazer a trava do orgulho, para não cair no perigo de se sentir superior ou especial.Devemos buscar o aprendizado nas situações e nos outros.
  3. Coragem: encarar novos desafios e refletir com profundidade. Desconfiar das certezas duras.
  4. Perseverança: Ser constante em uma linha de trabalho. Buscar ultrapassar as dificuldades internas e externas.
  5. Confiança: tanto em si mesmo e nas próprias intuições, como caminho individual.
  6. Aceitação: não lutar contra os fatos, mas aceita-los. Amar você e o próximo, apesar dos defeitos.
  7. Humor: encarar as situações com perspectiva e menos seriedade.
  8. Compaixão: experimentar o amor e a preocupação genuína pelos os demais e abrir-se ao mundo. Descobrir a felicidade de servir e ajudar.
Fonte dessa notícia: http://www.uniaoplanetaria.org.br/blog/11/2011/oito-atitudes-que-ajudam-a-viver-melhor/

sábado, 26 de novembro de 2011

Cura Quântica Multidimensional

CURA QUÂNTICA MULTIDIMENSIONAL é um processo inovador de cura espiritual. É uma técnica que possibilita o tratamento de obsessões, magias, arquepadias, implantes e elementais nos níveis mais profundos do ser.

O tratamento pode ser feito à distância ou presencial; o efeito é o mesmo. Entretanto, convém salientar que essa técnica não faz milagres. Ou seja, ela vai até o limite do merecimento e da programação cármica do indivíduo. Mas pode ajudar muito.
Caso você queira passar pelo tratamento Quântico Multidimensional, envie um email para blogdogesiel@hotmail.com e faremos uma análise do seu caso.
Gesiel Albuquerque

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Liberte-se da culpa

Somos nascidos sob a influência da culpa. E por isso, temos sido instruídos, desfarçadamente, a sentí-la a fim de buscarmos a (suposta) paz, para nossa consciência. As religiões são hábeis nesse sentido. Ou seja, levar o indivíduo a se martirizar interiormente para poder se libertar de algum pecado ou problema com deus. Qualquer estudioso mais acurado, perceberá o grave paradóxo entre culpa e libertação.

Lamentavelmente, essa tem sido a programação milenar a qual estamos subordinados, tanto antes quanto depois de assumirmos o corpo físico.
A culpa tem sido usada por líderes do universo-trevas e manipulada em nossas almas, como instrumento de controle emocional para que lembremos de quem realmente manda neste planeta, nesta dimensão temporal e quem faz as regras nela.

O sentimento de culpa aleja o espírito e paralisa a alma que, sentindo-se imerecedora de algo, não consegue acessar os seus mananciais divinos e nem interagir livremente com situações, lugares e pessoas. Imagine que tem gente que se sente culpada até pelo que ainda não aconteceu. É incrível o poder paralisante e destruidor desse sentimento para o espírito humano. E isso, os tenebrosos conhecem muito bem, e fazem bom proveito dessa "arma" destruidora.
Alerto, portanto, que sentir-se culpado só piora as coisas em nossa existência, pois a culpa fortalece o medo e o remorso, levando à auto-punição, que é uma verdadeira trava para o indivíduo.
Ao lidarmos com os acontecimentos do cotidiano, o ideal é agir com responsabilidade e termos a noção dos nossos limites para que, ao final, não haja mortos e nem feridos (se é que você me entende).

Uma sugestão. Liberte-se da culpa e, consequentemente, do medo e do remorso! Isso lhe fará um ser humano melhor. Mas saiba que tudo o que fazemos pode se voltar contra nós. Portanto, faça o seu melhor, sem agredir a sua consciência e tampouco as consciências alheias.


Autor: Gesiel Albuquerque

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Camões, Paulo e Vinícius: confissões sobre o amor

Camões, Paulo e Vinícius: confissões sobre o amor

"O amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que doi e não se sente..."(.) A partir dessa frase extraída do texto de Luis Vaz de Camões (1524-1580), pretendo falar sobre a importância desse sentimento para todos nós. Obviamente, muito do que for dito aqui, será do seu conhecimento porque a temática amorosa é uma constante em todos as escolas humanas.

A citação acima é o começo de um poema cuja preocupação é demonstrar as incongruências de um sentimento tido pelo poeta como avassalador, o qual costuma se tornar uma doença da própria alma de quem o vivencia, agindo como uma droga que, apesar de fazer mal, não consegue ser rejeitada. Não é atoa que, na composição deste poema, o autor se refere ao amor como um "contentamento descontente". Em si, você já pode perceber quão incoerente é esse contentamento sem contentamento. Isto é, como é que alguém pode dizer-se contente, estando descontente? Esta é uma das façanhas do impretadas pelo amor camoniano.

Há muitas modalidades de amor, adaptadas ao gosto do seu "manifestante". Muitos, entretanto, confundem apego excessivo com esse sentimento incomensurável, impalpável, imaterial e abarcador dos desejos, ilusões, fantasias, viagens conscienciais e desterramento, quase completo, da sistemática real. O amor é isso: é tudo, é todo, é tido como tal.

Me vem à lembrança a frase do apóstolo Paulo sobre a importância e a significância do amor para a sua vida. Não apenas como algo sentido, mas como meio de fortalecer a razão das suas ações perante o mundo com base numa percepção metafísica da natureza humana. Através desse sentimento, Paulo demonstra ter conseguido uma façanha realizada por poucos: ele conseguiu se encontrar. Ou seja, descobriu e experimentou a sua verdadeira essência que, na sua nomenclatura, era o amor. Paulo percebeu quem era, do que era feito e qual era a origem da sua composição. Entendeu que sem o amor, o amor de Deus, ele não era nada.

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine". Com esta constatação, o apóstolo Paulo assumia que a essência da existência estava em vivenciar o amor sincero, verdadeiro, transformador e suprahumano. Para ele não adiantava falar a língua dos seres celestiais, porque ela não produziria efeito milagroso sem o poder mágico desse sentimento. Paulo instala o conceito de essência para as ações, posturas e valores na vida das pessoas. Claro que ele não falava de um desejo carnal ou de uma atração física. E sim, de um sentimento cuja exigência para ser manifestado deveria ser a verdade da alma no auditório da consciência, sem rodeios, invenções ou máscaras.

O apóstolo ainda profetiza a impossibilidade de o amor falhar. Significando dizer que, se essa energia se faz presente no coração e no espírito de alguém, de modo singularmente verdeiro, nunca haverá falhas no seu poder de transformação universal. O indivíduo estará tão inundado pelo sagrado poder desse quantum cósmico afetivo que tudo em sua volta, e dentro de si, funcionará perfeitamente, mesmo que, aos olhos profanos, não pareça.

O poeta Vinícius de Moraes(1913-1980) diz o seguinte: "Encontrei em você a razão de viver e de amar em paz e não sofrer mais, nunca mais. Porque o amor é a coisa mais triste quando se desfaz". Essa visão sensorial sobre o amor é quase uma marca registrada do nosso poeta, que não poupa palavras e nem expressões sinestésicas para demosntrar o quão intenso era vivenciar o prazer da emoção saída dos olhos, da crane, dos poros e das vibrações celulares dos organismos. Vínicius era intensoe muito cônscio das suas necessidades, digamos, amorosas.

Num de seus poemas, o poeta carioca determina: "Eu possa me dizer do amor (que tive): que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure". Talvez essa tenha sido uma das constatações mais próximas da forma como ele encarava o amor. É possível que Vinícius nunca tenha se interessado pela eternidade de coisa alguma, mas sim, pela intensidade das experimentações, e quanto mais intensas, mais eternas (lembradas) elas seriam.

Amor cósmico, intenso, eterno ou finito. Não importam os limites que se imponham ao amor, e nem as formas como o compreendemos ou o exteriorizamos. O que importa é perceber a força que move os seres humanos em direção a um infinito desconhecido, porém, percebido por todos como o eterno ponto de chegada de todos os caminhantes da jornada universal. A essa força, pode ser dado o nome de amor, como classificou Saulo de Tarso (Paulo), em suas epístolas divinamente escritas.

Ainda não dá para falar de amor verdadeiro, visto que seria descrever uma ilusão, por se tratar de algo pouco vivenciado pelos seres da Terra, já que estes se encontram num padrão vibracional tão densificado pela matriz holográfica das percepções sensoriais que não conseguiriam captar as sutilezas mágicas desse sentimento divino e universal, característico da nossa verdadeira essência quântica.

Costuma-se confundir desejos e apegos com o verdadeiro amor: as pessoas se afeiçoam às outras e criam uma certa dependência em relação ao outro, estabelecendo laços psicológicos, afetivos e carnais muito intensos, difíceis de serem desfeitos. O que muitos se esquecem é que o verdadeiro amor não combina com apego, dependências ou dominações, em hipótese alguma.

Autor: Gesiel Albuquerque

domingo, 13 de novembro de 2011

Somos células de Deus

Não pense que você está isolado em seus pensamentos e emoções. Suas reações internas são o reflexo daquilo que está lhe conectando aos universos holográficos gravados em seu DNA energético. Numa analogia simplória, comparo o ser humano a um software de computador (consciência) instalado num disco rígido (corpo físico), através do qual se pode executar os comandos e registros armazenados em suas memórias (processador).

Se entendermos que a dinâmica existencial se processa dessa forma, poderemos perceber a nossa função dentro de um programa maior (consciência cósmica ou Deus), num plano mais avançado e deliberadamente projetado para criar colisões através das quais se desprenderão flocos energéticos capazes de mudar realidades e estabelecer parâmetros diferenciados do ponto de vista consciencial e das intenções de cada ser dessa projeção.

O processo holográfico, conhecido por nós na 3D, ainda é embrionário e não pode oferecer os vários recursos para a humanidade estudar as camadas, sub-camadas e têmporas espaciais, interconectadas por passagens dimensionais, através das quais zilhões de (ao infinito) fluxos de éter hipermagnetizado, plasma e antipartículas são transferidas para todos os corpos do universo.

Através do estudo holográfico dessas partículas, pode-se instituir resoluções de vários problemas de ordem sutil dentro de cada organela atômica; o que se refletiria na cura de doenças e traumas em todos os níveis. Em linhas gerais, a holografia permite entender, em tamanho reduzido, como o universo e todos os seus componentes funcionam. Através desse produto oxi-reduzido, é possível encontrar mais facilmente a solução para os vários enígmas da criação.

Ao se estudar a holografia quântica do universo, será possível descobrir como e de onde se manifesta a energia cósmica celestial e perceber a sua atuação descrita nas equações matricial e logarítimica através de sua matemática exponencial, que pode dar uma pista sobre a inteligência da mente infinita de Deus. Surgimos dessa inteligência e nos insurgimos contra ela (numa acepção positiva) porque o nosso papel é caminhar independentemente, não precisando ser carregados.

A mente cósmica nos empurra ao (des)caminho para aprendermos a andar, e a voar, através de um esforço persistente, inexorável e eterno. Mesmo se perdermos a forma fisicamente prescrita e desenhada pelas células plastificadoras, jamais perderemos a nossa essência. Nunca deixaremos de ser filhos do poder infinito porque somos energia da sua energia, liga da sua liga. A propósito, somos diferentes da arquitetura produzida na prancha original, mas sempre pulsados pela entropia que desordena as forças do corpus universal.

O que oblitera as percepções sutis e interfere nos propósitos da existência são, via de regra, as crenças produzidas em nós, e por nós, reproduzidas em várias dimensões simultâneas, futuras e pretéritas com as quais estamos compatibilizados. Não pense, entretanto, que são apenas as criaturas da 3D a serem iludidas por crenças diversas. Nas dimensões etéreas, há muitas entidades enganadas por seus pensamentos, ou pela ação hipnótica de outras mentes, ávidas pelo usufruto da substância nicron, o gás nobre das moléculas do espírito.

Somos energia produzindo e perdendo quantum holo-térmico e cinético proveniente do centro das nossas vontades e daquilo que se convencionou chamar de pensamento, com o objetivo de alterar e refazer projetos macro existenciais. Sendo mais específico, somos as células de Deus em constante movimento e produção de energia, que será plasmada como realidade. Por isso, nunca estamos sozinhos na elaboração do projeto da criação.

A propulsão das nossas ações ocorre quando mobilizamos a intenção de "abrir caminhos" na dinâmica criacional, a qual está repleta de entidades concienciais amadurecidas pelas diversas vivências e "inter-vivências" ao longo de muitas vidas e enquadradas em milimétricos tempos, lugares e pessoas escolhidas. Parece complexo, mas não é.

Ao sair do patamar religioso medieval e adentrar as fórmulas consubstanciadas do espírito (ser etéreo), mergulhado na noção de atemporalidade e situacionlaidade extemporâneas, o indivíduo pode projetar o entendimento sobre o seu conteúdo dinâmico e o que a sua força motriz representa nas diversas manifestações supra-constituídas, dentro do que se convencionou chamar de identidade consciencial ou manifestação individual nesta dimensão.

Numa análise mais aplicativa, o processo existencial é mecanicamente bem simples. E de certo modo, são os seres vivos que danificam essa mecânica com suas expansões tecnomotivas e eminentemente desordenadas. Entretanto, o que aparentemente está em crise de ordenamento, na verdade, cumpre um propósito maior, organizadamente estipulado pelo Grande Senhor do Universo.

Autor: Gesiel Albuquerque

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A indeterminação Quântica

Embora concordando com Einstein que a atual física quântica, da forma como está estruturada, deixa de nos dar uma explicação adequada do mundo material de nosso dia-a-dia, minha tendência pessoal é adotar a visão de Bohr—Heisenberg a respeito da indeterminação; isto é, quero defender a visão de que o fundamento mesmo da realidade é um labirinto móvel e indeterminado de probabilidades.

A razão para esta minha tendência virá mais adiante quando discutirmos natureza da consciência e sua relação com a física quântica. O funcionamento de nossa própria mente poderá fornecer uma chave para a natureza fundamental da realidade.

Por enquanto, a indeterminação quântica é, no mínimo, uma maneira metafórica muito poderosa para se perceber a realidade. Ao nível do cotidiano podemos ver o princípio da incerteza e o da complementaridade — a dualidade onda—partícula —como algo que nos oferece a chance de escolher entre diversas maneiras de se enxergar um mesmo sistema.

Por exemplo, podemos pensar nas ondas como gigantescas ondulações na superfície do mar ou podemos pensar nelas como certa quantidade de "partículas" (moléculas) de água. Podemos pensar numa nação como uma entidade viva com características próprias, etnia e história, ou podemos dividi-la em cidadesseparadas, prédios distintos, pessoas distintas.

Autora: Dana Zohar
Livro: O ser quântico

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Allan Kardec

As obsessões espirituais precisam ser melhor investigadas pelos que as divulgam como causas de muitos dos sofrimentos humanos. O pesquisador francês Allan Kardec (1804-1869) chegou a classificá-las como simples (irradiação mental do obsessor), mediana (fascinação sobre a vítima) e complexa (subjugação total da vontade do obsediado).

Ocorre que a obsessão espiritual é profundamente mais complexa do que os três níves destacados por Kardec. Há processos meticulosos e extremamente ardilosos de influenciação mental e emocional, cuja detecção é quase inviável devido ao nível de consonância e ressonância com os próprios sentimentos e desejos do obsediado.

Há milhares de pessoas sofrendo os mais diversos tipos de obsessão espiritual e agindo como se fossem verdadeiros luminares terrestres, pensando estarem a ajudar a humanidade a ser mais feliz. Nem desconfiam elas que estão caminhando a passos lentos, porém contínuos, para o abismo da escuridão e do controle total de suas vidas.
O processo obsessivo é elaborado por mentes muito poderosas e muito inteligentes. Não se trata de uma ação sem planejamento ou cuidado específico. Ao contrário do que muitos pensam, nem sempre o ataque se dá devido a uma inimizade entre dois seres, mas sim, pela decisão de poderosos chefes tenebrosos do mundo astral, inconformados com alguma causa coletiva ou revoltados com o comportamento de algum dos seus (ex) subordinados.

Vale dizer que no ataque obsessivo é muito difícil uma ação direta do chefe. Ele sempre incumbe seus comandados a realizarem o serviço. Entre esses comandados estão os demolidores; seres altamente malígnos e especialistas em destruir por completo a vida do indivíduo. Ter um desses na sua vida já é um problema, imagine dois ou mais. Nos casos de obsessão complexa, há sempre mais de uma entidade demolidora.

Toda obsessão tem uma razão de ser e um objetivo a ser alcançado. Os motivos para tal influenciação são tantos que não caberiam neste artigo. É importante alertar, portanto, que nossas vidas estão vulneráveis a todas as ações das mentes astrais; e mesmo estudiosos ou cuidadosos esoteristas e religiosos sofrem tais ataques para que não consigam exercer a sua missão original.

Os ataques obsessivos, os quais estamos acostumados a ver em casa ou nas relações sociais, estão, na sua maioria, ligados ao castigo de desertores, infrataores ou incompetentes na visão de seus antigos chefes. Casos de loucura, de possessão ou influenciação direta são típicos de pessoas cujo comportamento não agradou aos comandantes das legiões trevosas. Em todos os casos, as pessoas são levadas (enquanto dormem) para bases secretas no mundo astral a fim de sofrerem torturas mentais e emocionais indizíveis aos nossos padrões humanóides.

No interior das bases (que mais parecem quarteis militares), as pessoas desdobradas passam por reprogramação mental, colocação de implantes, recebem marcas, selos ou símbolos e ficam com entidades coladas a seus corpos fluidicos a fim de provocar nelas toda sorte de transtornos, dores emocionais e sofrimentos no dia a dia.

O projeto obsessivo engendrado visa a tirar da pessoa-alvo tudo que lhe faça feliz. Por exemplo: amigos, família, lazer, emprego, etc. Dessa forma, o obsediado vai se isolando e perdendo contato com a realidade. Normalmente, o resultado final desse processo é a morte física. Isso não significa, entretanto, que no mundo astral a obsessão seja cessada. Pelo contrário, na maioria das vezes ela fica pior, já que o corpo físico serve como uma capa de proteção contra os fluidos astrais. Uma vez fora dele, tudo se potenciliza sobre o indivíduo, principalmente a força das mentes malígnas contra ele.
Outra forma bem comum de ataque obsessivo espiritual é a inoculação de pensamentos ruins nas outras pessoas em relação ao obsediado. Ou seja, a criatura passa a ser mal vista, odiada ou constantemente envolvida em confusões, perdas e humilhações, para que o mundo a despreze tanto espiritual quanto socialmente. Assim, ela se torna alvo de fofocas, intrigas, calúnias, difamações, mesmo sem ter dado razão para aquilo. Seus objetivos de vida perdem, também, total razão de ser e tudo fica mais difícil para ela conseguir materialmente.

Nos casos obsessivos mais graves, costuma haver a implantação de ovóides (no corpo astral: em simetria com a cabeça, as costas ou o umbigo da pessoa). Estes ovóides sugam paulatinamente as energias da vítima, fazendo-a sentir-se fraca e exaurida, sem ânimo e sem forças até para continuar vivendo. Mesmo depois da morte física, o obsediado ainda continua com o ovóide, que pode permancer até por milênios grudado no corpo fluídico do indivíduo como se fosse um parasita. Com o tempo, a retirada dessa ferramenta (normalmente alienígena) fica extremamente difícil, pois ela já absorveu tudo o que podia do ser parasitado e uniu-se energetica e organicamente a ele.
Através de aparelhos, agulhas e outros artefatos, os obsessores podem controlar suas vítimas à distância e inserir em suas mentes as mais diversas sugestões. Quando a pessoa é "fraca de espírito", costuma ceder facilmente aos seus "senhores", agindo sem sequer desconfiar que aqueles não são seus reais pensamentos e desejos, mas sim, de mentes poderosas as quais têm absoluta informação de tudo o que o ela pensa, deseja ou projeta.

Por mais que oremos e vigiemos não estamos livres de sermos obsediados. Antes de sofremos tal revés, nossos inimigos nos estudam milimetricamente, buscando identificar todas as nossas fraquezas morais e emocionais para, com isso, elaborarem o seu plano de ação contra a nossas vidas. Dessa forma, quando alguém passa a ser obsediado, os autores do processo já sabiam exatamente quando, como e onde agir. Às vezes leva apenas alguns anos; outras vezes, passa por diversas existências.

É preciso que os estudiosos espiritualistas deixem de lado o sectarismo religioso e busquem aprofundar o seu conhecimento sobre como se processam os ataques obsessivos. Não se pode achar que a verdade está apenas naquilo classificado por Kardec nos anos de 1800. Estamos no século XXI e as possibilidades são outras. A capacidade de compreensão da humanidade também aumentou, e já é hora de muitos humanos saberem verdadeiramente o quanto, e como, são atacados neste planeta.
Autor: Gesiel Albuquerque