sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Texto egípcio e recém-encontrado revela poder absurdo de Jesus Cristo

Jesus Cristo era uma pessoa bastante diferenciada segundo os textos bíblicos. Podia, por exemplo, caminhar sobre a água tranquilamente. Mas um novo texto revela um poder ainda mais surpreendente para ele.

Datado de 1200 anos atrás, um antigo texto egípcio foi encontrado recentemente e pode mudar a história. Ele narra parte da vida e da crucificação de Jesus, com informações que mudam completamente os conceitos já conhecidos.

Descrito em língua conta, ele descreve, por exemplo, Pôncio Pilatos como um discípulo fiel e não como um traidor. Segundo o texto, ele teria oferecido seu próprio filho para ser sacrificado no lugar de Jesus Cristo.

Mas a parte mais surpreendente do texto é um relato que envolve Jesus e Judas. Segundo ele, o segundo teve que beijar o Messias para identificá-lo aos romanos. Isso porque, segundo o texto, Jesus Cristo era capaz de modificar sua aparência.

“Então os judeus disseram a Judas: como o prenderemos se ele não tem uma forma única, mas sua aparência muda? Algumas vezes é negro, outras é branco, outras é vermelho, algumas vezes tem a cor do trigo, algumas vezes é amarelo… Algumas vezes é jovem, outras vezes é um homem velho”, diz o texto em questão.

Outra questão da Bíblia tradicional que é mudada pelo texto diz respeito ao dia no qual Jesus foi preso. Acreditava-se, até hoje, que isso teria acontecido numa quinta-feira. Mas, de acordo com o texto egípcio, o Messias foi levado à prisão em uma terça-feira — as datas, claro, tem relação com a celebração da Páscoa.

O responsável por traduzir os textos egípcios é o professor Roelof van den Broek, da Universidade Utrecht, na Holanda. Segundo ele, é possível que os fatos não tenham ocorrido exatamente como são descritos, mas que sejam relatos coletados do que as pessoas da época pensavam sobre Jesus.

domingo, 27 de setembro de 2015

Conspiração Secreta

O mundo hoje é cercado por crenças limitantes que bloqueiam e atrapalham o seu caminho para realização dos sonhos. Vivemos em uma sociedade que não nos dá estimulo para crescer, aflorar e mostrar nossos dons ocultos, permitindo que nossos sonhos e realizações escorreguem pelas mãos.

Existe uma conspiração secreta e sutil que nos impede de viver o caminho que fomos destinados a trilhar, talvez você nem saiba disso, talvez saiba, mas o fato que ela nos bloqueia.

Autor: Bruno J. Gimenez

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

CAIO FÁBIO: lucidez e coragem

Tenho acompanhado a trajetória do Caio Fábio, nos últimos três anos, através das suas publicações em seu site e pelas reflexões que apresenta no programa da Vem e Vê TV. Sou avesso aos dogmas religiosos e crítico das práticas e conteúdos revestidos de angelitude, que possuem um miolo de macumbaria e demonismo disfarçado.
Não tenho nada contra os macumbeiros e demonistas. Só acho uma tremenda hipocrisia (para não dizer outra coisa), os pastores e seus seguidores condenarem tais práticas e fazerem exatamente igual em suas igrejas, porém com outra nomenclatura.
Por muito tempo, fiquei a procurar alguém com razoável lucidez neste meio, ou advindo dele, que fizesse uma crítica contumaz a essa corja de feiticeiros, que vão aos templos religiosos só para alimentar as suas máscaras sociais de bons moços e boas moças, bem feitores ou seguidores de Cristo (?).
Até que um dia, deparei-me com o Caio Fábio, no Youtube, contando, com singular veemência, os seus acertos, desacertos, ilusões e desilusões quando habitava este ambiente e gerenciava os destinos daquela gente, praticante de rituais ao diabo travestido de Espírito Santo (Deus é mais!); e que repete os erros históricos, alimentando uma ganância sem igual pelo dinheiro e pelo sexo.
Já vi o Caio Fábio se emocionar, se irritar, se compadecer e se abrir para todos os que o procuravam (e ainda o procuram) pela internet ou por cartas. Já o vi fazer revelações bombásticas sobre o caráter de alguns líderes religiosos, mostrando ao povo a verdadeira face e interesses destes pseudo adoradores de Cristo. Confesso que já me surpreendi com sua lucidez e grande poder de argumentação, coisa rara neste meio.
Só mesmo uma pessoa com coragem espiritual (que nasce do fundo do coração e de uma consciência tranquila) atinge um feito desses. Temos coragem para enfrentar ou correr dos perigos físico-naturais. Isso é instintivo. Porém, dar vazão à coragem espiritual é uma atitude dificílima a ser tomada, por um motivo simples: é preciso nos desapegarmos de todos os interesses mesquinhos, simplistas, perversos e fúteis que nos acorrentam à escravidão mental e emocional.
Para combater a podridão, é preciso sair dela, ainda que alguém leve consigo as marcas da sujeira que invadia o seu corpo.  Se assim não o for, fica impossível sustentar a verdade no olhar, nas ações e nas palavras, pois quando se combate o crime sendo ainda adepto a ele, a transformação moral se torna sujismunda, falsificada, estelionatária, e até deprimente. Este não é o caso do Caio Fábio. Ao que parece, ele conseguiu esta libertação com maestria.
Percebo verdade nas palavras do Caio, e não consigo vê-lo como evangélico; mas sim, como um filósofo, antropólogo, ou cientista social experiente, atento às mazelas do povo com o qual convivia. Registre-se: não o conheço pessoalmente e nunca conversamos, e nem estou bajulando-o. Estou apenas reconhecendo um fato raro entre os evangélicos: lucidez e coragem. Trata-se aqui da impressão que tenho dele, mediante as suas ações midiáticas.
Por discordar da sua crença bíblica, fico a me questionar como um homem, com tamanha compreensão e tirocínio, ainda se prende a conteúdos bíblicos supostamente inspirados por Deus. Perdoem-me os evangélicos, mas a Bíblia não é, e nunca foi, a palavra de Deus. Trata-se apenas de um conjunto de narrativas históricas de consistência duvidosa.
A capacidade de raciocínio do Caio a mim me parece grande. Seu conhecimento científico, filosófico e espiritual ultrapassa a média da maioria destes líderes mercadores da fé, que aparecem por aí, pelas televisões da vida. Sua fundamentação espiritual é a Bíblia, "a palavra de Deus". Embora eu discorde, eu o respeito; e respeito todos os evangélicos sinceros.
Finalmente, quero externar o meu reconhecimento a este reverendo/pesquisador, que tem contribuído muito com as suas reflexões para a construção de questionamentos sobre o que as pessoas fazem da Bíblia, e com a Bíblia,  e a quem entregam suas almas. Certamente, ele espera estimular uma mudança de paradigmas. E sobre isso, digo que o plantio é árduo e a colheita, muito pior. Mas, como diria o filósofo jogador Ronaldinho Gaúcho, “vai na fé, vai na fé.”

Autor: Gesiel Albuquerque 
 
 
 
 
 
 
 






  

CAUSA E EFEITO: tudo é o que tem que ser

Toda causa gera um efeito, quem planta chuva colhe tempestade, quem planta algodão não vai colher pedras”. Você já ouviu estes conceitos aplicados aos ensinos espiritualistas. Pois bem, trata-se de uma mentira. A verdade é que toda causa pode gerar efeitos diversos ou nenhum efeito. Parece complicado, mas é algo simples de entender. Causa e Efeito não têm absolutamente nada a ver com Ação e Reação. Vejamos os fatos.
As teorias espiritualistas têm associado a noção de causa e efeito à chamada Lei do Karma, com o objetivo de demonstrar que a pessoa estaria colhendo o que plantou. Ou seja, suas ações (boas ou ruins) levaram-na a uma determinada circunstância existencial. Esta concepção karmológica, na verdade, está vinculada à ideia de ação e reação, postulada pela Terceira Lei da Mecânica de Isaac Newton; e não, ao conceito de causa e efeito.
Uma ação gera uma reação com a mesma força, sentido e direção inversamente proporcionais. É o que postula a Terceira Lei de Newton. Dessa forma, uma ação só pode gerar outra reação exatamente igual, porém inversa. Trata-se, digamos, da teoria da vingança: bateu, levou. Na concepção de causa e efeito, a situação é outra. Uma causa pode gerar vários efeitos, e inclusive, nenhum.
Quem planta (causa) colhe (efeito)? Nem sempre. Se você plantar, dependendo, das condições climáticas e do solo, poderá não colher absolutamente nada. Ou então colherá além do esperado. Note que ao atrelarmos este conceito à teoria do karma, ela se torna frágil.
Com algumas sementes de milho, por exemplo, você pode colher inúmeras espigas em um pé, ou em vários. Isto é, uma causa gerando vários efeitos. Observa-se, portanto, que nem sempre uma causa gera um efeito, e nem sempre este efeito será igual em todos os aspectos.
Transpondo este conteúdo para a realidade existencial, percebemos que no universo a sistemática é esta: uma causa é igual a muitos efeitos, ou pode ser igual a efeito nenhum. Outro exemplo: às vezes, o sujeito é um assassino contumaz sem nunca sofrer um arranhão, e nem ser condenado. Então, não houve efeito. Outras vezes, o sujeito mata e passa a ser perseguido, excluído pela sociedade, ou ainda aplaudido e venerado. Portanto, efeitos diferentes.

Alguém poderá dizer, então: _ ah, é preciso saber plantar para colher bem. Nada disso. No dia a dia, percebe-se uma infinidade de situações nas quais as pessoas fazem tudo certinho, mas não têm os resultados esperados. Pare para refletir e vai comprovar o que estou falando.
Alguém, também, pode dizer: _ ah, mas a vida atual é efeito do que fizemos (causa) nas outras. Uma bobagem! Pois, a justiça divina não teria sentido algum ao permitir que os efeitos das nossas ações se dispersassem por outros mundos e vidas, indefinidamente, e se voltassem sempre contra nós. Que aprendizado seria este? Dessa forma, nunca pararíamos de sofrer, já que estamos continuamente dando causa a algo. Faz parte do jogo. E quem me garante que a causa (ação) que considero boa para mim teria o mesmo valor para os outros? Refletir é preciso.
Jesus Cristo divulgou a paz e o perdão dos pecados (causa) aos seus contemporâneos e foi morto de forma ultrajante (efeito adverso). Barrabás roubou e matou (causa) e antes de sofrer o castigo maior (a morte na cruz) foi libertado por suas vítimas sociais (efeito adverso). Gandhi pregou e agiu sob os auspícios da não-violência (causa) e foi assassinado de forma covarde por alguém a quem nunca tinha causado mal algum (efeito adverso).
José Datrino, o profeta Gentileza, (1917-1996), pelas ruas do Rio de Janeiro, pregava a gentileza (causa) como geradora de gentileza (efeito). E sempre foi tratado como um louco e idiota pelos transeuntes; e o que menos recebeu em troca foi a gentileza (Efeito adverso. Neste caso, podemos dizer que não houve efeito). Todos estes personagens teriam colhido o que plantaram? Os fatos dizem que não.
Causa e efeito não são conteúdos iguais e nem interagem reciprocamente como na lei da ação e reação. Se analisarmos bem, a noção de karma cai por terra quando compreendemos que o universo não trabalha desta forma. Estamos, na verdade, cumprindo papéis delineados pela Grande Mente (Deus) por algum propósito que ainda não conhecemos.

Portanto, nota-se que a vida é pulsante, desprovida de crenças e regras lógicas. O que existe é a força poderosa da Criação, autônoma em todos os sentidos e autoconsciente. Em síntese, tudo é o que tem que ser, e pronto. É preciso, dessa forma, refletirmos sobre conceitos e teorias supostamente coerentes, a fim de não sermos enganados pelas falsas crenças.


Autor: Gesiel Albuquerque

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Sobre os implantes astrais

Implantes astrais são aparelhos e dispositivos instalados na pessoa, com finalidades escusas, administrados por consciências muito inteligentes e hábeis na arte de controlar e fazer sofrer. Implante é uma tecnologia avançada proveniente de outros planetas, dos quais os seus inventores foram expulsos, ou os destruíram com os seus experimentos.
 
A humanidade está aqui há milhares de anos e fomos trazidos por seres poderosos e co-criadores de mundos. Digo co-criadores porque o nosso planeta foi elaborado e delineado para atender as nossas necessidades físicas, fisiológicas energéticas, além dos interesses daqueles que nos criaram.

As razões para a nossa existência são misteriosas, e quem diga ou busque dar uma resposta a este fenômeno, estará deliberadamente buscando enganar. É fato, no entanto, que servimos de “alimento” para as consciências astrais que nos controlam. De nós, eles sugam (roubam), ou recebem de bom grado, a energiamental, emocional e sexual que produzimos. Somos fonte de energia que os agrada por demais. E desta energia, eles (ETs, magos negros, elementais, etc.) se nutrem com muito gosto.
 
Uma das formas de impedir que o “rebanho” se disperse, ou ainda, que algum indivíduo se insurja contra a matriz de controle, ocorre através dos implantes. Com eles, é possível monitorar as mentes, controlar impulsos, vontades e desejos das consciências e perceber quando um “espertinho” resolve fugir. Ou ainda, quando estes maiorais resolvem elevar ou destruir a vida de alguém, ou outras tantas ações belicosas.
 
Formato dos implantes
 
Os implantes possuem formas e conteúdos variados. Podem ser colocados em qualquer parte do corpo físico ou dos corpos astrais, podem ser palpáveis ou etéreos. Ao contrário do que muita gente pensa, a maioria dos implantes é etérea, por uma razão muito simples: para não serem detectados pelos aparelhos terráqueos.
 
Os implantes são colocados durante o sono, em qualquer fase da vida. São substituídos quando perdem a validade ou quando sofrem alguma avaria, podem ser ajustados a qualquer tempo. Tudo durante o sono. E a pessoa nunca percebe.
 
Tipos de implantes
 
Aparelhos controlados à distância, dispositivos auto-iniciáveis, entidades hipnotizadas, chips, código de barras, insetos bio-artificiais, agulhas, bolhas macabras, ovóides, cristais geométricos, ferramentas, eletrodos, placas semelhantes às de computador, entre outros tantos. Alguns destes objetos são instalados em clones, que refletem toda a sua programação nos indivíduos-alvo.  Por isso é que as equipes de ajuda procuram e não encontram.
 
Locais preferidos dos implantadores
 
Os locais mais comuns onde se fixam os implantes são na coluna vertebral (do corpo astral) no pescoço (nuca), nastêmporas, no estômago e nas partes genitais. Algumas destas peças, com o passar do tempo, se adaptam de tal forma ao corpo energético do indivíduo, que somente equipes muito avançadas tecnologicamente, podem detectá-los e retirá-los. De outra forma, eles se tornam imperceptíveis.
 
Relato
 
Já presenciei a colocação de implantes e confesso que não é algo agradável de se ver. Os objetos são parafusados e se projetam holograficamente em todos os corpos energéticos do indivíduo. É algo muito negativo e de resultados destruidores. Estranhamente, há quem aceite ter estas coisas fixadas em si (Normalmente, fruto de pactos). Quando percebem a bobagem que fizeram já é tarde, o estrago já está feito. A cura (recuperação), quando se dá, é lenta e dolorosa.
 
Se temos implantes?
 
Todos temos implantes. Eu disse todos, ninguém escapa. Existem por aí alguns tratamentos cretinos vendendo a retirada destas coisas através de orações, “luz de Saint German”, geometria sagrada (?), decretos, quebra de pactos, etc.. Tudo bobagem. Implantes não saem com oração ou coisas do gênero, eles só são retirados através de cirurgia. Ou seja, é preciso invadir o corpo astral, cortar ou desparafusar estes dispositivos, ou ainda desintegrá-los com uma radiação específica que só as equipes muito preparadas possuem.
 
O que acontece em muitos “tratamentos” é que as pessoas são induzidas a achar que foram limpas destes objetos. Alguns tratamentos surtem algum resultado, porém, temporário. Isto é, eles retiram apenas aqueles implantes bobos, superficiais; enquanto os mais perigosos estão alojados em camadas profundas dos corpos, ou até em clones aprisionados em outras dimensões (escondidas) conectadas ao indivíduo.
 
Autor: Gesiel Albuquerque

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

França, 2015: somos todos um

Quanto aos atentados ocorridos na França em Janeiro deste ano, o mundo ficou chocado com a brutalidade cometida pelos terroristas islâmicos que, na ânsia de vingar o profeta Maomé, não pouparam tiros contra os alvos e alguns inocentes. O fato realmente foi trágico e chocou a opinião pública mundial.

Je ne suis pas Charles Hebdo!

Líderes políticos, religiosos e a sociedade organizada se mobilizaram contra tais crimes e em favor da liberdade de expressão. Há muito tempo, a humanidade vem brigando por garantias à sua liberdade de não só se locomover, mas também expressar o que pensa e sente. Mas..., tem um quê nisso tudo.

Em que pese a perversidade dos atos e o ataque à dita liberdade de expressão, e também a mobilização de milhões de pessoas em favor da vida, não posso deixar de registrar a covardia de quase todos envolvidos nestas mobilizações por não criticarem também as atitudes dos cartunistas mortos.

Foi uma barbárie, isso é fato. Mas eles (os cartunistas) já vinham provocando a religião islâmica e seu símbolo maior (o profeta Maomé) há tempos. As minhas perguntas são: a troco de quê? Qual lado, de fato, é o intolerante, o dos cartunistas ou o islâmico?

Busquei entender (e não consegui) a razão de um jornal publicar em suas páginas desenhos do profeta Maomé, ajoelhado, de quatro, com os testículos à mostra, ou fazendo sexo anal em Deus (supostamente), com um triângulo enfiado no ânus; ou ainda beijando outro homem. Volto a me perguntar: a troco de quê? O que buscavam os cartunistas com estas ações? Por que mexer com símbolos sagrados de uma religião? Ainda não encontrei resposta.

Je ne suis pas Charles Hebdo!

A mídia tem divulgado, com tanta ênfase, a importância do respeito ao direito de se expressar. Mas expressar-se desta forma? É isto que significa exercer a liberdade de expressão? Atingir conteúdos e símbolos considerados intocáveis, para os seguidores de uma religião, é a opção mais inteligente? E alguns acham que foram covardemente atingidos na sua lntegridade? Tenho minhas dúvidas.

Sou totalmente contrário aos atos terroristas, principalmente pelas mortes dos inocentes. Mas acho que os cartunistascutucaram a onça com a vara curta, e não deveriam tê-lo feito. Mexeram em um vespeiro quando não precisavam disso. Mesmo que não suportassem a religião islâmica, seus métodos e crenças, eles deveriam tê-la respeitado e mantido uma distância saudável em relação aos seus seguidores. Porém, fizeram o oposto. E pagaram caro por isso.

Mesmo sensível à dor que o mundo inteiro passa neste momento, não posso deixar de registrar a falta de consideração dos cartunistas mortos, sob o pretexto de usarem a sua liberdade para expressar o que pensavam e o que sentiam, inclusive os seus preconceitos e intolerâncias.

Para aumentar a confusão, uma semana após esta tragédia, o jornal Charlie Hebdo divulga outras charges com o profeta Maomé. É no mínimo uma afronta ao Islamismo e um desrespeito aos que se posicionaram a favor deste jornal. Vejo isso como um convite a novos atentados para os quais os seguidores de Maomé só irão esperar a poeira abaixar.

Ter consideração pelas religiões alheias é bom, conserva os dentes e a vida. Podemos emitir as nossas opiniões com respeito às diferenças, e nunca com desdém. Isso significa exercer a liberdade de expressão. Afinal, se as chargesfossem contra o Cristianismo não haveria reação semelhante? Aqui no Brasil na haveria mortes, porque os cristãos daqui são mais pacíficos. Mas em países como Irlanda, Escócia e Suécia, a coisa seria muito diferente. Repito, respeito é bom e conserva os dentes. Porque, no final das contas, somos todos um.

Je ne suis pas Charles Hebdo!

Autor: Gesiel Albuquerque

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Verdade seja dita

Esta história antiga e repetida sobre a luta entre o bem e o mal já não convence alguns indivíduos mais questionadores e estudiosos. Basta uma análise mais criteriosa, e com base em preceitos científico-quânticos, que perceberemos algo pouco consistente no conjunto das chamadas verdades universais.
Não sou cético, e aviso logo, antes que alguém deturpe as minhas palavras e pense que estou querendo derrocar as bases das crenças religiosas. Aliás, pelas religiões tenho respeito. Mas não aceito muitos conteúdos e dogmas que elas professam.
Voltando ao assunto “guerra entre o bem e o mal”, quero dizer que bem e mal, enquanto forças contrárias, ou energias dissonantes, não existem. O que vale, de fato, são as intenções de cada consciência. Ou seja, o que conta é a mola propulsora da sua caminhada na Grande Obra. E isso em nada tem a ver com crenças, fé ou rituais.
Somos essência única e, do ponto de vista energético, os trabalhadores do bem não se diferenciam dos trabalhadores do mal. Quero dizer, a fonte é a mesma e a energia pulsante é igual. O que muda são as verdadeiras e recônditas intenções que habitam os nossos corações. Os que têm intenções construtivas, ocupam-se da missão de sempre contribuir. Já os que acham que a destruição é a melhor forma para construir, se ocuparão da demolição dos projetos.
Como eu disse, bem e mal não são forças contrárias. A verdade é a seguinte: o fluxo energético funciona como um termômetro que mede os graus de calor ou de frio. Importante: A Física tradicional, através da Termodinâmica, comprovou que não existe o frio, e sim uma condição de menos calor. Isto é, quando você pensa que está fazendo frio, na verdade está fazendo menos calor. Portanto, frio e calor não são temperaturas contrárias; mas sim, a diminuição ou o aumento da mesma temperatura. 

Já se perguntou por que começamos a tremer quando estamos com frio? Porque o corpo precisa gerar calor através da agitação. Assim, num ambiente de baixa temperatura, nosso corpo, involuntariamente, passa a se agitar com muita intensidade, a fim de elevar o calor e não permitir a ocorrência da hipotermia. Com a energia animadora das entidades não é diferente. Em sendo assim, o ponteiro do nosso termômetro irá pender para (+) bem e (–) bem; ou (+) mal e (–) mal, dependendo do que objetivamos fazer e da ecologia do sistema no qual estamos inseridos. E neste contexto, as dissimulações não têm qualquer valor. Ou seja, vale o que somos, e não o que fingimos ser.   
               Digamos, então, que os chamados espíritos superiores estão na extremidade da régua termométrica, ocupando o grau elevado da energia + bem, e consequentemente - Mal. Enquanto isso, os chamados espíritos inferiores (que de inferiores não têm nada, pois são muito inteligentes para destruir), ocupam a extremidade oposta da régua, na condição + mal, e por sequência, - Bem. Reparem que não tem essa lenda de inferiores e superiores. Todos estão em algum nível da régua e são poderosos tanto uns quanto os outros. O que os diferenciam, repito, são as suas verdadeiras intenções.

Se esta não fosse a real condição das consciências neste universo, não haveria qualquer possibilidade de regeneração moral (?) dos mesmos, pois o indivíduo não poderia mudar a fonte da sua energia criadora. Pela visão tradicional, existem seres maldosos e perversos, os quais hasteiam a bandeira do mal. Na visão quântica, estes seres fazem parte do mesmo arcabouço energético em que estão os seres do bem, mas ambos possuem propósitos diferentes.
Isso significa, também, que tanto os seres maldosos podem fazer o bem, quantos os bondosos podem fazer o mal. E eu não estou levando em consideração o contexto de cada realidade. Senão, teríamos que questionar para quem, ou o quê, serviria o bem; e para quem, ou o quê, serviria o mal. Significaria dizer que o mal/bem para uma consciência teria um valor, enquanto para outra, não teria. 
Concluo, então, dizendo que todos temos a força dentro nós. E todos temos os lados sombra e luz, se assim quiserem chamar. Ninguém é totalmente santo e ninguém é totalmente demônio. Esta constatação dependerá das escolhas, das intenções, do contexto, o qual sempre permite mudanças. Porém mudar de intenções sai muito, muito caro; tanto para um lado quanto para o outro. 
Mas não se enganem, um dia o indivíduo cansa de ser bom ou cansa de ser mal. Acredito, entretanto, que mudanças sejam a exceção neste processo. A nossa visão maniqueísta da realidade só nos permite enxergar os dois lados supostamente diferentes: luz e trevas. Mas a realidade é outra: não existe luz sem as trevas e não existem trevas sem a luz, está tudo no mesmo fluxo, e cada uma tem o seu papel na Criação. Verdade seja dita, cabe a nós, consciências, aprendermos a equilibrar estas forças.

Autor: Gesiel Albuquerque

sábado, 3 de janeiro de 2015

Nossas Múltiplas vidas

A existência, ao contrário do que muitos espiritualistas divulgam, não é linear, começando de baixo para cima ou do zero ao infinito. A existência, ou melhor: as existências são múltiplas e simultâneas. Isso mesmo! Vivemos aqui e em outros espaços e dimensões ao mesmo tempo. 

A ciência já cansou de provar que o tempo é uno e não se divide em passado, presente e futuro. Tal divisão é meramente didática e objetiva dar certa noção de continuidade às nossas mentes viciadas em uma visão tridimensional da realidade: inicio (altura), meio (largura) e fim (profundidade).

Se aceitarmos esta concepção simultânea da realidade, defendida pela ciência quântica, poderemos ter um entendimento ampliado do que significa a existência humana neste planeta e nesta região do espaço sideral. Com isso, passaremos a relativizar, isto é, a aceitar a relativização desta mesma realidade na qual estamos inseridos.

Ao aplicarmos a relatividade observacional nas nossas análises, perceberemos algumas respostas às tantas perguntas que não têm respostas e que nos inquietam tanto. Percebam que estamos presos a uma compreensão de bem e mal,certo e errado, pecado e perdão, felicidade e sofrimento atrelada à dualidade mental que internalizamos desde o nascimento.

É por isso que muita gente tem receio de sair desta dualidade. Pois se darão conta de que muitas coisas nas quais acreditam e têm como verdades inexoráveis, não passam de construções psicológicas pouco consistentes, quando confrontadas com a noção de espaço, tempo e gravidade. Certos conceitos e crenças milenares cairiam por terra. E aí? O que fariam depois, sabendo que nada do que aprenderam, ou em quem acreditavam, se confirmara perante a grande existência cósmica?

A partir desta observação relativista, é possível compreender o nosso caminho existencial e perceber que somos projeções de nós mesmo em diversos mundos e dimensões paralelas, e que estamos cumprindo scripts arquitetados pela Grande Mente Criadora: Deus. Em síntese, cada um tem o seu papel e o cumpre impreterivelmente.

É possível compreender também o porquê dos sofrimentos, das dores e alegrias que vivenciamos. Existem consciências (e não são poucas) muito atentas ao nosso projeto existencial e ao que representamos perante a Grande Obra. Alertas a isso, farão de tudo para nos interromper e nos anular, a fim de, mexendo no futuro (?) alterarem o nosso presente, e vice-versa.

Ao relativizarmos a nossa compreensão de vida permite-nos perceber o quão frágil é a conceituação de karma,segundo a opinião ocidental, que estranhamente atrela-o à Terceira Lei da Mecânica de Isaac Newton (1643-1727): “Se um corpo A aplicar uma força sobre um corpo B receberá deste uma força de mesma intensidade, mesma direção e de sentido contrário”. |FA-B| = |FB-A|. Princípio da ação e reação. 

Antes de Newton nascer, a noção de Karma já existia entre os povos budistas, hinduístas, janistas e outros. E não tinha esta concepção mecanicista e vingativa. Ainda assim, os conceitos de superação ou vingança relativizam-se quando confrontados com as forças que agem sobre nós, embora não sejam visíveis. Para tanto, é preciso escapar da dualidade e enxergar o tempo como de fato ele é: único, e sempre no agora.

Ao aceitarmos que somos um aglomerado de EUs atuando em vários tempos, espaços, situações e lugares, e que a ação de um desses EUs interfere diretamente na reação dos outros EUs em nós. (Não estou falando das outras pessoas. Estou falando de nós mesmos). Aí entenderemos que estamos todos interconectados e vivenciando exatamente aquilo que estamos programados para vivenciar. E isso não tem a ver com religião, crença ou fé.

Imaginemos a seguinte situação: João está no planeta Terra e passa por estranhos acontecimentos em sua existência. E isso lhe faz sofrer com perdas, inimigos atuais e antigos, insucessos pessoais, humilhações etc. Ele não entende porque passa por isso, já que é um cidadão de bem, cumpridor dos seus deveres  e até religioso. 

João procura ajuda que o alivia, mas não faz cessar a sua dor. Ele é informado que sofre porque praticou muito o mal em outras vidas, e acredita. Mal sabe ele que neste exato momento, suas partículas conscienciais homólogas estão a sofrer castigos em outros mundos (do futuro), porque descobriram que o seu projeto existencial estará sempre em oposição aos interesses dos maiorais do universo-verso, ou do universo-anverso. Em síntese, João estaria "pagando" um karma.

Observa-se, desta forma, que o tal karma dos erros do passado não passa de uma interpretação equivocada da realidade. Conclusão para o caso de João: nos comprometemos com tudo o que fazemos simultaneamente, no eterno agora. E isso não significa necesariamente um karma a pagar. Se fosse assim, este planeta não existiria, pois nele só tem devedores; e a cada dia chega mais.

Parece inverossímil e difícil de aceitar. Porém, basta percebermos que os propósitos da Grande Mente estão muitíssimo além do que imaginamos. E que somos oriundos da mesma fonte criadora. Em sendo assim, a noção de bem ou mal, certo ou e errado, culpa ou perdão, se perde no emaranhado das contextualizações atinentes a cada mundo ou dimensão. Isto é, cada lado faz as suas leis. E assim prosseguimos na Grande Obra, com as nossas múltiplas vidas, e executando os nossos scripts.
 

 Autor: Gesiel Albuquerque

domingo, 7 de dezembro de 2014

Medo


Quem tem medo vive sobressaltado. Quem confia em si mesmo vive em paz. Quem tem medo sabe quais são seus inimigos e o principal deles é a sua insegurança interior, produto do medo de não ser aceito, de ser criticado ou de ser julgado pelos outros. Os outros têm suas opiniões, recalcadas ou não, e produzem desastres emocionais severos nos inseguros.
Procure ver, enxergar com os olhos do seu espírito o porquê de seu medo. Trabalhe-o. Talvez seu maior medo seja o medo de não ser amado, de não ser acolhido pelos que te são caros.
Se você não for aceito por aqueles que ama, eles não são merecedores do seu amor, pois na verdade não te amam, somente precisam de você para ser a muleta que necessitam. E o amor não é isso.
Quanta ilusão e quanta desilusão.
Encontre dentro de si seu amor próprio e a partir dele delineie sua postura perante aqueles que julga amar. Amar é doação, é troca, é carinho recíproco. Amor só de um lado, imposto, é egoísmo, o oposto do amor.
Pense nisso. Trabalhe seus medos. Ponha no lugar o amor, que liberta e traz paz, equilíbrio e harmonia.
Eu vos abençoo.

Autor: Sananda

Disponível em: http://portaldesananda.com.br/?p=3025

domingo, 23 de novembro de 2014

O Poder da Palavra


A palavra tem força. Isso, todos sabemos. O que pouca gente sabe, ou esquece, é que a palavra cura. Aliás, a palavra também adoece. Com base nesta constatação, precisamos saber usá-la para que ela não produza o mal.


Refiro-me à palavra dita e sentida, ou pronunciada simplesmente. Portanto, todo o cuidado é pouco em relação ao que proferimos. Através dela, emitimos energia de desejo, que pode ser negativo ou positivo, dependendo das nossas reais intenções. Mesmo aquilo que é falado de forma irônica ou "sem maldade" pode plasmar no universo forças para torná-lo realidade.



Muita gente gosta de esbravejar e outras estão viciadas em vocábulos de baixo calão. Se elas vissem a cor, a textura e as formas que saem da sua boca, delineadas pelo seu pensamento e sentimento, certamente refletiriam melhor antes de proferir coisas imundas. Mas a palavra tem a cor, a forma e o cheiro que existem em nós. Ou seja, ela só reflete aquilo que realmente pensamos e sentimos.



No entanto, e por milagre de Deus, da mesma boca que saem coisas sujas, saem também coisas boas, quando estão impregnadas de sentimentos puros. É difícil ver isso em gente que só vibra na dor, na inveja, no ódio, no desprezo, na maldade, ainda que dissimulada. Infelizmente, muitos indivíduos vibram nesta energia ruim. Mas, como eu disse, num lapso de generosidade, eles mudam o seu padrão negativo. 



Através da palavra, podemos emitir energias puras de carinho, respeito, admiração, amor, força, solidariedade, etc. Também, através dela, podemos amaldiçoar, caluniar, denegrir, destruir, humilhar, produzir doenças, machucar ou conspirar. Tudo depende da energia que habita em nós. 



Somos o que somos porque a palavra nos moldou assim. A criação do mundo surgiu do verbo, nossas vidas estão como estão (bem ou mal) porque o verbo que proferimos (ou melhor, produzimos) reforça no éter universal a plasticidade doentia ou sadia das nossas emoções. Muita gente, adoecida psicologicamente, diz assim: "eu não consigo, sou incapaz/incompetente", "Deus/o mundo não gosta de mim", "Tudo dá errado pra mim", "Ninguém me respeita/gosta de mim", "Vivo para sofrer", "Fulano(a) é mais feliz do que eu", e outros tantos mantras alimentados pela psicologia adoecida das nossas razões.



Estas pessoas não sabem, ou não se tocam, que estão, continuamente, fazendo mal para si, pois reforçam perante o Universo a realidade que vivenciam. E estranhamente, acreditem, desenvolvem um prazer mórbido em viver assim, ainda que neguem inexoravelmente. Como resultado, torna-se mínima a possibilidade de mudança. Ou seja, a oportunidade de vivenciarem o oposto daquilo que acham merecer.



É difícil encontrar alguém que sinta, pense e deseje viver bem, ainda que não tenha ou não usufrua de tudo o que deseja. Que fale coisas positivas para si ou para os outros de forma sincera, no sentido de não estragar os fatos já prejudicados. Que perceba algo de bom naquilo que parece mal e que aproveite as experiências, supostamente ruins, como um aprendizado de vida e de luz. Mas que sempre esteja com o pensamento firme no bem que pode fazer a si e no mal que pode evitar. No geral, diante do aperto, as pessoas degringolam.



Não se deve confundir, entretanto, o uso negativo da força da palavra com o sagrado direito de se indignar, de criticar, de expor opiniões discordantes, de dizer o que pensa a quem merece ouvir, de expressar desconforto, chateação ou inconformismo com determinadas situações. Usar a força do verbo não siginifica expressar o que os outros querem ouvir. Significa falar aquilo que sentimos, porém, sabendo que, por se tratar de uma energia poderosa, deve ser bem empregada.



Vale dizer ainda que não adianta proferir coisas auditivamente positivas, no entanto, vazias de energia semelhante. É preciso que ao desejarmos algo, o nossoEu produza, também, um fluxo capaz de impregnar o que falamos. Só assim o Universo (interno e externo) nos mostrará outra realidade. Sem perceber, as pessoas materializam o seu mundo de forma oposta ao que desejam (princípio da incongruência), e, por isso, não conseguem mudar a frequência das suas intenções.



Para finalizar, sou estudioso do quantum existente nos seres, mas deixo aqui uma passagem da Bíblia que merece reflexão sobre o poder da palavra. Os grifos e negritos são meus. (João1:1-5) "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio (e está agora) com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele (verbo), e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele (verbo) estava a vida, e a vida era a luz (quanta) dos homens.

Autor: Gesiel Albuquerque


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Astronautas: de onde veio a humanidade?

As especulações sobre a origem da humanidade são constantes e nunca terminaram. Haja vista a enorme incógnita quanto às respostas que esclareçam como os seres vivos surgiram (ou vieram parar) neste planeta. 

A meu ver, as respostas estão (e sempre estiveram) aqui, bem perto de nós, bastando para isso, observar o planeta Terra e como ele se encontra no universo, girando em torno de si, e em torno da estrela maior, nos proporcionando condições de vida.

Não tenho a resposta para a pergunta: “De onde viemos?”. E ninguém tem. No entanto, minhas análises destoam completamente das explicações científicas (?) pueris que apontam o plâncton como nosso embrião ancestral, ou as cianobactérias sobreviventes ao holocausto do Oxigênio. Tais teorias são aceitas porque não existem outras mais pueris.

Em face dos meus estudos e observações a respeito do surgimento da humanidade, tenho convicção de que fomos trazidos para este planeta por uma casta estelar conhecida como “astronautas”. Sim, eles existem. Refiro-me aos seres oriundos de outros planetas e dimensões (aliens, portanto), que colocaram a espécie hominídea, os vegetais e animais irracionais aqui na Terra.

A comunidade científica (biólogos, físicos, matemáticos, astrônomos e  astrofísicos) considera a "teoria dos antigos astronautas" sem fundamentação, por estrita carência de provas. Mas isso não é verdade, pois as construções megalíticas, pinturas, artefatos produzidos por povos primitivas, ou os monumentos escondidos nos oceanos estão aí para demonstrar que não havia conhecimento e tecnologia para tanto. 

Entretanto, as provas que os cientistas apresentam, a fim de consubstanciar as suas teorias, trazem constatações genéricas. Isto é, a partir delas, depreende-se que o homem pode ter surgido deste ou daquele meio. Em síntese, há um empate técnico entre elas. 

Todas as constatações são teses, e como tais, não representam prova cabal do que preconizam. Por isso utilizam o verbo no tempo do futuro do pretérito (teria  surgido). Trata-se de uma ação premeditada no sentido de não corromper os parâmetros conceituais em que se baseiam a nossa civilização. Isto é, admitir tais evidências iria demolir a estrutura sócio-cultural e econômica da comunidade mundial.

O primeiro pesquisador a defender esta tese foi Erich von Däniken, em seu livro "Eram os Deuses Astronautas?", publicado em 1968. Erich baseou-se na existência de artefatos e construções de origem desconhecida, cuja arquitetura, tecnologia e conhecimento ultrapassavam a capacidade dos povos da época. 

Zecharia Setchin, em seu livro "As crônicas sobre a Terra", também difundiiu esta teoria, interpretando textos antigos encontrados no Oriente Médio, com base nos quais afirmava que os Ets astronautas eram provenientes do planeta Nibiru. Segundo este autor, Nibiru orbita o Sol, numa rota que perfaz 3.600 anos para se completar. 

Outro adepto é Grahan Hancock, em seu livro, "As pegadas dos Deuses", no qual relata uma cultura-mãe, a qual teria obtido conhecimento e tecnologia de extraterrestres, para formar a civilização atual.

Além dos autores mencionados, há outros que apostam na tese que os seres humanos são criação de uma civilização extraterrestre avançada. Entre eles estão , Robert Charroux, Robert Duval, Giorgio A. Tsoukalos, Charles Fort, William Bramley, David Hatcher Childress e Robert Temple.


Os "astronautas" são chamados assim porque precisavam usar escafandros para permanecerem em nossa dimensão energética. Eles não têm corpo físico, mas precisam de roupas especiais fluídicas, devido à ação danosa das nossas psicosfera e atmosfera aos seus corpos. E a exposição a elas lhes causaria doenças.

Muita gente mantém contato com estes seres. E eles estão intrinsecamente ligados à nossa civilização, pois são também hominídeos, mas por alguma razão mais detalhada, não podem estar visíveis entre nós. São eles que nos intuem as tecnologias cibernéticas, medicinais, as crenças e filosofias, entre outras.

Logo no início da presença humana, eles passeavam por aqui ostensivamente. Depois, passaram a atuar a partir das quarta e infra dimensões. Mas a sua presença é sentida o tempo todo, em tudo. Basta prestar atenção aos sinais. Mas só vê estes sinais quem está disposto a enxergá-los.

Não são apenas os astronautas que estão entre nós (e dentro de muitos). O problema dos humanos é achar que os ETs só têm uma forma de se manifestarem aqui. Esquecem-se que estamos lidando com seres de altíssima tecnologia e conhecimento suficiente para não serem notados, e vistos, principalmente. O fato é que eles existem e nunca saíram de perto de nós. E mais, eles sempre nos dão pistas da sua existência.

Importante salientar o quão temerário é achar que os ETs são bonzinhos e nos ajudam na condição de seres de luz. Assim como há humanos construtores e destruidores, na obra da criação existem também seres nada aproximados da horizontalidade das relações. Ou seja, muitos têm o propósito de controlar, dominar, escravizar. E o fazem de forma tão esperta que os próprios escravizados não percebem que o são.

A Terra é lugar onde habitam diversas raças estelares alojadas em corpos de carne e osso; e em muitos casos, parafusados ao corpo astral dos humanos. Porém, faz-se necessária uma constatação: somos, no sentido lato da palavra, alienígenas, pois não nascemos aqui; mas sim, fomos trazidos e deixados aqui para construirmos outra civilização. É incontável o número de pessoas que se sentem alheias a este planeta, que sonham com outras vidas e mundos estranhos, que vivenciam experiências classificadas pelas religiões como ilusões, diabólicas, feitiçaria. Isso não é atoa.

Outra raça estelar altamente influente no plantea Terra é a dos insectóides. Foram eles que introduziram as crenças religiosas, científicas e modelos de comportamento variáveis de cultura para cultura. Na verdade, isso a que chamamos de cultura é o retrato dos conteúdos subconscientes internalizados por outras vivências, em outros mundos e outro tempo simultâneo, porém aflorados no plano objetivo da organização humana. 

Por fim, peço que observem com atenção os sinais e símbolos em todos os lugares! Com um pouco de reflexão crítica, perceberão que estas informações não são veleidades.

Autor: Gesiel Albuquerque