Cascão astral, uma forma de entrante.

Tenho falado sobre entrantes e explicado como se dá esse processo, quase sempre, tenebroso de troca da essência espiritual. Dessa forma, não posso me furtar a falar sobre um evento semelhante, mais simples, porém, mais freqüente e tão perigoso quanto a colocação tradicional de um entrante.

Refiro-me aos cascões astrais. O que são eles? Como são feitos? De que são feitos? Quem os fabrica? Por que eles são considerados entrantes? Tentarei responder a essas perguntas de maneira direta e bem simples para que todos entendam e elaborem as suas conclusões.

O que são os cascões? Essas entidades podem ser restos de corpos astrais dos mortos da Terra ou seres construídos nas milhares de bases onde residem os magos negros e os Ets zetas (os baixinhos de olhos de amêndoa). Na maioria dos casos, os cascões são o resultado das energias perambulantes dos mortos; os chamados fantasmas.

Como eles são feitos? Construir um cascão é mais simples do que produzir um entrante, pois o mago negro só irá precisar do envoltório desgarrado do morto e injetar nele os seus pensamentos e comandos de ódio para destruir a entidade-alvo.

Quando são feitos em laboratório, os invólucros astrais costumam ser mais elaborados porque carregam, além das intenções e comandos do seu criador, uma energia sobressalente capaz de lhes dar um aspecto de entidade inteligente.

De que os cascões são feitos? Bem, os magos negros andam por cemitérios e lugares onde há mortes trágicas a fim de capturarem o duplo-etérico dos mortos desenlaçados em acidentes, assassinatos ou doenças graves. Após essa captura, eles programam essas energias sem vida (literalmente) e as inserem no corpo da sua vítima, geralmente no corpo astral.

Na prática, os cascões já estão prontos ao se desprenderem do corpo do morto. Sem vida inteligente, eles ficam vagando até que alguém mal intencionado os prenda e os utilize para fins escusos.

Quando recebem o "sopro de vida" do magro negro, eles começam a agir como se fossem "espíritos normais", passando-se até por entidades de luz. No entanto, são teleguiados por mentes doentias, viciadas em fazer o mal que, à distância, se divertem morbidamente com o sofrimento do seu inimigo.

Esses senhores da escuridão fixam os cascões manipulados no corpo da pessoa a quem pretendem destruir, e estes ficam a roer-lhe (como ratos) os seus corpos emocional, mental, astral e o cordão prateado, sugando-lhe a energia espiritual e debilitando-a, às vezes, irreversivelmente.

Por que os cascões são uma forma de entrante? Simples. Porque eles são inseridos nos corpos energéticos das pessoas (aqui ou no mundo astral), sem que estas sequer desconfiem. Após esse processo, os implantados começam a ouvir vozes dentro da cabeça, ouvem comandos para cometer assassinato, pedofilia, suicídio, pregações em praças e ruas, tornam-se irritadiços incontroláveis, apresentam sinais de depressão ou bipolaridade, demonstram desequilíbrios mentais, dentre outras facetas.

Há muito para falar sobre os cascões. O exposto aqui ainda é insipiente para demonstrar a diversidade de ações dos magos negros e dos Ets contra os encarnados e desencarnados. O grande trunfo desses tenebrosos é a falta de conhecimento das criaturas da Terra. Nesse lamaçal de ignorãncia, os engenheiros do mal chafurdam todos os podres dos seus alvos com vistas a impedir-lhes qualquer tentativa de libertação do sofrimento.

Autor: Gesiel Albuquerque

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