Alma, essência de luz.


Alma é um termo que deriva do latim anǐma, este se refere ao princípio que dá movimento ao que é vivo, o que é animado ou o que faz mover. Os sentimentos são capazes de nos mover ou paralisar. Se conseguirmos baixar nosso julgamento que é inflado pelo próprio "EU" podemos ter novos aprendizados.
O "EU" ou "Ego" é aquele que nos deixa em dúvida, que julga, que nos limita, que precisa ver para crer, que não nos deixa concluir planos e nem atingir nossos sonhos. Mas a Alma é muito mais que o Ego, ela movimenta todos os nossos sentimentos de insegurança, de ansiedade, de perda e nos mobiliza para a realização. Nada mais será igual quando você aprender se conhecer e buscar a plenitude.
Todas as pessoas que se apresentam plenas foram observadas que estão em um grau de alerta e sintonia consciente com tudo que as cercam, tornando-as mais produtivas e satisfeitas consigo e com o mundo. Contudo é possível também observar que seus valores como gentileza, respeito, empatia, amor próprio e ao próximo fazem parte de seu comportamento no dia a dia, além do aumento da percepção e intuição.
O despertar é algo interno e intrínseco que pode ser acessado somente com a chave do autoconhecimento quando nos permitimos vivenciar cada situação proposta em nossas vidas transformamos conhecimento em comportamento.
Para facilitar o entendimento utilizo a Janela de Johari que por meio da comunicação interpessoal, é possível conceituar o processo de percepção de um indivíduo em relação a si mesmo e aos outros; partindo do princípio de que cada um de nós tem (ou pode ter) quatro imagens distintas.
           O Eu aberto é aquele que expomos plenamente; nós somos assim e todos sabem que somos assim. É uma espécie de retrato onde nos identificamos imediatamente e todos são capazes de nos identificar.
          O Eu secreto é de difícil percepção pelos demais, seja em razão do nosso propósito em escondê-lo.
          O Eu cego é aquele que traduz o lado desconhecido por nós mesmos, mas de fácil percepção pelos outros.
          O Eu desconhecido é a mais complexa de todas, visto que nem nós e nem os outros têm acesso a ela dentro dos padrões convencionais de comunicação interpessoal.
          A ignorância é uma prisão que limita nossa alma de alcançar a plenitude em todas as áreas de nossas vidas deixando-as em desarmonia.
Autor: Paulo Henrique Paiva
 

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