A fraternidade do dragão

Um dos grupos alienígenas mais influentes e intervenientes da humanidade chama-se "fraternidade do dragão". Estes seres são oriundos de uma região muito distante do universo e emprestaram seu DNA para a formação da genética humanóide. É preciso que todos saibam que em uma simples molécula desoxirribonucleica existem pentose, radicais fosfatos e bases nitrogenadas oriundas de outros seres da criação, alguns inimaginados pela mente humana.


Os dragões pertencem à matriz reptiliana de algumas civilizações hibridizadas voluntária ou forçadamente. Muitos deles tiveram de fugir de seus planetas de origem para não serem capturados e utilizados em testes laboratoriais por outros dragões mais poderosos e sequiosos pelo domínio das raças. Dessas experiências genéticas, foram surgindo novos elementos de adenina, guanina, citosina e tamina (conhecidos por nós desta maneira) que alimentaram outras composições matriciais para que surgisse o homem.

É importante salientar que no DNA humano existem outras composições genéticas semelhantes às que são encontradas em alguns animais selvagens como o cão, o leão, o inseto, entre outros. Entretanto, a maioria dos cientistas não descobriu esse amalgamento molecular, enquanto outros sabem disso, mas não revelam nem sob tortuta.

Voltando à fraternidade do dragão (ou dracons), trata-se de uma organização muito grande que abarca a maior parte dos seres da 3D e, por isso, tem grande poder de influência sobre as mentes e emoções. Os dragões formataram a nossa cultura, hábitos e religiões e, por serem detentores de habilidades hipnóticas, podem insuflar modos de vida, crenças, costumes, construir, ou destruir, preconceitos quando bem entenderem.

Os seres draconianos se acham donos da nossa raça porque sabem que em nossa constituição molecular, tanto física quanto espiritual, existe a sua patente réptil animando as nossas células. Eles não estão errados totalmente sobre isso. O equívoco deles é achar que somos suas crias. Na verdade, somos os primos pobres das raças estelares. Numa comparação chula, seríamos os filhos bastardos do rei. Ou seja, temos a marca do poder, mas não sabemos, e nem podemos, exercê-lo. Já os dragões sabem muito bem como aplicar o poder.

Há muitos aliens da raça dragoniana encarnados entre nós. Há, também, muitos humanos controlados totalmente pelas estratégias matriciais holográficas dos dracons. O pior é que ninguém desconfia, nem de longe e nem de perto, que são vítimas de controle mental, emocional e espiritual. Por isso, nunca se apoquentam com tal situação, já que suas vidas estão muito bem, obrigado. Penso que seja melhor deixá-las assim. Cada um acorda a seu tempo.

A fraternidade do dragão é muito antiga. Beira uns 8 trilhões de anos terrestres e nunca irá acabar, pois os seus integrantes vão encontrando um jeito de se perpertuarem através de métodos científicos desconhecidos de nós e, talvez, jamais revelados pelos seus aplicadores.
Uma forma muito eficiente de controle desenvolvida por eles foi a religião. Através dela, eles podem criar e implantar falsas crenças nos humanos para os desvirtuar da sua realidade e fazer com que acreditem e aceitem o que lhes for transmitido. Os dragões não querem, em hipótese alguma, que a humanidade se liberte dessa matriz holográfica ilusória, alimentada pelas percepções visuais e sensoriais. Por isso, eles reforçam nos humanos emoções e sentimentos podorosos de medo e insegurança pelo desconhecido.


Quanto mais insegurança a pessoa sentir e quanto mais medo tiver, mais desconectado da sua verdadeira essência a pessoa estará, permitindo inconscientemente, ou não, que os seus senhores manipulem os seus desejos, e escolhas, fazendo com que ela se "enrole" cada vez mais na teia armada para capturá-la. E quanto mais tentar sair, mais enrolada ficará.

Um ser draconiano graduado consegue maipular com extrema eficácia os mecanismos da culpa dentro de alguém. Isso o enfraquece, pois gera nela a sensação de dívida e, uma cobrança para trabalhar (sofrer), em qualquer nível ou sentido, na intenção de pagá-la. O curioso é que a criatura nunca consegue se libertar desse endividamento e acaba se permitindo à escravização por se achar merecedora do sofrimento a que se impôs ou que lhe foi exigido.

Este método de autoconvencimento imposto, aliado à magia negra, é extremamente eficiente para os seus aplicadores. Seria o mesmo que convencer alguém de que não merece a liberdade, e fazê-lo acreditar nisso através das falsas crenças e da repetição de fatos e palavras para que se convença de não ser merecedor da liberdade e se trancafie numa cela, jogando a chave fora. Dessa forma, mesmo que quisesse sair, não conseguiria. Numa analogia do dia-a-dia, é como ver um passarinho acostumado à prisão da gaiola. Num determinado momento, mesmo que você abra a porta, ele não fugirá.
É dessa forma que a ordem do dragão tem perpetuado o seu poder sobre a humanidade. Claro que existem outros tantos meios para a manutenção deste embrolho holográfico dentro da matrix existencial. No entanto, devido à semelhança molecular (física e espiritual) com eles, os humanos cedem com relativa facilidade aos seus embustes sem desconfiarem que estão sendo alvos de ataques tenebrosos.

Uma coisa importante a ser dita, também, é quanto a forma física dos dragões. Eu diria que 80 por cento deles possui imagem residual humanóide. Por sinal, em algumas dimensões, muitos estampam uma beleza incomensurável para os padrões humanos. Outras vezes, eles apresentam formas de anjos, serafins, querubins ou protetores espirituais, e quase todos os esotéricos caem iguais a patinhos na lagoa, enganando-se com a beleza e a inteligência dos dragões. Muitos até se empolgam com os seus supostos guias e se deixam controlar ardorosamente ao longo da vida, achando que estão a servir os propósitos da luz. Ledo engano!


Autor: Gesiel Albuquerque

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