Eu (e você), robôs


Somos robôs! Esta constatação não precisa ser novidade para ninguém, pois, apesar de sermos feitos de carne e osso – e não de lata ou cobre - recebemos uma programação para desempenharmos na 3D.

Por mais que se queira, não se consegue fugir do cumprimento desta programação implantada em nossos centros de inteligência biológica – as células orgânicas e astrais.

Tudo o que o homem passa durante a vida está, ipsis literis, dentro do programado, mesmo não parecendo. O livre-arbítrio é extremamente relativo. Em algum sentido, entretanto, temos liberdade para fazermos escolhas, tais como: a roupa para sair, decidir pelo que comer, preferir uma cor x ou y, pegar o ônibus, entre outras liberdades.

No entanto, não temos saída quando o assunto é viver com uma pessoa a ou b, ou, quem sabe, sozinho; ou enfrentar problemas existenciais: vícios próprios ou de terceiros, violências, doenças, riquezas, pobreza, conquistas, perdas, acidentes, empreendimentos empresariais, família, etc. No entanto, consegue-se mudar esta demanda através dos pactos, acordos e contratos. Por isso, tanta gente se compromete.

Antes de nascer, o ser humano recebe um script contendo todas as informações sobre o seu projeto existencial, que fica gravado em sua mente astral; e, sem notar, segue- o à risca. Refiro-me a todos os aspectos da vida, sem excessão.

Dessa forma, se você pensa ser o dono do seu destino, está enganado. Fazemos parte de uma programação maior, da qual não é aconselhável fugir e nem modificá-la. Portanto, chega de pensar que está pagando pelos seus pecadinhos de outras vidas.

A sua essência é, e sempre será imutável. Em outras palavras, suas ações estarão sempre ligadas a um propósito maior, atuante dentro de você, independentemente da sua natureza. Em síntese, eu e tu somos robôs.

Autor: Gesiel Albuquerque
Imagem copiada de: http://estudosgospel-estudosdoelsio.blogspot.com/2009/07/eu-robocristao.html

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Rodrigo Romo é uma farsa

Esclarecimentos enviados por Rodrigo Romo

Anjos, deuses e equívocos