A obsessão espiritual 1

A humanidade convive com conflitos existenciais e dúvidas difíceis, ou impossíveis, de serem solucionadas. Cada um de nós se pergunta, ou já deve ter se perguntado, sobre o que está fazendo na Terra, de onde veio e para onde vai. Ninguém pode dizer que possui a resposta. Alguém poderá até falar algo para lhe servir de consolo, mas tal consolo não significará a resposta geral e verdadeira para todos.

Um dos nossos maiores medos, certamente, é o de morrer, pois não se sabe o que nos espera do outro lado; e se, ao menos, há o outro lado. O fato é: em busca das respostas, sempre nos envolvemos com ordens ou assumimos pactos, conscientes ou inconscientemente, tentando nos proteger desse mar revolto e desconhecido chamado existência.

Por causa da assunção de pactos, nos comprometemos com seres e fraternidades nada preocupadas com a liberdade dos humanos. Pelo contrário, elas querem manter a todos na incapacidade de explorar o seu "oceano existencial" para não descobrirmos outras formas mais dignas de melhor navegarmos através dele.

Ao longo desse processo, estabelecemos conexões inexoráveis, fortalecidas pelos acordos, em troca de favores e de ajudas para, em troca, oferecemos os nossos serviços astrais no controle e na ilusão instituída sobre toda a humanidade.

A coisa se processa mais ou menos assim: se somos influentes na 3d (vida material), contribuímos para a manutenção ou o reforço do status quo do apego aos prazeres e à ilusão de fazermos parte apenas dessa existência material. Se somos pouco influentes, servimos de instrumentos mais rudes (de pouca importância hierárquica) para a execução dos planos das trevas através do fomento à violência, ao pavor, à insegurança, aos desejos mórbidos, etc.
Autor: Gesiel Albuquerque

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