Alienígenas, depressão, medo e outros...


Essa história de extraterrestres em suas naves espaciais deve ser analisada com muito cuidado. Entre tantos boatos, verdades e disse-me-disse a respeito do tema, há, de fato, alienígenas que atuam diretamente nessa dimensão através de disfarces humanos ou de observatórios instalados, principalmente, no interior de montanhas. Isso é real! Existem muitas bases alienígenas dentro das montanhas. Aquelas que mais se parecem com pirâmides são as mais prováveis moradas desses seres.
Quando eles saem de suas bases usam uma camuflagem que eu não poderia chamar exatamente de invisibilidade. Eles usam uma tecnologia que faz a nave se adaptar à cor do ambiente. É algo mais ou menos assim.
Bem, mas o que eu quero realmente enfatizar nesse artigo é o fato de que os alienígenas mais perigosos para a humanidade não atuam nessa dimensão física. Eles vivem numa dimensão paralela à nossa e, de lá, podem nos ouvir, nos sentir, ler os nossos pensamentos e implantar o que quiserem em nós. Repito. Eles implantam o que querem: chips, aparelhos sofisticados plasmados no corpo astral, seres espirituais, cabos, dutos, ovóides, dentre outros.
Os sintomas mais comuns dessas “porcarias alienígenas” são a depressão sem motivo aparente, tonturas esporádicas mas freqüentes, sem causa médica definida; medo emocional e mental, corrupção dos princípios éticos do espírito, as crises de temperamento como raiva, autodestruição, desejos mórbidos de morte ou de assassinato, etc.
Somos, sem sombra de dúvida, uma fonte inesgotável de energia para os ets negativos. E o que é pior! Na maioria dos casos, sequer sonhamos que servimos a esse propósito.
Enquanto estivermos presos a essa prisão vibracional chamada terceira dimensão e enquanto cultivarmos a inutilidade na nossa existência serviremos de “comida” para os seres alienígenas. Observe que toda a correria do homem é sempre a que busca satisfazer as suas necessidades físicas e fisiológicas.
Quase tudo, no fim, se resume na satisfação dos sentidos e muito menos nas necessidades do ser como entidade divina em projeção nessa dimenão densa. Por isso nunca acordamos. Justificamos tudo em nossa vida em nome da inutilidade: ganhar muito dinheiro, viajar sempre, possuir mansões, fazendas imensas, cujo uso não chega a 10%, festas, bebida, etc.
Não quero dizer que isso é errado ou desnecessário. Digo que sempre corremos atrás disso, por mais que tenhamos o necessário: isso é coisa da mente reptiliana. Por causa disso, o homem corrompe e é corrompido; mata e é morto; destrói e é destruído; e os ets negativos agradecem: o projeto deles continua a todo vapor. Ou melhor, com toda energia.

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