Atlântida: o continente perdido.




A Atlântida é um continente que existiu na zona onde hoje está o Oceano Atlântico, abrangendo desde a Islândia, até mais abaixo de onde se localizam as Ilhas Canárias.
Atingia as costas da América do Norte e do Sul, até parte do Continente Africano.
Nesses tempos, existia ainda o mar da Amazônia e a América Central era apenas uma Ilha pequena.
Existia também o mar do Sahara (atual deserto do Sahara), integrando o mar Mediterrâneo.
Nesta faixa continental, deveria evoluir uma civilização composta, basicamente por indivíduos de raça amarela, da raça vermelha e os reis divinos: senhores da Atlântida, uma confederação de seres cósmicos que habitou entre os homens. Estes reis tinham o sangue azul e a pele azulada. A Atlântida foi tutelada pelos Pleiadianos, pelos seres de Prócion e Sirius-Orion.
Sobretudo, fez-se sentir muito a influência de Sirius-Orion.
Há mais de 800 mil anos a Atlântida era dominada pela Idade de Ouro.
Os redutos de Mu, com o afundamento do anterior continente, os negros e negroides da Lemuria passaram para as Ilhas Atlantes.
Também 800 mil anos atrás deu-se uma crise humana e uma crise planetária eclodiu, levando à fragmentação do continente atlante.
Os atlantes dominavam a energia nuclear e extraiam do átomo matéria, chamado "marmash".
Durante o seu império, descobriram o poder das pedras preciosas e os seus edifícios mais sagrados eram revestidos com placas de ouro; as estátuas eram de oricalco e dominavam o segredo de liquefação das pedras. O ônix e o berílio foram usados eram usados nas suas ligas, bem como o titâneo.
Tinham astroportos, reatores condensadores de energia e usavam veículos magnéticos anti-gravitacionais.
As bibliotecas atlantes eram folheadas a ouro para estimularem o desenvolvimento do intelecto. Os livros eram guardados em registos de cristal e alguns mais antigos eram guardados em lâminas de ouro gravadas.
A energia que usavam foi a conhecida como VRIL, a qual impulsionava as naves de navegação espacial.
Havia comércio estabelecido com o espaço e outros povos vinham fazer trocas com os terrestres.
A Atlântida era muito poderosa com os navios que tinha. Os seus domínios imperiais estabeleceram-se na em toda o planeta Terra.
Os valores espirituais, no entanto, começaram a decair na Atlântida e a vinda para a Terra de "egos rebeldes", oriundos da ronda Maldekita (a crise de Maldek), levou à sua divisão, a dos reis santos e a dos reis políticos, e tudo se foi degradando até à guerra civil. O fator beligerante estava entre os Tartessos de Társis, que exerciam o seu poderio naval e opressão (escravatura) sobre as terras do Egito, da Grécia (Creta, mais precisamente), sendo o terror de todos os colonos.
12 mil anos atrás, surgiu um forte elo entre o uso do mana-psiquico (um tipo de energia de materialização do pensamento) na criação de seres monstruosos, dotados de poderes quase invencíveis para aterrorizarem os povos que queriam conquistar. Possuíam além das projeções de magia negra, as técnicas militares mais avançadas, entre elas o raio da morte.
Fizeram experiências genéticas e cruzamentos de humanos com animais, além de terem entrado num estado de depravação moral, sexual e social.
Os povos do espaço fugiram, ficando só alguns núcleos isolados, em pontos de controle fora da Atlântida, nos territórios inabitados.
Os reis santos avisaram ao povo e prepararam-se para o cataclisma (Noah ou Noé, citado na Bíblia, foi um deles).
As ilhas verdejantes, cheias de fontes termais de águas ferventes e outras, com grandes virtudes terapêuticas, foram minadas de bombas de rádio, devido ao ódio de um cientista despeitado ao ser repudiado por uma princesa por quem se apaixonou. Cego de ódio fez explodir as bombas nucleares e toda a Atlântida foi sacudida por uma violenta explosão e apenas em uma noite, mergulhou nas águas, à medida que a segunda lua mergulhava em fragmentos nas águas oceânicas.
Assim foi o tempo da era diluviana e o fim da Atlântida e de toda a civilização. Nesse cataclisma a Terra inverteu os pólos, ficando como agora.
Isto se deu há cerca de 10 mil anos.

Fonte: texto copiado (com correções feitas por mim) do site: http://www.amorincondicional.com.pt/atlantida.htm, acesso em 24/03/2009.

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