Espadas: casamento do CEAT, hoje sem o Acadêmico.


O que é chamado na atualidade de “casamento do ceat” começou como uma brincadeira provocativa entre os estudantes dos colégios Acadêmico e Alberto Tôrres (CEAT).
Para demonstrarem que não existia segregação social naquela comunidade estudantil, eles resolverem sair à rua montados numa carroça, vestidos de noivo e noiva, com direito a padre, padrinhos e tudo o mais (srrsrs) e celebravam a união de um(a) pretendente do acadêmico com o ceat e vice-versa (mudava-se a ordem das escolhas a cada ano), e era comemorado às faíscas de muitas espadas. Era também uma maneira de os fogueteiros testarem as suas espadas e, dessa forma, afiarem-nas para os dias 23 e 24 especificamente: o dia da grande batalha.
Com o tempo, esse casamento foi deixando de ter a participação dos estudantes do acadêmico, cujo público discente passou a ser constituído na sua maioria por estudantes de outras cidades, fruto da mudança na estrutura física, pedagógica e na localização daquela escola, o que passou a atrair gente de toda a região.
Átualmente, o que era uma festa em conjunto passou a ser uma comemoração independente do colégio estadual Alberto Tôrres, e pelo jeito, vai continuar por muito tempo.

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